quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Resenha #104 - Elizabeth Chandler - A Força do Amor

Oie Gente,

Semana passada falei sobre o primeiro livro da Trilogia Beijada por um Anjo.
Essa semana, vou falar sobre o segundo, A Força do Amor.

Fui resenhando o livro enquanto lia, tentando passar minhas impressões durante a leitura, sem sofrer o impacto causado pelo final.
Achei mais fácil assim, já que o terceiro livro, Alamas Gêmeas, só será publicado mês que vem e, se deixasse pra resenhar no final da leitura, estaria louca de curiosidade e ansiedade pela continuação.

A Ivy, dessa vez, me deu desejos de sacudir e sacudir e sacudir. Sabe, pra ver se ela se manca e abre os olhos?
Juro, toda vez que ela simplesmente negava o que estava bem ali, na cara dela, dava vontade de dar um cascudo na maluca!
Certo, ela sofre até dizer chega nesse livro, a dor dela é palpável e é entendível o motivo de ser mais fácil para ela negar a existência dos anjos do que aceitar que existem coisas ruins que acontecem sem explicação. Mas ela fecha os olhos, os ouvidos e, pior, o coração, pra tudo mais de bom e bonito que tem ao redor dela.

O Tristan é teimoso igual uma mula. Perdoem o comentário feminista, mas ele é o típico macho teimoso que simplesmente se recusa a aceitar conselhos e direções!
Anjinho mais mula empacada, senhor!!

A Lacey, tenho que dizer, voltou ainda mais atentada que antes. Se eu for resumir ela, diria: é o anjo mais endiabrado que eu já vi!
Gente, ela apronta, apronta e apronta ainda mais. Não tem como você não morrer de rir com as capetices e molecagens dela!

O Philip é incrível nesse livro. Apesar de toda a barreira que a Ivy cria e de toda a negatividade do Gregory, ele não perde a fé nos anjos e, mesmo não entendendo tudo, sabe que eles ainda protegem a irmã.

Gregory está muito, muito estranho nesse livro. Não sei, não me saia da cabeça que ele estava atuando. Por mais sincero e honesto que ele fosse, por mais apoio que desse a Ivy, eu simplesmente não conseguia apagar o sentimento de intranquilidade que as atitudes dele causavam.

O segundo livro da trilogia tem uma aura de prelúdio de tragédia, como se algo muito importante fosse acontecer na próxima linha, deixando você apreensivo e intranquilo durante toda a leitura.
Em alguns momentos isso deixa a leitura um pouco travada, já que tudo parece acontecer muito mais lento do que seria saudável.
Muitas e muitas informações sobre os mistérios do primeiro livro são reveladas mas, ao contrário do que se imagina, só causam mais dívidas e confusões.

O final é de deixar qualquer um de cabelo em pé, além de levar você ao extremo do desespero.
Sabe quando o autor te conta algo que deixa você enlouquecido? Pois é, é o que acontece no final de A Força do Amor.
Descobrimos coisas que quase ninguém mais sabe e, quem sabe, ninguém vai acreditar se contar.
E o que descobrimos é tão... doentio que deixará todo mundo de cabelos em pé.

Confesso que, apesar de ter ficado agoniadinha de curiosidade com aquele final, ele fechou o livro com perfeição. Foi o grito de susto ao final do filme de terror e o suspiro de prazer no final de um romance.
O livro só reforçou o gosto pela trilogia que, para minha surpresa, está sendo ótima.
Tem tragédia, amor, paixão e comédia na medida certa para uma boa tarde de divertimento.
O kit de "A Força do Amor" também está no Especial de Fim De Ano!
Participe e concorra!
Até mais!
OBS: Eu editei a sinopse, já que a oficial está lotada de spoilers!!!

Sinopse: Os dias têm sido difíceis e para superá-los Ivy busca forças na família e nos amigos. Sua grande motivação agora é ensaiar para a apresentação de piano no Festival de Artes de Stonehill, já que Suzanne, sua amiga de infância, pensando em animá-la, fez a inscrição, mesmo contra a sua vontade.

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