sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Resenha #93 - Carla Blackhawk - Pra sempre... Você

Oie Gente,

A resenha de hoje é sobre um livro indicado por uma amiga, a Doida.

É um romance estilo banca-picante, que eu amei de paixão.
É suave, romântico, dramático. Me fez rir, chorar, suspirar de inveja e xingar os personagens por serem tão teimosos.

A Marj é uma daquelas personagens com cara de mulher real. É forte, decidida, insegura e frágil. É fiel, teimosa e tem um coração delicado.
É humana, dando uma realidade a estória e fazendo você torcer a cada parágrafo para que ela seja, finalmente, feliz.

O Mac ficou uma mistura perfeita da paixão escocesa e o temperamento espanhol. Orgulhoso, ele teima em não admitir que também errou, agarrado a pré-julgamentos que levam a dores profundas.
Mas, quando não está sendo o "Troféu-Mula-Empacada", é incrivelmente romântico, leal e apaixonado, fazendo você, assim como a Marj, cair completamente apaixonada por ele com três páginas de estória lidas.

A Bia é a coisa mais fofa do mundo. Achei ela um tanto serelepe demais para os três anos dela, mas isso é uma das características que mais a destaca (e que mais deixa a mãe dela de cabelo em pé) no livro.

Os personagens secundários que de secundários não tem nada te deixam com vontade de saber mais, de descobrir como eles chegaram lá, o que aconteceu com eles antes daquilo, fazendo a estória ficar tão atrativa que você vai grudar na cadeira e não vai sair até terminar de ler.

É um romance romântico como não lia há muito tempo, me fazendo lembrar dos livros iniciais de algumas das coleções de banca. Cheio de afeto, carinho, recheado de amor e paixão, deixará você relaxadamente satisfeito ao final.
Para todos os românticos de plantão, recomendo!!

Quem quiser ler, ele está postado, na íntegra, na comunidade Estante de Livros.
Quem quiser compar o livro, ele já está a venda no Clube dos Autores.

Sinopse: O passado, muitas vezes, se faz presente... E da forma mais complicada possível. Marjorie pensava assim. Ver sua filha Beatriz, de 3 anos brincando, feliz, a deixava mais calma. Mas ela tinha um pai, que não sabia de sua existência. Mas como explicar a ela que seu pai, nem sabia o nome da sua mãe? Nem sabia como era seu rosto? Mal sabia ela que o passado estava mais próximo dela do que imaginava. O bombeiro Dougal Mac Adam estava de volta. E muito perto. Perto demais...

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