sábado, 30 de outubro de 2010

Resenha #95 - Rick Riordan - A Batalha do Labirinto

Oie Gente,

Já falei sobre três livros da série do Percy aqui no blog, então dizer que ela é legal, divertida e empolgante está batido. 
Dizer também que ela prende sua atenção mereceria até um "aff, você só sabe dizer isso, Ba??".
Então resolvi fazer uma resenha... diferente!
Divirtam-se!

Vocês provavelmente já me ouviram dizer que Murphy me ama, certo?
Ele vive se intrometendo na minha vida e tornando as minhas tranquilas e calmas viagens a serviço nos surtos mais absurdos possíveis.
Mas eu tenho que dizer que eu quase fico com ciúmes da devoção dele ao Percy Jackson!
Égua, tudo dá errado com essa criatura! Até uma simples ida ao cinema vira uma tragédia!!!!
Resolvi pegar um fato da minha vida e aplicar ele na realidade do Percy Jackson e fui escrevendo essa resenha enquanto lia. Cada passagem que chamava mais a atenção e marcava a leitura foi virando uma lei. hehehe
Fato: Se Murphy conhecesse o Percy na época em que criou sua tão famosa lei, ele voltaria correndo aos seus livros, apagaria tudo e escreveria o seguinte:

Lei de Murphy nº 1: Se seu amigo lhe ter um suvenir para levar durante a sua mais nova missão, não use ele. Na certa vai estar amaldiçoado ou tentará te matar.

Lei de Murphy nº 2: Se você tiver um sonho estranho uma noite antes de sair em missão, tente não esquecer os detalhes. Eles poderiam evitar um mundo de confusão. 

Lei de Murphy nº 3: Não ande por aí sem dacmas, você pode perder partes importantes de uma mensagem de Íris simplesmente porque acabaram os créditos do seu arco-íris.

Lei de Murphy nº 4: Esconda seu Mc Lanche Feliz. Se você deixar ele dando bobeira, ele pode ser usado em rituais macabros e arrepiantes.

Lei de Murphy nº 5: Não comente que uma coisa está ruim. Com absoluta certeza monstros mitológicos terríveis irão aparecer e tornarão ela ainda pior.

Lei de Murphy nº6: E, mais importante que todas as leis anteriores: nunca, nunca diga que a sua vida está monótona. Ela pode virar um caso de completo e absoluto caos!
Eita criaturinha pra atrair problemas Percy! Tá, ok, você pode dizer "aloouuuu, é um livro de fantasia infanto-juvenil, é claro que tem que ter problemas!". Mas aí eu digo: Há! Mas Percy Jackson deixa até Harry Potter de cabelo em pé!
Apesar do personagem ter 15 anos nesse livro e alguns dos temas adolescentes serem abordados a leitura é bem leve e, ao meu ver, livre pra todas as idades.
Não é YA ou Jovem-Adulto, é Infanto-Juvenil mesmo!

Como sempre, as aulas de história e mitologia grega ficam as coisas mais divertidas do mundo.
É até batido dizer que o Eoin me fez ir pegar meus livros pra ver do que ele estava falando. A pesquisa do livro é fantástica! Acho que deveria passar a ser "leitura obrigatória" das aulas de história antiga! hehehe

O livro é super divertido. Para quem gosta de infanto-juvenil ou fantasia é uma ótima leitura. 
Para quem tem um(a) filhote, sobrinho(a), irmão(ã), vizinho(a), aluno(a) que queira algo pra ler e/ou que faça ele(a) gostar da/de leitura, essa série é a indicação perfeita.
Recomendadérrimo!!

Até a próxima!

Sinopse: Percy está prestes a começar o ano letivo em uma nova escola. Ele já não esperava que essa experiência fosse lá muito agradável, mas, ao dar de cara com cheerleaders monstruosas e mortas de fome, vê que tudo, sempre, pode ficar ainda pior. Nesse quarto volume da série, o tempo está se esgotando e a batalha entre os deuses do Olimpo e Cronos, o Senhor dos Titãs, fica cada vez mais próxima. Mesmo o Acampamento Meio-Sangue, o porto seguro dos heróis, se torna vulnerável à medida que os exércitos de Cronos se preparam para atacar suas fronteiras, até então impenetráveis. Para detê-los, Percy e seus amigos semideuses partirão em uma jornada pelo Labirinto um interminável universo subterrâneo que, a cada curva, revela as mais temíveis surpresas.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Resenha #94 - J.D. Robb - Reencontro Mortal

Oie Gente,

Antes de ler essa resenha, tenha em mente que vou imaginar que você já leu, pelo menos, até o quarto livro da série.
Se não leu, pare aqui mesmo e vá para a resenha anterior. Alguns spoilers dos três primeiros livros serão inevitáveis.
Se não se importa com spoilers ou já leu os quatro primeiros livros da série, divirta-se!

Depois de meses sem comprar um livrinho da Nora, esse mês fiz uma farra de compras. Uma das aquisições foi Reencontro Mortal, recentemente lançado pelo Bertrand.

Poderia dizer que Reencontro Mortal é um daqueles livros que te prende do início ao fim. Mas ele é um livro da série Mortal, então dizer isso é redundante.
Poderia dizer que a busca pela assassina é eletrizante, cheia de revira-voltas, de artimanhas e de terror psicológico. Mas é um livro da série Mortal, o que torna isso também redundante.
Assim como dizer que as cenas de ação são incríveis, que o suspense é de arrepiar, os personagens novos são m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o-s, que ela consegue misturar cenas de incrível doçura com de absoluto terror. Tudo isso se torna óbvio, já que em quase todos os livros da série Mortal temos essas características.

Então, tenho que dizer que Reencontro Mortal é um dos livros mais violentamente românticos, elucidadores e apaixonantes de toda a série Mortal.
Eve e Roarke completam um ano de casados e a J.D. nos dá de presente uma das cenas mais românticas de toda a série. Não vou contar o que acontece aqui, mas tanto o presente dele quanto o presente dela farão aquelas almas apaixonadas e/ou românticas suspirarem de contentamento.

A assassina desse livro também é descoberta logo de cara, tornando as cenas de assassinato desesperadoras. A vontade de gritar "Não! Não faça isso! Ela vai te matar!!" é quase incontrolável.
Julianna Dunne é uma das melhores vilãs já escritas pela Nora. Ela é culta, bem educada e uma assassina em série que é de uma maldade sem limites.
Foi presa quase nove anos antes por uma força tarefa e fixou sua atenção na Eve por ela ser a única mulher que participou de sua prisão.
Para o desespero de todos aqueles que acreditam na justiça, ela foi solta novamente e imediatamente começou a matar.
Nossa querida Tenente começa uma corrida contra o tempo para tentar prendê-la e impedir que uma das pessoas mais importantes da sua vida seja a próxima vítima.

Deixando um pouco de lado a parte violenta da estória, temos alguns personagens novos, algumas revelações incríveis (quem sempre quis saber mais sobre o passado da Eve vai se se fartar de informações e vai chorar, xingar e sofrer com elas) nesse livro. Temos os pais da Peabody, que garantem cenas absurdamente divertidas, o marido da Dra Mira, adoravelmente atrapalhado (e nossa Tenente Docinho fica encantada com ele).

Reencontro Mortal é um divisor de águas na série, desvendando o que aconteceu com a Eve naquele maldito quarto de Dallas.
Mais pra frente teremos um livro que vai fazer com que todas as cenas do passado dela se tornem ainda mais horrorosas, doentias e desesperadoras. Então prestem muita atenção em tudo que ela contar. Ou terão que voltar a Reencontro e sofrer duas vezes ao ler tudo aquilo.
Acompanhar o sofrimento do Roarke enquanto a Eve revive tudo o que aconteceu não é fácil. Assim como ele, o desejo de voltar e poder matar o pai dela vai se manifestar em todos os apaixonados pela Eve.
O sofrimento dela na infância e a maneira em que a J.D. põe isso no papel farão vocês se emocionarem como nunca: raiva, compaixão, nojo, repúdio... todos os sentimentos mais fortes do ser humano serão explorados nessa incrível viagem ao passado.

Acho que poderia ficar falando horas e horas sobre o quão incrível acho esse livro, já que ele é um dos meus cinco preferidos de todos os 37 da série. Mas como isso só deixaria vocês curiosos e eu correria o risco de soltar um spoiler, vou só dizer que o livro é:  um suspense cheio de ação, um romance cheio de amor e uma comédia pastelão ao mesmo tempo, fazendo de Reencontro Mortal a pedida perfeita pra quem gosta dos gêneros!
Recomendadíssimo!!

Se quiser conhecer minhas opiniões sobre outros livros da série e da autora, fique a vontade!

Sinopse: Depois do grande sucesso Sedução Mortal, Nora Roberts, sob o pseudônimo de J.D. Robb, lança no Brasil mais um livro da sua famosa série policial: Reencontro Mortal. Eve Dallas foi a responsável direta pela prisão de Julie Dockport há dez anos. Agora, solta por bom comportamento, Julie não pretende deixar a policial escapar ilesa. Um reencontro que jamais será esquecido pelas duas. Exatamente às 19h30, Walter Pettibone chegou em casa e encontrou mais de cem amigos e familiares que gritaram em uníssono: “Surpresa!”. Era seu aniversário. Embora há várias semanas ele já suspeitasse de que uma festa estava sendo organizada, a verdadeira surpresa ainda estava por vir. Às 20h45, uma ruiva com olhos cor de esmeralda lhe entregou uma taça de champanhe. Um único gole do líquido borbulhante o fez cair morto.

Resenha #94 - J.D. Robb - Reencontro Mortal

Oie Gente,

Antes de ler essa resenha, tenha em mente que vou imaginar que você já leu, pelo menos, até o quarto livro da série.
Se não leu, pare aqui mesmo e vá para a resenha anterior. Alguns spoilers dos três primeiros livros serão inevitáveis.
Se não se importa com spoilers ou já leu os quatro primeiros livros da série, divirta-se!

Depois de meses sem comprar um livrinho da Nora, esse mês fiz uma farra de compras. Uma das aquisições foi Reencontro Mortal, recentemente lançado pelo Bertrand.

Poderia dizer que Reencontro Mortal é um daqueles livros que te prende do início ao fim. Mas ele é um livro da série Mortal, então dizer isso é redundante.
Poderia dizer que a busca pela assassina é eletrizante, cheia de revira-voltas, de artimanhas e de terror psicológico. Mas é um livro da série Mortal, o que torna isso também redundante.
Assim como dizer que as cenas de ação são incríveis, que o suspense é de arrepiar, os personagens novos são m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o-s, que ela consegue misturar cenas de incrível doçura com de absoluto terror. Tudo isso se torna óbvio, já que em quase todos os livros da série Mortal temos essas características.

Então, tenho que dizer que Reencontro Mortal é um dos livros mais violentamente românticos, elucidadores e apaixonantes de toda a série Mortal.
Eve e Roarke completam um ano de casados e a J.D. nos dá de presente uma das cenas mais românticas de toda a série. Não vou contar o que acontece aqui, mas tanto o presente dele quanto o presente dela farão aquelas almas apaixonadas e/ou românticas suspirarem de contentamento.

A assassina desse livro também é descoberta logo de cara, tornando as cenas de assassinato desesperadoras. A vontade de gritar "Não! Não faça isso! Ela vai te matar!!" é quase incontrolável.
Julianna Dunne é uma das melhores vilãs já escritas pela Nora. Ela é culta, bem educada e uma assassina em série que é de uma maldade sem limites.
Foi presa quase nove anos antes por uma força tarefa e fixou sua atenção na Eve por ela ser a única mulher que participou de sua prisão.
Para o desespero de todos aqueles que acreditam na justiça, ela foi solta novamente e imediatamente começou a matar.
Nossa querida Tenente começa uma corrida contra o tempo para tentar prendê-la e impedir que uma das pessoas mais importantes da sua vida seja a próxima vítima.

Deixando um pouco de lado a parte violenta da estória, temos alguns personagens novos, algumas revelações incríveis (quem sempre quis saber mais sobre o passado da Eve vai se se fartar de informações e vai chorar, xingar e sofrer com elas) nesse livro. Temos os pais da Peabody, que garantem cenas absurdamente divertidas, o marido da Dra Mira, adoravelmente atrapalhado (e nossa Tenente Docinho fica encantada com ele).

Reencontro Mortal é um divisor de águas na série, desvendando o que aconteceu com a Eve naquele maldito quarto de Dallas.
Mais pra frente teremos um livro que vai fazer com que todas as cenas do passado dela se tornem ainda mais horrorosas, doentias e desesperadoras. Então prestem muita atenção em tudo que ela contar. Ou terão que voltar a Reencontro e sofrer duas vezes ao ler tudo aquilo.
Acompanhar o sofrimento do Roarke enquanto a Eve revive tudo o que aconteceu não é fácil. Assim como ele, o desejo de voltar e poder matar o pai dela vai se manifestar em todos os apaixonados pela Eve.
O sofrimento dela na infância e a maneira em que a J.D. põe isso no papel farão vocês se emocionarem como nunca: raiva, compaixão, nojo, repúdio... todos os sentimentos mais fortes do ser humano serão explorados nessa incrível viagem ao passado.

Acho que poderia ficar falando horas e horas sobre o quão incrível acho esse livro, já que ele é um dos meus cinco preferidos de todos os 37 da série. Mas como isso só deixaria vocês curiosos e eu correria o risco de soltar um spoiler, vou só dizer que o livro é:  um suspense cheio de ação, um romance cheio de amor e uma comédia pastelão ao mesmo tempo, fazendo de Reencontro Mortal a pedida perfeita pra quem gosta dos gêneros!
Recomendadíssimo!!

Se quiser conhecer minhas opiniões sobre outros livros da série e da autora, fique a vontade!

Sinopse: Depois do grande sucesso Sedução Mortal, Nora Roberts, sob o pseudônimo de J.D. Robb, lança no Brasil mais um livro da sua famosa série policial: Reencontro Mortal. Eve Dallas foi a responsável direta pela prisão de Julie Dockport há dez anos. Agora, solta por bom comportamento, Julie não pretende deixar a policial escapar ilesa. Um reencontro que jamais será esquecido pelas duas. Exatamente às 19h30, Walter Pettibone chegou em casa e encontrou mais de cem amigos e familiares que gritaram em uníssono: “Surpresa!”. Era seu aniversário. Embora há várias semanas ele já suspeitasse de que uma festa estava sendo organizada, a verdadeira surpresa ainda estava por vir. Às 20h45, uma ruiva com olhos cor de esmeralda lhe entregou uma taça de champanhe. Um único gole do líquido borbulhante o fez cair morto.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Resenha #93 - Carla Blackhawk - Pra sempre... Você

Oie Gente,

A resenha de hoje é sobre um livro indicado por uma amiga, a Doida.

É um romance estilo banca-picante, que eu amei de paixão.
É suave, romântico, dramático. Me fez rir, chorar, suspirar de inveja e xingar os personagens por serem tão teimosos.

A Marj é uma daquelas personagens com cara de mulher real. É forte, decidida, insegura e frágil. É fiel, teimosa e tem um coração delicado.
É humana, dando uma realidade a estória e fazendo você torcer a cada parágrafo para que ela seja, finalmente, feliz.

O Mac ficou uma mistura perfeita da paixão escocesa e o temperamento espanhol. Orgulhoso, ele teima em não admitir que também errou, agarrado a pré-julgamentos que levam a dores profundas.
Mas, quando não está sendo o "Troféu-Mula-Empacada", é incrivelmente romântico, leal e apaixonado, fazendo você, assim como a Marj, cair completamente apaixonada por ele com três páginas de estória lidas.

A Bia é a coisa mais fofa do mundo. Achei ela um tanto serelepe demais para os três anos dela, mas isso é uma das características que mais a destaca (e que mais deixa a mãe dela de cabelo em pé) no livro.

Os personagens secundários que de secundários não tem nada te deixam com vontade de saber mais, de descobrir como eles chegaram lá, o que aconteceu com eles antes daquilo, fazendo a estória ficar tão atrativa que você vai grudar na cadeira e não vai sair até terminar de ler.

É um romance romântico como não lia há muito tempo, me fazendo lembrar dos livros iniciais de algumas das coleções de banca. Cheio de afeto, carinho, recheado de amor e paixão, deixará você relaxadamente satisfeito ao final.
Para todos os românticos de plantão, recomendo!!

Quem quiser ler, ele está postado, na íntegra, na comunidade Estante de Livros.
Quem quiser compar o livro, ele já está a venda no Clube dos Autores.

Sinopse: O passado, muitas vezes, se faz presente... E da forma mais complicada possível. Marjorie pensava assim. Ver sua filha Beatriz, de 3 anos brincando, feliz, a deixava mais calma. Mas ela tinha um pai, que não sabia de sua existência. Mas como explicar a ela que seu pai, nem sabia o nome da sua mãe? Nem sabia como era seu rosto? Mal sabia ela que o passado estava mais próximo dela do que imaginava. O bombeiro Dougal Mac Adam estava de volta. E muito perto. Perto demais...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Resenha #92 - Chris Cleave - Pequena Abelha

Oie Gente,

A resenha de hoje é sobre o mais novo lançamento da Intrínseca, Pequena Abelha.
Recebi esse livro semana passada e, depois de ler a resenha da Carlinha, resolvi passar ele na frente de todos.

Capa e contra capa do livro já chamam a atenção. As cores, o resumo, tudo me deixou bastante intrigada.
Quando vi que era um livro em primeira pessoa, fiquei mais curiosa ainda. Adoro livros em primeira pessoa, por me dar a sensação de estar dentro da estória, na pele das personagens.
Ele alterna o ponto de vista entre duas personagens centrais, fazendo você ter acesso aos sentimentos que determinadas ações causou em cada uma delas.

Já nas primeiras páginas do livro me deparei com umas coisas bem divertidas, outras demonstrando uma realidade um tanto cruel e outras conseguindo ser ambas.
Imitando a Carlinha, vou por aqui uma parte do texto que exemplifica, pra mim, o terceiro caso.

          "(...) Só estou viva porque aprendi a falar o inglês da Rainha. (...) É meio triste, não acha? Aprender o inglês da Rainha é como tirar o esmalte vermelhão das unhas dos pés na manhã seguinte ao baile. Leva um tempo enorme, sempre fica um pouco nos cantos e quando a unha cresce, a mancha vermelha faz lembrar de como a gente se divertiu naquela noite."

Uma das coisas mais difíceis ao se ler essa estória é que ela é tão real que deveria ser escrita com H.
É uma daquelas ficções tão realistas, tão atuais e verdadeiras, que poderiam estar contando a história de uma menina real.
Os sentimentos que ela gera são tão profundos, que não é um livro fácil de ler. Você fica presa a ele, desejando desesperadamente que ele acabe, que o sofrimento de todos chegue ao fim, ao mesmo tempo em que tem a absoluta certeza de que, um livro tão realista, não trará um final perfeito e maravilhoso, torcendo para as páginas passarem lentamente, com medo de virar a página seguinte e ter todos os seus receios confirmados e suas esperanças destruídas.

Realidades distintas de uma mesma vida, vidas que convergem em um mesmo medo, medo de que aquelas palavras estão fazendo você sentir tanto por serem reais são um dos pontos mais fortes dessa leitura.
É uma experiência tão particular, tão íntima, que por mais que eu fale e fale, nada poderá explicar as coisas que Pequena Abelha me fizeram sentir.

É difícil definir se os personagens são egoisticamente humanos ou humanos egoístas. Tomam, como todos nós, decisões simples que afetam a vida de tantas pessoas sem ao menos pensar no causarão aos que estão ao seu redor. Parece tão simples, olhando de fora, dizer que estão errados. Nos faz pensar se, no lugar deles, também não tomaríamos as mesmas decisões e faríamos as mesmas escolhas.

Ele é tão real que fará seu coração doer, você suspirar de tristeza, seu corpo suar e suas mãos tremerem. Causará desejos de mudar tudo ao mesmo tempo que te levará a ter medo de tudo mudar.
É uma estória de emoções extremas, de decisões difíceis e de leitura deliciosa.
Vale, e muito, a pena ler.

Sinopse: Essa é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa tomar uma decisão terrível, daquelas que, esperamos, você nunca tenha de enfrentar. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa… Depois de ler esse livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como essa narrativa se desenrola.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Resenha #91 - J.R. Ward - Amante Desperto

Oie Gente,



Como eu disse no Viagens da Ba, li Amante Desperto esses dias.


E, pelo Fade (risos) que livro intenso!!

Certo, eu confesso que já tinha lido a tradução não oficial, mas estava esperando com ânsias a tradução da Universo porque, como todo bom viciado, eu prefiro ter o livro a ler em versão digital.

Vou falar logo da única coisa que não gostei: o erro crasso da Universo de deixar o livro sem epílogo. Já explicaram que foi uma troca no arquivo digital enviado para a gráfica, sabemos que essas coisas acontecem, mas, viciado que é viciado, quer mesmo é o livro completo.

E, apesar deles dizerem que não prejudica o entendimento da estória, deixa um sabor de "faltou algo" no livro que é simplesmente imperdoável.

Comentaram que a Universo vai disponibilizar o epílogo em versão digital ou como extra no seguinte livro, então vou ficar aguardando o próximo lançamento com dupla ansiedade.

Agora, vamos ao que realmente importa... Se você tem algum estereótipo de livros sobre vampiros, esqueça todos eles.

Amante Desperto é tudo aquilo que você não espera e muito mais.

Drama, ação, drama, romance, drama, humor, drama, drama... eu já falei em drama?

A leitura de Amante Desperto é muito intensa. Escravidão, abuso sexual, sofrimento e muito, muito ódio temperam o livro.

Zsadist é um dos membros da Irmandade da Adaga Negra e tem um passado sombrio e sofrido.

Foi escravo de sangue (e muito mais), sofreu todos os tipos de maltratos, que o tornaram um poço sem fundo de ódio, raiva e violência.

Bella é a aristocrata que foi sequestrada em Amante Eterno e, ainda nas mãos do redutor, sofreu violência depois de violência, chegando a temer perder sua própria identidade em meio a tanta feiúra.

Em um busca desesperada, ela é resgatada pelo Zsadist e agora deve lutar para se recuperar de tudo o que aconteceu com ela e, assim, conseguir salvá-lo também.

É uma estória cheia de amor, sofrimento e paixão, que levará você numa viagem apaixonante e violenta pelo mundo dos vampiros.

Quem curte livros mais suaves, talvez estranhe o ritmo do livro, mas é impossível não gostar.

Você vai ter que se preparar para o sofrimento, porque ele vem em dose cavalar.Também é uma estória abarrotada de romance e absurdamente linda. Acompanhar o desenvolvimento emocional do Zsadist é quase uma honra. Ver a Bella ensinando a ele que o corpo e o sexo não são sujos, que as coisas que ele sente e faz com ela não são ruins é absurdamente encantador.

Os outros personagens da Irmandade também aparecem, fazendo você  rir, chorar, sofrer e se emocionar como só uma estória bem escrita consegue.
Vemos o Butch cada vez mais apaixonado pela Marissa, ela dizer coisas que nos faz perceber que o sentimento é recíproco e nos faz torcer ainda mais pelos dois.

Mas nem só de alegrias, romances e amor vive a Irmandade. Uma enorme desgraça se abate sobre eles, fazendo todos sofrerem e o paraíso virar o inferno.


Para vocês terem uma ideia de como o livro é empolgante, mesmo já tendo lido a estória, eu li 70% dele em menos de seis horas. Só parei porque ficou escuro e a lâmpada da lancha era tão fraquinha que não conseguia ler absolutamente nada.
Vale a pena ser lido pelo romance, pela ação, pelo drama, pelo erotismo, por absolutamente todo e qualquer motivo que você possa atinar.
Recomendadíssimo!

Se quiser saber o que eu achei dos outros dois livros, clique aqui.Sinopse: Nas sombras da noite em Caldwell, Nova York, desenrola-se uma sórdida e cruel guerra entre vampiros e seus carrascos. Há uma irmandade secreta, sem igual, formada por seis vampiros defensores de sua raça. Dentre eles, Zsadist é o membro mais assustador da Irmandade da Adaga Negra. Tendo sido por muito tempo um escravo de sangue, Zsadist ainda carrega as cicatrizes de um passado repleto de sofrimento e humilhação. Conhecido por uma fúria que não acaba e por atos sinistros, ele é um selvagem, temido igualmente por humanos e vampiros. A raiva é sua única companheira e o terror, sua única paixão... Até que resgata uma bela vampira das garras da maligna Sociedade Redutora. Bella sente-se imediatamente enfeitiçada pela ardente força que emana de Zsadist. Entretanto, mesmo quando o desejo de ambos começa a consumi-los, a sede de vingança de Zsadist contra os torturadores de Bella o leva à beira da loucura. Agora, Bella deve ajudar seu amante a superar as feridas de seu atormentado passado e vislumbrar um futuro ao lado dela... 

sábado, 9 de outubro de 2010

Viagens da Ba: Belém - Santarém - Itaituba...dá pra ligar o ar?

Oie Gente!!

Vocês devem ter reparado que nos últimos dias as atualizações do In Death estão meio inconstantes.
Isso é porque eu voltei a viajar a trabalho pelo interior do Estado.
Sim, sim, querido leitor, pode rir. É claro que Murphy voltou a atacar assim que eu deixei Belém.

Seriado de hoje: Viagens de Ida
Episódio: Eu Me Sinto Uma Quentinha

Saí de Belém dia 05 e fui para Santarém de avião. Voo no horário, viagem tranquila. Comecei a achar que Murphy tinha ido perturbar outra vítima.
Cheguei em Santarém numa boa, fui pro trabalho direto do aeroporto e não tive nenhuma surpresa desagradável no caminho.
Ainda ganhei o presente de ficar hospedada em Alter do Chão, que é uma das praias mais lindas do Pará.
E, fora o calor (que no oeste paraense deixa o calor em Belém parecendo uma brincadeira), tudo estava ótimo!
As pessoas me receberam bem na agência, todo mundo é bem divertido e o trabalho vai fluir bem rapidinho.

Você deve estar se perguntando o porque de uma viagem tão tranquila render um "Viagens da Ba", certo?
E a resposta, meu querido leitor, é que aí em cima está só a primeira parte da minha viagem.

Dia 06 nós tínhamos que ir para Itaituba e é que começou a aventura.
Tínhamos duas opções: ir de lancha ou de ônibus. O problema? Nenhum de nós sabia como seria mais tranquilo. Uns diziam que deveríamos ir de lancha, porque "as paisagens são lindas, é mais seguro e a estrada está uma desgraça". Outros que deveríamos ir de ônibus, porque "chegava lá pela manhã e não no meio da madruga e de lancha é muito mais demorado".

Aí, resolvemos optar pela lancha. Afinal, barco, vento, água... fresquinho e ventilado, certo? Errado!
Foram as mais longas, quentes, desconfortáveis e terríveis oito horas da minha vida.
Eu sei, eu sei. Eu sempre digo isso. Mas é que Murphy adora inventar novas maneiras de me atormentar e crias remakes de "Oito Horas de Terror" pra mim. E não sei qual é a modificação no continuum espaço-tempo que sempre faz minhas viagens terem oito-longas-horas de duração.

Está se perguntando ainda o porque do título do episódio?
Eu explico: uma envoltura de alumínio (a lancha) + tudo apertadinho (o espaço entre as cadeiras era minúsculo até para as minhas perninhas de baixinha) + calor = eu me sentindo uma quentinha! Segundo meu companheiro de calvário, só "não azedamos porque tinha água!".
Não, gente, como é que podem cobrar R$ 69,00 por uma viagem daquelas?

O troço era quente. Muito quente. Tinha janelas enormes, mas como as cadeiras eram muito baixas, o vendo simplesmente não batia nas pessoas! Tïve que me sentar no braço da cadeira pra pegar uma leve brisa no rosto.
Resultado: cheguei em Itaituba exausta, suada, com fome (o troço também não faz parada nenhuma pra comer!!) e xingando o doido que disse que era mais confortável ir de lancha! O desgraçado só não está morto porque viajou no feriado! Mas deixa, deixa ele voltar quarta! Vai morrer!!
Incrementando ainda mais a felicidade da viagem, a lancha não fazia mais barulho por falta de espaço.
Era uma zuadeira de água, motor e vento que eu quase arranquei os cabelos enquanto tentava me concentrar pra começar a ler.

Pra completar tudo, se eu dizia que Belém é a filial do inferno, Itaituba, querido leitor, o Inferno é a filial!
Que lugar quente!!!
É bem verdade que a vista do hotel era maravilhosa. Ficamos de frente pro Rio Tapajós, próximo a Praia do Meio, que é um praia (como diz o nome) bem no meio do rio.

O bom é que, como não me restava outra opção que não fosse me jogar na água, li 70% de "Amante Desperto", sem ninguém me interromper ou ter que parar pra qualquer coisa, na ida pra lá. O resto do livro eu li nas duas outras noites, rendendo ele até dizer chega hehehe.

Tão achando que acabou aí??

Seriado de Hoje: Viagens de Volta
Episódio: Zé da Praga e O Pintinho

Depois de todo esse sufoco, trabalhamos por dois dias seguidos que nem dois malucos, já que tínhamos ainda duas outras cidades pra ir.
Resolvemos voltar de ônibus, já que naquela lancha não viajo mais nem de graça.
Aí, depois de oito horas de calor na ida, imaginei que minha volta fosse ser calminha, tranquila. Mas, evidentemente, minha sorte me odeia e Murphy me ama.

Voltei num ônibus bem geladinho (o/), mas com um pentelho do meu lado que ficava falando alto no celular, perguntando como eu conseguia ler com aquelas letrinhas miudinhas no celular (esse povo tem fixaxão???) e dizendo que eu ia congelar até a morte de tanto frio que ia fazer. (haja praga, hein??) O Ze da Praga não calava a boca. Ficou conversando com um senhor até quase onze da noite. Alto. Muito alto. Deus salve quem inventou os celulares com Mp3, os cartões de memórias de 4Gb, as baterias de lítio e os fones de ouvido! Eu estaria, hoje, na cadeia, se tivesse que ficar aturando aquela conversa aos berros sobre o preço dos impostos, a queda do boi gorto e o quão barato está o esterco de vaca...

Quando eles resolveram calar a boca já eram quase meia noite.
"Ah, silêncio, doce silên-- piu-piu-piu. Mas que...?!"
É isso mesmo, querido leitor, que está aí, rindo das minhas desgraças, tinha um pintinho dentro do ônibus!
Isso, pode rir. Quem se importa? ¬¬"
Acho que 1/4 do ônibus se
assustou quando o pintinho começou a piar.
Fala sério, né? Um pintinho?? Ainda bem que a mulher desceu bem rapidinho, ou o pintinho dela ia virar frango a passarinho com o motorista estressado. rs

Pois é, querido leitor, essa foi mais uma das minhas Aventuras Pelas Estradas. E, acreditem, não será a última. Ainda vou para Oriximiná esse ano. E essa, há, vai ser... de navio... O.o
Até a próxima! Ou não...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Resenha #90 - Nora Roberts - Protegido Pelo Porto

Oie Gente,

A resenha de hoje é sobre meu vício interminável, irrevogável e incontrolável: Nora Roberts.
O terceiro livro da Trilogia da Gratidão continua com a incrível estória dos irmãos Quinn, dessa vez enfocada a vida do Philip.

Assim como os outros irmãos, a infância dele não foi nada fácil. "Morreu" aos treze anos, depois de uma vida infernal. Quando conheceu Stella e Ray Quinn, decidiu que iria aproveitar a boa vida, roubaria tudo que pudesse e daria no pé assim que ficasse bom. Mas ficou completamente apaixonado por ela e se tornou o mais novo membro dos Quinn.

Entrou pra faculdade, refinou-se e mudou tudo o que pode para ficar diferente do garoto maltrapilho que levou dois tiros no meio da rua.

Sybill cheia a St. Chris cheia de mistérios e foi se envolvendo na vida dos Quinn, começando a ganhar a confiança deles e a fazer parte da família. Mas os comentários, notas e telefonemas que ela dá deixam claro que ela esconde algo e que tem tudo haver com o passado do Seth.

É nesse livro que, finalmente, descobrimos toda a verdade sobre a adoção, se ele é ou não filho do Ray e se conseguirá se livrar daquela praga da mãe dele e ficar, de vez, na família.
E a Sybill é peça fundamental nessa fase da estória.

É um livro bem dramático e bem romântico, daqueles que te fará chorar, rir, xingar e percorrer toda a gama de emoções humanas durante a leitura.
Muito, muito, muito bom!!

Recomendadíssimo!!

Apesar da sinopse dizer que esse é o último livro, essa trilogia é composta de quatro livros e um conto. Semqana que vem falo do último livro, Resgatado Pelo Amor e o conto, O Natal dos Quinn, fica pra semana que vem.



Sinopse: No terceiro e último volume da Trilogia da Gratidão, os três homens que se uniram num momento de necessidade, a fim de honrar o último desejo do pai, estão novamente reunidos. A família Quinn nunca esteve tão fortalecida. Entretanto, os meses passam, e a sua força e união são colocadas em teste, mais uma vez.
Phillip Quinn fez de tudo para sua vida parecer perfeita. Com uma carreira bem-sucedida e um apartamento com vista para o mar, em Baltimore, sua vida nas ruas ficara definitivamente para trás. Entretanto, bastou olhar para Seth, e Phillip recordou o menino que ele próprio fora no passado.Phillip pretendia cumprir a promessa que fizera ao pai em seu leito de morte, razão pela qual considerava Seth como uma obrigação. Jamais imaginara que pudesse vir a amar o menino. Em pouco tempo, sua promessa ao pai deixou de ser apenas uma obrigação. E o futuro de Seth como membro da família Quinn parecia assegurado... até que uma estranha chega à cidade. Ela alegou estar fazendo pesquisas na pequena St. Christopher para seu novo livro, mas o verdadeiro objetivo de suas observações são os Quinn. Reservada e distante, ela deixa Phillip intrigado. Ele está determinado a desvendar as suas verdadeiras intenções, mas ela esconde um segredo que tem força o bastante para ameaçar a vida que os irmãos haviam preparado para Seth. Um segredo que pode separar a família... para sempre.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Resenha #89 - Mary Janice Davidson - Tratamento Real

Oie Gente!
Primeiro, imagine que o Alasca é um país governado por um monarquia. Agora, imagine a família real mais absurdamente irreal possível.
Um príncipe herdeiro viciado em pinguins, um rei que adora se fantasiar de pescador e mais uma coleção de príncipes e princesas com as manias mais estranhas possíveis!
Imaginou? *Essa* é a Família Real do Alasca!

Pra completar, o Rei resolve que encontrou a princesa perfeita pro príncipe herdeiro. O problema? Ela não leva o menor jeito pra isso!
Tratamento Real é uma mistura incrível de romance e comédia, temperado com uma pitada de suspense.

Como o livro é bem pequeno, não da pra falar muito sem soltar spoiler... então vou dizer só que você vai se divertir muito com Tratamento Real, que a Christina é completamente maluca, que o David as vezes parece um bobão e o Nicholas é o príncipe mais pestinha que eu já li.
É uma ótima pedida pra quem quer passar algumas horinhas divertidas, com uma estória leve e sem grandes arroubos emocionais.
Recomendo!!

OBS: Se você resolver ler, recomendo que leia a tradução não oficial, visto que a tradução oficial do livro está cheia de cortes.
Sinopse: Imagine que o Alaska é um país e vivemos essa realidade, onde há uma Família Real que, embora viva em um palácio do Juneau, está habitado por gente prática. O rei, mais que ninguém, desfruta sendo “normal”, deixando a barba crescer e capitaneando, incógnito, um navio de pesca. Durante uma de suas travessias decide que sua companheira de viagem seria a esposa perfeita para seu filho mais velho, David.
Christina é uma alma errante, só no mundo, que não só acaba no palácio, mas sim logo é acolhida como um membro a mais da família. Ela e David brigam constantemente, mas a verdadeira crise chegará no dia depois de suas bodas.
Que difícil é acreditar (quando consegue aceitar, em sua imaginação, que o Alaska é um país) e que alguém como Christina possa ser uma princesa: uma princesa com a linguagem de um marinheiro. A diversão está assegurada com este casal de personalidades tão distintas.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

In Death Comenta IV: Resident Evil 4 - Afterlife - 3D

Oie Gente,

No In Death Comenta de hoje vou falar sobre o mais novo lançamento da série, Resident Evil: Afterlife.
Para quem não conhece a série, vai uma explicação básica: um vírus usado como arma biológica por uma empresa, a Umbrella,"vasou" das instalações para o mundo, iniciando o Apocalipse.
A pandemia não foi controlada, matando 99% da população mundial. Para piorar, os mortos não continuaram mortos. O planeta é tomado por zumbis e os sobreviventes, além de terem que lutar contra eles, também precisam lutar contra os cientistas e donos da Umbrella, que querem continuar os experimentos com o T-Vírus usando-os como cobaias.

A série de filmes é uma adaptação de uma série de jogos de mesmo nome. A essência dos jogos foi preservada nos filmes, mas os personagens, as estórias e os ritmos não tem nada em comum.
Se eu for analisar o filme como uma adaptação, teria que dar um enorme zero, já que não tem quase nada haver com os "roteiros" dos jogos.
Mas como um filme de ação, ele é absurdamente incrível.
As cenas são rápidas, a violência é na medida certa e as tomadas foram tão bem-feitas que você não vê quase nenhum erro de continuidade.

Quem puder ir assistir a versão 3D, vá, porque esse realmente vale a pena.
Os efeitos ficaram absurdamente incríveis. Uma das melhores cenas é um zoom in, que você tem a sensação de que está girando junto com a câmera. Meu afilhado ficou até zonzo nessa hora! hehe
As cenas de ação ficaram ótimas. As atrizes conseguiram fazer as sequências sem dar a impressão de que eram um monte de robozinhos amarrados. *risos*
Não gostei muito das partes "mamãe quero ser Matrix", com aquelas "congeladas" nas cenas pra ver o caminho das balas. Isso já tá muito batido. *risos*

Mas, fora isso, o filme prendeu minha atenção do início ao fim e, como toda boa série, deixou um final com gosto de "aí vem mais".

A trilha sonora do filme é absurdamente incrível! As músicas escolhidas temperam as cenas muito bem, fazendo sua adrenalina subir e o coração disparar nos momentos certos!
Pra quem gosta de ação, recomendo!

Para assistir ao vídeo, clique no botão original, escolha o idioma da legenda e aguarde.
As legendas foram criadas usando o sistema do Projeto Universal Subtitles.
Quem quiser conhecer um pouco mais sobre os filmes e jogos, o site Revil é cheio de informações.

Elenco: Milla Jovovich, Ali Larter, Spencer Locke, Jason O'Mara, Wentworth Miller, Shawn Roberts, Boris Kodjoe, Kim Coates, Sienna Guillory.
Direção: Paul W.S. Anderson
Gênero: Terror
Duração: 97 min.
Distribuidora: Sony Pictures

Sinopse:
Em um mundo devastado por um vírus mortal, Alice continua sua jornada para encontrar e proteger os poucos sobreviventes que restaram. Lutando contra a Umbrella, a guerra se torna mais violenta e ela recebe ajuda inesperada de uma velha amiga.

O único lugar que ainda permace aparentemente seguro é Los Angeles, até que a cidade é invadida por milhares de zumbis que trarão terror aos poucos vivos que ainda restam, Alice está prestes a entrar em uma armadilha mortal.

sábado, 2 de outubro de 2010

Resenha #88 - Lisa Marie Rice - Midnight Man

Oie Gente!

Passei esse livro da frente da pilha depois de uma indicação de que ele era incrível.
E não é que ele é?
O livro é muito bem temperado, a estória tem um ritimo rápido e cheia de ação, fazendo da leitura uma aventura ótima.
É um romance erótico, envolvente e delirante.
Os personagens se encontram, se conhecem e tem o encontro amoroso mais intenso, frenético e explosivo dos últimos tempos.
Mas não é um encontro amoroso qualquer, daqueles que você diz boa noite, deita e dorme.
Nope!
A coisa é tão intensa, tão alucinante... que faz o coração disparar, a respiração falhar e o corpo, tremer.
O suor escorre pelo corpo na mesma proporção que  a paixão animal aumenta e o prazer é tão intenso que beira a dor.
Já deu pra ter uma ideia da intensidade da coisa, né? 

Os dois personagens são opostos completos, fazendo tudo ficar ainda mais intenso. Suzanne é uma designer de interiores que tem uma vida pacífica e controlada tediosa  e John é um ex-seal que está expandindo a empresa. Ele aluga parte do prédio dela e fica tomado pela luxúria assim que a vê. E nesse instante de paixão avassaladora ele decide que ela será dele. Ai, ai...

Para compensar toda essa luxúria animal, Suzanne se vê repentinamente alvo de assassinos profissionais. Os dois precisam correr contra o tempo pra descobrir quem a quer morta. E será uma fuga alucinante!
A estória tem momentos super engraçados, emotivos e suaves, como a cena dos dois na véspera de Natal.
Também tem partes que farão você sofrer, quando descobertas repentinas podem mudar o futuro dos dois para um rumo que nenhum deles imaginava.

Então, se você gosta de um bom romance erótico, com um toque de ação, leia Midnight Man. Você vai amar!

O livro não foi publicado no Brasil, mas foi traduzido por um grupo de fãs.

Até a próxima!

Sinopse: O novo cliente da decoradora de interiores Suzanne Barron é o homem mais perigosamente sexy que conheceu em sua vida. O comandante da marinha John Huntington, um antigo Seal (aliás, “Midnight Man”) trabalha melhor na escuridão. A poucas horas de conhecê-lo Suzanne tem sexo selvagem e sem inibições com John, depois entra em pânico pela profundidade de sua apaixonada resposta a um guerreiro tão poderoso e perigoso. Suzanne não é das que têm esse tipo de sexo. John é, definitivamente, alguém a quem tem que evitar para sua tranqüilidade de espírito. Mas quando os assassinos vêm atrás dela, Suzanne sabe que só pode recorrer a um homem. John cuidará dela e a protegerá. Mas quem a cuidará e a protegerá de John?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Resenha #87 - Diana Palmer - Sempre Te Amei

Oie Gente,

A resenha de hoje é sobre outro clássico Diana Palmer, continuação de Coração Desafiado, Sempre te Amei.
Dessa vez o irmão biscoito que protagoniza o livro é o Simon. E, juro, se ela já criou um personagem mais tapado do que esse eu ainda não li.
A Christina passou anos apaixonada por ele, mas casou com o melhor amigo, John, que era um absoluto, completo e total duas caras E ainda por cima resolveu morrer, fazendo o pateta do Simon culpá-la por isso!
Quando você (e o pateta) descobrirem a verdade, desejarão dar com uma frigideira na cabeça dele!!

Acho que ele passa a maior parte do livro procurando maneira depois de maneira de pensar mal dela. O cérebro dele parece ser programado pra distorcer as coisas mais simples e comuns, tornando tudo sujo e malvado. Ô homem complicado!!! grrruuu!!!!

A estória tem uma cena absurdamente pastelão, com uma tentativa de "assassinato" digna dos Três Patetas!
Assim como todas as cenas da "vítima" farão você rir o bocado!!

O livro é pequeno, são menos de cem páginas, então você o lê em meia horinha.
Mas, depois de ler o livro todo, juro, se eu fosse a Christina, largaria esse Simon babaca e fugiria com o Charles!!

Diana, você me paga! Só você pra criar um mocinho tão bandido! E ainda me fazer ficar com pena dele!!!
Hunf!

Sinopse: Jamais permitirei que uma mulher more no meu coração.
Eram as palavras de Simon Hart, texano, alto, teimoso, gênio insuportável e coração de pedra. Ele juraraque se manteria para sempre afastado de relacionamentos amorosos. Mas todo homem tem uma fraqueza, e sua era a bela e sedutora Christina Beck. Simon rotulara a brilhante socialite como uma conquistadora sem escrúpulos, com uma arrogante conduta a respeito do casamento, até que descobriu que ela secretamente reservara todo o seu amor para ele. Contra a vontade, Simon tornou-se prisioneiro da gloriosa presença de Christina, e cada gesto dela o tocava como uma doce e bem-vinda carícia. Entretanto, sabia que a recatada virgem não renderia suas noites a ele... a não ser que Simon se tornasse seu amado!