quinta-feira, 15 de julho de 2010

Resenha #70 - J.D. Robb - Sedução Mortal

Como qualquer pessoa que entre no blog sabe, eu sou absolutamente apaixonada pela série Mortal.
Então, sempre que sai um livro da série no Brasil, eu compro pra matar a curiosidade de como ficou a versão brasileira, já que li todos os publicados em inglês.
As piadas, os bordões e as cenas cômicas.
"Será que ficaram divertidas? Será que o tradutor finalmente traduziu corretamente o bordão da Eve (o tradutor insiste em adaptar o bordão da Eve de "Bite me" para "Pode pegar no meu pé" [tirando toda a conotação sexual das piadas que ela faz com o Roarke ao longo da série] )?"
É sempre empolgante, tudo parece novo, mesmo eu já sabendo o final.

"Sedução Mortal" não foi exceção. Cada página no livro, desde as revoltantes cenas entre o Kevin e o Lucias, até as cenas absurdamente cômica da Mavis e da Trina, assim como todo drama envolvendo os nossos queridos McNab e Peabody irão garantir páginas e páginas de puro deleite.
Esse livro tem uma peculiaridade: nós sabemos, desde o começo, o nome do assassino.
Isso é sempre um motivo de apreensão, pois, se a estória não tiver um enredo empolgante, você acaba perdendo a vontade de ler. Com "Sedução Mortal" isso não acontece.
As artimanhas do assassino, os planos da Eve e a mágica do Roarke prendem sua atenção do começo ao fim, garantindo horas e horas de paixão, terror e risadas.

O caso investigado nesse livro é a cereja do bolo.
É revoltante, inquietante e chocantemente real.
Muitas cenas em idioma geek (fazendo a Eve querer arrancar os cabelos e nos fazendo rolar de rir), uma boa dose de maldade humana e uma pitada de humor pastelão fazem de "Sedução Mortal" uma pedida incrível pra quem vai viajar nas férias.
Esse eu realmente recomendo!

Sinopse: Neste mais recente caso, a tenente Eve Dallas está em busca de um Casanova cruel com um nefasto apetite para seduzir suas vítimas antes de assassiná-las. Dante já cortejava sua presa pela internet havia várias semanas quando foi encontrá-la pessoalmente pela primeira vez. Alguns goles de vinho e algumas horas depois, a sua pobre acompanhante estava morta. A arma do crime: a dose de uma droga rara e indetectável, do tipo “boa-noite, Cinderela”, com assustador valor de mercado.

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