sábado, 28 de junho de 2008

Resenha #08 - Innocent In Death - J.D. Robb


Innocent In Death - J.D. Robb

Adoro esse livro!
A primeira vez que li não consegui largar o pc até terminar. Fiquei arrepiada, chorei, resmunguei de frustração junto com a Eve e gritei de alegria quando ela socou aquela Magdelana (juro que detestei essa personagem tanto [ou mais] do que eu detesto a Diana Fowley!)!!
E a assassina do livro? Arrepiante...
Acho que o melhor (ou pior, dependendo do ponto de vista) é que a assassina do livro é tão natural, tão viva, que você quase consegue ver tudo isso acontecendo e passando no jornal das 8.
O livro me prendeu do início ao fim!
Muito bom! Pena que ainda vai demorar séculos pra chegar no Brasil! E a edição de luxo importada tá tão cara que, pelo jeito, vou continuar só com o ebook mesmo!

terça-feira, 24 de junho de 2008

sábado, 14 de junho de 2008

Resenha #06 - Christine Feehan - The Only One

Eu quero um desses pra mim!! Hahahahaha
Sexo e chocolate na mesma mordida!!!! rs

(...)

- Decidi que eu gostei de voar e mudar de forma seria genial. E se fizer alguma coisa de tola, como me enganar ou escapar com outra, sou muito boa com uma faca.
O arqueou uma sobrancelha.
- Pensava que estaria preocupada em ter que deixar a comida. Cheira bem. Inclusive a provo de vez em quando.
- Ninguém me disse nada de deixar a comida. – Ela olhou-o, séria. - Há certas coisas que uma mulher não pode fazer, Traian. O chocolate em certos momentos do mês é essencial para a saúde. Não necessariamente para minha saúde, mas para a de todos os homens dos arredores. Não vou deixar o chocolate, nem sequer em troca de excelente sexo.
Traian se levantou apoiando-se em um cotovelo, a ponta de seus dedos desenharam um círculo em volta dos mamilos incitantes.
- O chocolate é importante, é?
- Essencial. Absolutamente essencial. Isso não é negociável.
- Que tipo de chocolate você gosta?
- Chocolate escuro, é obvio. Tem que ser de outro tipo?
Ele baixou a cabeça para sugar o mamilo, só para sentir sua reação. Sua língua se enroscou sobre ele, antes de beijá-la. O beijo foi longo, lento e completo. Quando ele levantou a cabeça, sorriu brandamente ao ver sua expressão. Ela olhou-o fixamente, assombrada, tocando os lábios com a mão, maravilhada ante o sabor de chocolate em sua boca.
- Como você faz isso?
- Você precisa e eu lhe dou... Assim é como funciona. Acredito que gostará de ver seus irmãos esta noite.
Ele a fez levantar-se.
- Pode fazer isso cada vez? Acredito que vai me fazer gostar deste assunto de companheiros.
Traian sorriu, apenas capaz de acreditar na felicidade que surgia em seu interior. Não se atrevendo a acreditar que Joie era real.
(...)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Resenha #05 - Christine Feehan - Guardião Sombrio

A água quente esquentou as vísceras de Jaxon mas fez arder seus ferimentos em processo de cura. Franziu o cenho ante a evidência do recente tiroteio no armazém. Deveria ter morrido por causa dos graves ferimentos. E todas suas misérias teriam terminado finalmente. Dobrou os joelhos e descansou a cabeça no alto deles. Agora carregava uma responsabilidade ainda pior. Teria que proteger o mundo não só de criminosos humanos mas de coisas de pesadelo. Não podia dar conta. Agora não. Simplesmente não podia seguir no mundo e estar completamente sozinha. A simples ideia a deixava lassa e rendida.
- Nunca voltará a estar sozinha, carinho. - A voz, suave e formosa estava cheia de compaixão.
Jaxon fez um esforço por se recompor.
– Disse a você que não falasse comigo.
- Estou pensando, não falando.
A ternura misturada com o riso em sua voz fez que lhe acelerasse o coração, fazendo-a sentir ainda mais vulnerável.
– Bom, pois não pense tampouco. – Ela passou a mão pelo cabelo úmido. Esta é o tipo de coisa que simplesmente não ocorria com pessoas normais. Por que ela atraía coisas tão estranhas?
- Eu não sou uma coisa.
– Não posso te ouvir. – Jaxon estava sorrindo. Havia algo nele que se fazia o querer, como podia? Uma criatura tão aterradora. Seus olhos se abriram de repente. Claro! Ele sabia que ela estava ali fora. Todo o tempo, ele sabia que ela estava no balcão. – É certo? – Sussurrou, porque sabia que ele podia ouvi-la. Se ela podia ouví-lo em sua mente, ele podia ouví-a sussurrar.
- Sim.
– E pode apagar tudo isto de minha mente. – Tinha sentido. De que outro modo poderia alguém como Lucian ter permanecido oculto ao mundo? – Por que me deixou ver aquela coisa horrenda? Nunca conseguirei tirar essa imagem de minha cabeça.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Resenha #04 - Regan Forest - Feitiço da Lua.

Gente, que livro 10!! Tô rolando de rir!

"— Sim, por certo. Afofando os cabelos, ela nos observou. Vocês não parecem muito bem, juntos, mas com certeza ficariam. Minha irmã foi quem escolheu vocês para formar um casal.

Bryce enrijeceu-se no assento.

— Então tem certeza.

— Tenho. Estávamos certas disso ontem, mas queríamos as provas. Desde então encontramos algumas anotações de Grizel. Elspeth ainda está pesquisando cadernos antigos e outras anotações, procurando todas as referências a esse feitiço em particular.

— É possível que um feitiço se torne mais forte com o passar do tempo? indaguei.

— É. E é o caso deste. É por isso que vocês dois acabaram se encontrando... Esse era o primeiro propósito desse feitiço.

— E há um segundo propósito? indagou Bryce.

— Que vocês se casem, naturalmente.

Fiquei rubra. Bryce emudeceu. O momento era de embaraço. O rosto de Morag Campbell estava branco acima do colar de renda. O mesmo rosto que antes estava tão bonito."