sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Viagens da Ba: Era uma v... Parada! É a Polícia!

Oie Gente,

Se essa não é a primeira vez que você vem ao In Death, você sabe que eu viajo muito a serviço.
Você também sabe que existe um caso de perseguição por parte de Murphy comigo.

Até consegui uma ordem judicial que o manteve longos e maravilhosos dias longe de mim! Porém, essa semana, ele resolveu bater na minha porta outra vez. Me olhou, sorriu e se instalou na minha vida, tornando tudo um caos completo!
Eu sei que vocês todos vão rir! Tudo bem, eu não me importo!
Fazer o que! Murphy me ama e se recusa a dar o divórcio, então, dá nisso, ó!

Segunda-feira, meio dia... a suspeita se encontra com um dos indivíduos misteriosos que rondam o setor. Trocam documentos confidenciais e ela... 

Opa! Como assim? Volta a fita, roteirista, se não o povo não entende nada!

Seriado: Estadias...
Episódio de hoje: Escondam-se! Ela é p-o-l-i-ç-a!


Tudo começou com um almoço super inocente. Estava eu lá, comendo minha saladinha, contando pra uma amiga que estava o maior bafafá aqui no trabalho por conta de uma regra nova, dizendo que "nenhuma pessoa externa ao orgão pode adentrar a sala dos examinadores" Como diria Carol, coisa feia da bixiga essa frase! Aí, comentei com ela que "quando voltamos de viagem sempre trocamos informações sobre esse tipo de coisa". Em português claro: quando voltamos das viagens é uma fofocaiada só!

Aí, algum grande filho de uma égua entendeu o seguinte no que eu falei "Eu sou da corregedoria, estou trabalhando aqui disfarçada, anotando todas as falcatruas de vocês e vou abrir PAD contra todo mundo! Huaaaa (isso é uma risada maligna)".

Pelo amor do guarda, né??? Como é que pode um trem desses???
Não satisfeito com isso, ele resolveu CONTAR isso pra todo mundo!
Pronto, lascou-se! Todo mundo me olhando estranho e eu, besta, sem saber porque! Até achei que tivesse sido mal educada com alguém. TPM mode onzasso durante a semana
Até que alguém resolveu vir me contar. Eu juro, na hora não sabia se ria ou chorava.

Você deve se perguntar porque eu simplesmente não disse que não era?
Aí, eu digo, porque não ia adiantar de nada. Iam achar que eu estava tentando manter o meu disfarce e querendo continuar trabalhando encoberta. Há! Eve Dallas, cuidado! Seus dias estão contados! Agora eu sou p-o-l-i-ç-a!
Então, resolvi bancar o Artemis Fowl ou o Cebolinha, dependendo do ponto de vista e criei um plano mirabolante!

Deixei o dia passar, fingi que não sabia de nada e que nem era comigo. No dia seguinte, na hora do almoço, eu dei uma de lesa e fui lá almoçar outra vez. Sentei numa mesa bem pertinho do fofoqueiro mor e comecei a conversar com uma terceira pessoa.
Contei pra ela, como quem não quer nada, a história ridícula que estava rolando de que eu era da corregedoria.
Disse que essa ia entrar pro meu mural de "pior atribuições que já me deram"! Mas que bem que eu queria ter um salário de corregedora, oras! Já que tinham me arrumado a fama, podiam me pagar também, né?
O Fala-Fala-da-Estrela não esperou nem o dia acabar e já tinha contato pra todo mundo que eu não era da corregedoria coisa nenhuma, era só um mal entendido.
Agora os doidos voltaram ao normal. Quer dizer, quanto todos. Tem uns e outros que ainda acham que eu estou investigando...

Então tá, né... vou eu ficar cá no meu trabalho encoberto, fazendo meu serviço disfarçado e garantindo mais umas gargalhadas pra vocês!
Até a próxima!

Ah, e se estão se perguntando o porque do começo do texto, eu explico: segundo a pessoa que veio me contar da confusão, o que provou que eu realmente estava infiltrada aqui foram os envelopes que eu entreguei para uma pessoa misteriosa na segunda pela manhã.
Sabe o que tinha dentro do envelope?? NADA! O cara queria era um envelope vazio! Há!
É mole? Fui!

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