segunda-feira, 10 de maio de 2010

Resenha #60 - Nora Roberts - Virtude Indecente

"Virtude Indecente" é a continuação de "Pecados Sagrados".
Nesse livro, temos a estória do parceiro do Ben, o super-mega-fofo Ed Jackson e a escritora Grace McCabe.
Os dois personagens são ótimos, o romance entre os dois é super fofo.
O livro seria pefeito, se ele fosse um romance. Mas como um suspense romântico ele deixa muito a desejar.
Dá a impressão da Nora ter escrito o livro completamente sem vontade, porque ele é absolutamente sem sal.
Então, se você quer ler um romance fofo, com uma personagem masculino que é um doce e uma personagem feminina encantadora e complexa, mas um caso policial não tão empolgante, "Virtude Indecente" é o seu livro.
Como eu sou daquelas que sempre tenta ver o lado bom da coisa, ignorando a coisa sem sal que é o caso, gostei bastante do livro.
As cenas do romance entre as personagens principais são super fofas e você fica suspirando e querendo um Ed todinho pra você.
Não vou dizer que não gostei do livro, porque seria injusto, mas do caso não gostei mesmo. Tinha tudo pra ser empolgante e divertido mas acabou ficando sem graça.
Perto de "Pecados Sagrados" ele é absolutamente infame.

Sinopse: Quando uma superstar da literatura policial visita a irmã, pretendendo relaxar e espairecer da cansativa turnê de lançamento de seu novo bestseller, vê-se na pista de um assassino da vida real que já desestruturou sua vida e agora... pretende matá-la.
Grace McCabe fica chocada ao descobrir que a irmã Kathleen mora num subúrbio decadente de Washington, D.C., e complementa a renda como operadora de telessexo após ter passado por um divórcio penoso. Entretanto, com a empresa Fantasia garantindo anonimato completo aos funcionários, até onde essa atividade pode ser perigosa? Grace logo descobrirá a resposta quando certa noite, ao regressar para casa, depara-se com uma cena tenebrosa, que poderia ter saído de um de seus mais apavorantes romances.
Ignorando as advertências do tranquilo detetive Ed Jackson, monta sozinha sua própria armadilha para incitar o assassino a sair do esconderijo.
Mas o que pode protegê-la de um maníaco cuja volúpia de matar não se detém diante de nada... nem de ninguém?

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