segunda-feira, 29 de novembro de 2010

In Death Convida #02 – André Resenha: Como Treinar Seu Dragão

Oie Gente,


Ganhei da Intrísica o livro "Como Ser Um Pirata", que é o segundo livro da série "Como Treinar Seu Dragão".
Já tinha o primeiro livro, mas estava com a vida muito corrida e acabei atrasando a leitura.

Como estou tentando criar mais um viciado no mundo, aproveitei que fiz semana passada o primeiro In Death Convida, com a Fe resenhando o livro da Bree, e usei a desculpa de precisar da ajuda dele pra resenhar o livro pra ver se ele caia no vício de vez.
Tenho que dizer que ele leu o livro num tapa! Menos de uma semana e ele já estava pedindo o segundo livro.

Dessa vez a vítima é o André, meu afilhado.
Leve em conta que o pequeno-futuro-viciado tem 12 anos, hein?
E que é a primeira resenha que ele faz hehehehe
Espero que vocês se divirtam!
Ah, como eu vou ler o livro também, nenhuma das perguntas tem spoiler, então podem ler tranquilinhos. hehehe

E aí, André, o que foi que você achou de "Como Treinar seu Dragão"?
André: É um bom livro, pois apresenta umas imagens ilustrativas, que te fazem a ter a mesma imagem que o autor do livro tem, das personagens. Tem aventura e momentos que te fazem rir (Bom, eu pelo menos hahaha) e momentos que te deixam vidrados.

Você ficou ligadão no livro?


André: Em certas partes sim. Mas tem certas partes que são um pouco chatinhas... mais no geral sim!

Te empolgou durante a leitura?

André: Olha... não... (Haha) mas é bem legal de se ler.

Resume um pouco o livro pra mim... é cheio de desgraça ou tem uma boa dose de aventura?

André: Tem partes que ele te faz pensar que houve desgraça, mas sempre acontece algum milagre (SEMPRE!) e sim, tem uma boa dose de aventura, uma boa aventura, eu diria.

Conta pra mim quem são os personagens do livro.


André: Bem, tem o ''Soluço'' que é o principal. Ele é filho do ''Chefe''. Tem o ''Perna-De-Peixe'' que é o melhor amigo de Soluço, tem o ''Melequento'' que é o primo másculo de Soluço, mais que não o respeita e nem dá valor. Tem o ''Bafoca de maluquício'' que é amigo de Melequento, e companheiro de briga, ''Stoico'' que é chefe da tribo. ( Tem mais, mas esses são os principais)

Eles são engraçados?

André: Alguns são burros, alguns fazem comentários engraçados... então eu acho que alguns são engraçados sim!

Qual deles você mais gostou?

André: Do Perna-De-Peixe.

Por que? O que é que ele tinha de diferente?
André: Ele era bem engraçado, e era bem esperto. E tinha alergia a dragões, o que chega a ser irônico.

No geral, você recomendaria o livro?
 
André: Sim.

Por que? 
André: Por que é um livro bom de se ler, é engraçado e curioso. Eu gostei ^.^

Bom, deu pra ter uma ideia do livro, né?
Eu peguei ele pra ler essa semana e vamos ver se vou me divertir com os livrinhos da série.
Até mais!

Sinopse: Conheça Soluço Spantosicus Strondus III: a Grande Esperança e o Herdeiro da Tribo dos Hooligans Cabeludos - mas um garoto sem qualquer talento para liderar. "Como Treinar o seu Dragão" conta a tumultuada jornada de Soluço em sua iniciação como um legítimo guerreiro viking: junto com os outros garotos da tribo, ele precisa domesticar e treinar o dragão mais feroz e assustador que for capaz de capturar. Em vez disso, Soluço acaba com o menor dragão que já se viu - e, para piorar, o animal é teimoso, impossível de ser adestrado e completamente banguela. Começa aí a aventura do mais encantador e improvável dos heróis e de seu dragão muito mal-educado.
Inteiramente ilustrado, com muita ação e o tipo de humor que arranca gargalhadas até dos mais carrancudos, "Como Treinar o seu Dragão" é o primeiro livro de uma série que é sucesso mundial, que inspirou o filme de animação cotado como uma das estreias mais importantes deste ano.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Resenha #103 - Elizabeth Chandler - Beijada por um Anjo

Oie Gente,

Recebi da Novo Conceito vários livros nos últimos meses. Um deles foi "Beijada por um Anjo". Como eu tinha vários livros que não eram de série e eu não gosto de sofrer esperando continuações, deixei o livro guardadinho até receber o segundo e chegar perto da data de lançamento do terceiro.
Ontem eu finalmente peguei Beijada por um Anjo para ler.
Sentei eu, meu marca páginas do Romances in Pink e uma montanha de passas. eu sei, eu sei... eu sou cheia de manias... fazer o que!
Li as 264 páginas do livro em menos de quatro horas e passei por inúmeras situações durante a leitura.

Os três primeiro capítulos me deixaram um pouco confusa, já que passado, presente e futuro estavam muito misturados.
Por conta disso, não digo que foi amor a primeira letra, mas uma conquista suave, lenta.
Fiquei imaginando se não foi proposital, já que o amor dos personagens foi crescendo de maneira tão natural e discreta quanto o meu encanto pelo livro.

Quando isso finalmente aconteceu, me vi tão ligada a estória que a leitura fluía naturalmente. As páginas passavam e eu nem sentia. A cada nova revelação você se vê envolto ainda mais, dividida entre a emoção de ver um primeiro amor florescer e a dor de ver a morte chegar.

A estória é linda, o romance entre os personagens é super fofo e a tragédia que abala todos te deixará com os olhos cheios d'água.
Uma coisa que eu percebi é que você tem que ficar atento aos detalhes. Dicas muito sutis são dadas ao longo do enredo que, se perdidas, deixarão você se perguntando o que foi mais que deixou escapar.

Logo após os acontecimentos, já estava desconfiada que alguém muito... ruim... estava por trás de tanta desgraça.
Não era possível tanta tragédia em tão pouco tempo ser somente obra do acaso.

As cenas da Ivy revoltada são... doloridas. É difícil lê-las e saber que ela esta sofrendo pelas duas coisas. Não bastasse a perda, também existe a perda da fé que tão feliz a manteve.
O Philip me surpreendeu, sabendo que o que a irmã iria fazer só a faria sofrer depois. Achei tão bonitinho o que ele fez.

O Tristan protagoniza cenas absurdamente cômicas. Os micos que ele paga para chamar a atenção da Ivy me fizeram quase morrer de rir.
A mesma coisa é ele brincando com o Philip. Não sabia qual dos dois era mais criança.

O Gregory, apesar de entender um pouco o quão difícil é a situação dele, foi um dos personagens que mais me deixou com o pé atrás.
Não sei, me parecia o tempo todo que ele fingia ser o que não é. É quase como se todos os atos dele fossem cuidadosamente ensaiados, para dar a atender que ele não era assim tão ruim. Também fiquei com a pulga atrás da orelha com os comentários do Philip no começo do livro.

Os outros personagens secundários deixam coisas no ar, fazendo você se perguntar o que ainda será revelado sobre cada um deles.
Alguns são bem irritantes Eric! Eric! e eu não gostei deles nenhum-cadinho-de-nada!

Adorei a estória toda e já estou lendo a continuação, "A Força do Amor". Vamos ver se meus palpites estão corretos!!

Até mais!

Se você gostou da resenha, participe do Sorteio Especial de Fim de Ano. Quem sabe não leva os dois kits para casa??

Sinopse: Beijada por um anjo é o primeiro volume da série, escrita por Elizabeth Chandler. Ivy sempre acreditou em anjos… Quando ela conhece Tristan, descobre que ele é o amor da sua vida. Quando ele morre, seu coração está quebrado e sua crença em anjos desaparece. E sem essa crença, ela é incapaz de sentir a presença de Tristan, quando ele retorna – como um anjo.Agora, Ivy está correndo um terrível perigo, e Tristan está lutando para salvá-la. Como ele conseguirá protegê-la se ela perdeu a fé em anjos?E se ele conseguir salvá-la, ele terá terminado sua missão aqui na terra e terá que partir para sempre deixando-a para trás. Afinal, Salvar Ivy seria o mesmo que perdê-la justamente quando consegue reencontrá-la?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Resenha #102 - Laura Elias - Lua Negra

Oie Gente,

Vocês lembram que eu falei na resenha de Crepúsculo Vermelho que tinha ficado igual aquelas crianças chatas perguntando se já tava chegando?
Pois é, dessa vez eu fui uma criança muito, muito sem educação,.Porque eu queria esganar a Laura quando acabei de ler Lua Negra!
Com aquela cara de boazinha que ela tem, como ela termina o livro daquela maneira e me deixa aqui, morrendo de curiosidade????
E como é que ela me cria mais um personagem pra me deixar caidinha???

Além do Simon-super-envolvente, do Bill-rock-star-encantador, agora temos o Christian-lindo-de-morrer.
Christian é aquele vampiro que o Bill salva no primeiro livro e que, nesse, tem uma participação muito importante no futuro dos personagens.

A autora explicou uma boa parte da história deles, nos permitindo ver que os mocinhos não são tão bonzinhos e os vilões não são sem noção. Cada um teve um motivo e uma história que os tornou o que são agora.

Tem muito mais drama do que no primeiro, com cenas de ação, violência extrema e muito, muito sofrimento.
A Megan da um montão de "bolas fora" típicos de adolescentes, sendo impulsiva, sem juízo e se metendo em milhões de confusões por conta das escolhas que faz.
Quando ela resolve que é melhor mentir do que preocupar as pessoas que ela ama, nossa, aí mesmo é que ela se mete em uma encrenca das grandes!
Ô vontade de dar uns cascudos nessa menina!

O Bill também não fica atrás. Por medo, insegurança, trauma ou o que quer que seja o motivo que ele dê, resolve manter seus segredos e causa mais mal que bem.
A Laura finalmente nos revela boa parte da história envolvendo os personagens da banda, e, como eu disse, mesmo com todas as tragédias ela não pinta nenhum deles como coitadinhos ou 100% vítimas. Todos acertaram e erraram em alguns momentos.
Ela também deixa várias situações no ar, com visões e opiniões contrárias por parte dos personagens, fazendo com que duvidemos de tudo e de todos.

 A Alice cresceu muito nesse livro e é uma das maiores surpresas. Ela revela coisas que nenhum de nós imaginava no primeiro livro, fazendo tudo ficar ainda mais interessante. Assim como ela, muitos dos personagens secundários são explorados nesse livro, nos dando um entendimento maior da mitologia da série e nos permitindo entender coisas que no livro anterior ficaram incógnitas.

Vários novos personagens surgem, alguns com informações reveladoras e outras que farão você ficar de queixo caído.
É uma continuação maravilhosa e só o que me irrita é saber que ainda vou levar meses para ler o seguinte!!
Algumas das passagens do livro farão os manteiga derretida eu! eu! morrer de chorar ou suspirar até o esgotamento.
Temos cenas e situações típicas de adolescentes, que ajudam a manter o realismo da idade das personagens femininas.

As cenas entre o Bill e a Megan estão mais românticas, mais adultas e mais quentes. hehehehe
Os dois também protagonizam cenas absurdamente hilárias, mantendo o clima leve e divertido.
Se eu pudesse, ficaria aqui falando e falando, porque o livro foi muito bom de ler.
Mas isso estragaria a surpresa que vocês terão ao lê-lo e, isso, eu realmente não quero fazer.

Li ele numa tarde só e me diverti muito me fez cair na gargalhada mesmo morrendo de dor lendo.
Quem for ler, prepare o coração para um final de matar! e tapem as orelhinhas das crianças para não ouvirem você xingar a Laura por também te matar de curiosidade!!! XD
Recomendo!!

Sinopse: Após ter sido salva das garras da morte pelo sangue de seu amado Bill Stone, a jovem Megan Grey se vê às voltas com o misterioso avanço de criaturas monstruosas, que deixaram o gélido Ártico rumo à cidade de Red Leaves. Por alguma razão, a aproximação de tais criaturas está criando o pior inverno de todos os tempos no Hemisfério Norte. Como se isso não bastasse, Megan enfrenta transformações no próprio corpo, que ameaçam substituir sua natureza humana por outra, animalesca e totalmente selvagem. Gigantes ancestrais, vampiros, rovdyrs, ódios e segredos milenares, temperados por uma paixão que atravessou vários séculos unem-se no segundo volume da Saga Red Kings, lançando a jovem Megan em um abismo de sombras, onde somente morrendo ela poderá continuar viva.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

In Death Comenta V: Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte I

Oie Gente,

AVISO: Essa postagem contem spoilers do livro Harry Potter e as Relíquias da Morte e do filme Harry  Potter e as Relíquias da Morte - Parte I.

Eu sou uma criatura de hábitos e manias. Por conta disso, quando eu crio uma tradição é muito, muito difícil deixar ela ir embora. 
E uma das minhas tradições é ir, sempre, as estréias de Harry Potter.

Dessa vez não foi diferente. Assim que abriu a venda eu fui ao cinema garantir minha entrada. Não comprei para a de meia-noite porque a ideia da barulheira que a molecada faz me deu dor de cabeça. hehe

Mas hoje, meio dia, estava eu lá firme e forte.
Comprei pipoca e fomos todos nós ver o filme. Começou no horário, o cinema não estava lotado, os Pottermaníacos eram minoria.

Eis que começa o filme.
Nem mesmo cinco minutos e eu já estava revoltada com a Warner.
Como assim, eles cortam a parte da família se despedindo? Tanta coisa para cortar, foram cortar logo isso!!!

O filme mostra bem o lado sombrio do livro, com cores escuras e quase sem luz. Minha mãe disse que achou tudo muito lúgubre e muito parado.
Eu já achei que combinou com o que estava acontecendo, já que o mundo da magia estava sendo destruído e desgraça depois de desgraça acontecia.

A cena da Hermione com a família ficou simples e maravilhosa. Impossível não se emocionar nessa parte.
A briga do Rony com os dois ficou ótima também, a maquiagem deixando evidente o quanto a relíquia o estava afetando.

Gostei do filme como um filme, mas, como adaptação, realmente deixou um pouco a desejar.
Vamos ver se no próximo eles se redimem e não cortam tanta coisa boa.
Até mais!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Resenha #101 - Laura Elias - Crepúsculo Vermelho

Oie Gente,

Umas semanas atrás eu contei aqui que ganhei Crepúsculo Vermelho e Lua Negra no blog da Carlinha.
Já estava curiosa para lê-los, então quando ganhei no Sonho me empolguei ainda mais.
Li a sinopse e, por alto, o livro me lembrou muito vários outros que já li e resenhei.
Garota normal, vampiro/anjo/ser místico gostoso e tudebão...
Me perguntei se os personagens seriam parecidos, se me deixariam confusa.
A vontade era de ler logo o livro, mas entre a correria da semana, a arrumação para a viagem, só pude ler ele direito dentro do avião.

Comecei a leitura e, ainda nas primeiras páginas, uma coisa não saía da minha cabeça: "Finalmente uma mocinha esperta!"
A Megan não tem nada de boba, saca as coisas bem rapidinho e não deixa você pensando "alooouuu, você não tá vendo aí na sua cara que ele não é nada disso que parece???"

Ela é uma adolescente como outra qualquer, tem suas inseguranças, seus momentos de rebeldia com os amigos, de querer ficar sozinha no quarto e até de querer matar o irmão menor.
A família dela não é nada normal (como a de todo mundo!! rs), tem seus problemas, suas dificuldades e suas superações, dando uma cara bem realista a estória.

Quando comecei a ler Crepúsculo Vermelho já tinha lido várias resenhas sobre ele. Também li algumas sobre a continuação, Lua Negra. Então acabei pegando um spoiler aqui e outro acolá e tinha uma ligeira ideia do que aconteceria com alguns personagens. Apesar de normalmente isso me deixar desesperada (eu já abandonei livros pelos spoilers estragarem o mistério da estória), nesse caso me deixou ainda mais curiosa.

Durante as primeiras noventa páginas do livro eu parecia aquelas crianças chatas dizendo "Mamãe, já chegamos?" Mas, no meu caso, eu dizia "Laura, cadê o Bill??"
Afinal, eu sabia que ele teria que aparecer em algum momento e que eles iriam se envolver, mas não sabia se isso era uma coisa boa ou ruim.
Por saber disso, também comecei o livro com uma certa implicância com o Simon. Afinal, eles estava me mantendo longe do meu Bill e atrapalhando a minha curiosidade.
Aí ele começou a demonstrar que ele não era tão ruim assim e, como a Megan, acabei meio apaixonada por ele.
Até que ele resolveu que sabia o que era bom para a Megan e agiu como um completo bocó. Aí me irritei e fiquei feliz por acontecer o que aconteceu. Hunf!

Quando meu querido (e muito, muito esperado) Bill apareceu, fiquei tão encantada com ele quanto a Megan.
Venhamos e convenhamos, toda adolescente já desejou ter seu próprio rock star ehehhe.

Os acontecimentos do livro me deixavam cada vez mais curiosa. Também me faziam desconfiar que nem tudo poderia ser tão simples, que tudo não poderia ser assim tão básico e óbvio.
Pequenas dicas aqui, outras ali. A autora deixou pequenas migalhas de informação, que só aguçavam ainda mais minha curiosidade e desconfiança.

Por essa e por outras que, mesmo com a falha na revisão do livro por parte, acho, da editora (estou chutando aqui, hein? Sem processos! rs), nada tira a atenção do leitor sobre o desenrolar do mistério envolvendo os Red Kings e Megan Grey.

O livro tem um Q a mais do que os sobrenaturais YA que temos visto e, a meu ver, o Q é a Megan não se deixar enganar tão facilmente e nem ser pateta. hehehe

O Bill é encantador, o Simon é envolvente e eu realmente fiquei curiosa com os personagens secundários e as lascas do passado de cada um que a autora nos deu.
Fiquei feliz por já ter o livro seguinte e não ter que morrer de curiosidade. hehehe
Já estou acabando Lua Negra e essa semana ainda faço a resenha. Mas tenho que dizer que a cada página fico ainda mais curiosa e desejando desvendar o mistério da história do Bill.

Sei que não é um livro de vampiro com os três S (sexo, suor e sangue), mas os dois últimos tem bastante! hahahaha
Para quem gosta do gênero é uma ótima pedida!
Eu li rapidinho, menos de uma tarde, e me diverti muito durante a leitura!
Recomendo!

Quem quiser conhecer mais sobre a série, pode visitar o site da autora.
Tem algumas informações extras lá.
Até mais!!

Sinopse: Megan é uma jovem de 17 anos subitamente envolvida em uma doce e sombria história de amor com Bill, famoso - e misteroso - lider de uma banda de rock. Ela só não sabia que Bill não é uma pessoa comum. Na verdade, ele pertence a um grupo de seres dotados de capacidades incomuns e gosto por sangue humano.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

In Death Convida #01 – Fenana resenha: A Breve Segunda Vida de Bree Tanner

Oie Gente,

Quem frequenta o blog e me conhece sabe que eu detesto preconceitos (sejam eles literários, religiosos, sexuais ou qualquer outro tipo...) e que saber que eu os tenho me enerva...
Por conta disso, tento combater os meus com todas as forças. vide a resenha da "biografia" do Facebook

Mas vocês sabem como eles são teimosos e turrões. Para conseguir desalojar um da mente é preciso muito esforço e exercício.
E um dos mais difíceis de combater, no meu caso, é com a série Crepúsculo.

Eu nunca li, eu não vi os filmes e eu me recuso terminantemente a fazer qualquer uma das duas coisas.
Já olhei no espelho e disse "que feio, Barbara, julgando um livro sem ler!", já entoei mantras dizendo que "preconceitos são tão sem atrativ-uuunnnssss"... mas não resolveu.
Por conta disso, quando ganhei da Intrínseca "A Breve Segunda Vida de Bree Turner" me bateu aquele desespero típico.

Quando vi o livro, minha primeira frase foi: "Nãooo! Não quero ler Crepúsculooo!!!". E por isso fiquei enrolando, enrolando e enrolando a leitura.
Eu simplesmente não consigo ler uma série fora de ordem. É algo inerente ao meu DNA. Tem la um gene dominante que determina que "toda série deve ser lida do primeiro livro ou você ficará louquinha da silva". rs
Mas, como eu leria o livro da Bree sem ler Crepúsulo?  Fui contra todos os meus conceitos e manias e tentei ler o livro sozinho. Aí dei de cara com um super spoiler logo nas primeiras páginas.
Se você me conhece, você também sabe o quanto eu odeio spoilers.
Então, para ser justa com o livro, eu resolvi fazer uma resenha... diferente.

Aproveitei que eu sabia que não iria ler o livro da Bree com boa vontade e criei uma seção nova no blog, a In Death Convida. Nela uma vítima convidada (ou convidado, quem sabe??) irá responder perguntinhas sobre um determinado livro ou evento, dando aos leitores oportunidade de conhecerem coisas que não fazem parte das minhas leituras/aventuras costumeiras.

A primeira vítima boa alma que topou fazer isso comigo foi a Fe, do blog "O Fantástico Mundo da Fran", respondendo um punhado de perguntas e aturando meus comentários politicamente incorretos sobre o livro, dando uma ideia geral do que vocês irão encontrar na leitura.
Para diferenciar uma coisa da outra, meus comentários estão todos riscados hehehe
Abaixo, segue a mini-entrevista que eu fiz com a Fe.

Fefuxa, minha doce vítima, primeiro de tudo, obrigadinha pela ajuda!! Sem você, essa resenha ia ficar empacada o resto da vida!
Agora, hehe, diga-me, o que você achou do livro como um todo? Ele manteve sua atenção? Te empolgou durante a leitura?
Fenana: A história se desenvolve relativamente bem... é bem coesa e coerente, tem lógica entre as cenas.
Mas nada do tipo "se parar de ler agora vou ficar louca para saber o resto."
É aquelas... da vontade de ler, mas não te deixa curiosa. a não ser que você seja um fã pirado por crepúsculo
Os personagens são diferentes dos da saga. Ela tenta colocar os vampiros "malvados" e os recém-criados como máquinas mortíferas incontroláveis. Nesse ponto chega a ser quase patético, porque basicamente os recém-criados são um bando de loucos que vivem se destruindo; são inconsequentes e irresponsáveis e só querem "matar matar matar". jura que tinha sangue?? nossa! rs
Mas não é de uma forma bem escrita/descrita. É uma noção primitiva da violência, que eu não curti.
Além disso, nós temos os "personagens principais", como a Bree, o Diego e o Kelvin que são vampiros comportados. Tem a "sede de sangue que faz matar tudo", mas não são primitivamente violentos. Isso a Meyer defini pela pré-personalidade de cada um, mas é meio bizarro existirem só 3 num bando de 20 que pensam bem, sabe?! E a diferença entre os personagens chega a ser gritante - os três vampiros "comportados" e o resto "primitivo" ¬¬  hum... confesso, estou ficando curiosa hahahaha

E tem chove não molha também?
Fenana: Sim. ¬¬" aff... como assim, vampiro sem sexo??? Eu sou da época que todo livro de vampiro tinha sangue, suor e sexo!! E eles não brilham ao sol!!


O português era simplificado, pra facilitar a leitura?
Fenana: O português era bem simples, a linguagem era bem superficial."

Faço um adendo aqui... dia desses eu reclamei da simplificação do português em Bellissima. E essa resposta da Fe diz exatamente o que eu queria dizer. Em um livro para adolescentes isso é esperado e desejado, porque adolescentes precisam que os livros tenham uma linguagem parecida com a sua para se manter atento e se interessar pelo livro. Mas "gente grande" não precisa disso, né?
Hunf!

Para quem não leu os outros livros, vai ficar muito perdido se ler só esse ou pode ler numa boa?
Fenana: Pode, mas você perde algumas coisas.
Tipo, a Bree e o Diego flagram os Volturi indo encontrar a Victoria e o Riley. Aí ouvem a conversa deles, que para quem leu Crepúsculo tem muito significado. Mas para quem não leu, você simplesmente fica "perdido" no que eles estão falando sem entender muito, igual a própria Bree.
Nisso a Meyer até foi boa. Ela conseguiu descrever os Cullen e o encontro da Bree como se realmente ela não soubesse nada daquele universo dos Cullen.
Ela separou bem os dois "mundos". O mundo da mente da Bree é da mente da Bree. Hum... então teria dado para eu ler, se não odiasse tanto assim spoilers (e Crepúsculo) hauhauahua
Resume um pouco o livro pra mim... é cheio de desgraça ou tem uma boa dose de aventura?
Fenana: É mais aventura; e a gente fica triste por que sabe o que vem
no final... eu terminei o livro querendo q ela tivesse se juntando aos Cullen, sabe.
É envolvente... apesar de eu achar o livro mais caricato na "dose aventura". A forma como a Meyer narra as lutas são meio... nada de quem sabe descrever uma boa luta. E as desgraças existem, nos deixam triste (como a própria morte da Bree), mas não é nada tragicamente trágico que te faz chorar (e olha que eu estou numa fase emotiva).
Me fala um pouco sobre a Bree, como você a descreveria?

Fenana: Uma garota que gosta de ler, gosta de obedecer ordens, inteligente para perceber o que é certo e errado e que só era uma "vampira má" porque foi assim que foi ensinada a ser.... como eu disse, a noção de "vampiro bonzinho". Mas a Bree é uma personagem até envolvente e carismática; é a típica adolescente descobrindo o mundo. Acho que a mesma carisma que as pessoas desenvolvem pela Bella será (ou foi) desenvolvida pela Bree.
No geral, você recomendaria o livro?
Fenana: No geral, eu não recomendaria por ser Meyer... kakakaka oia, oia! Não sou só eu que digo isso!
Mas como uma leitura adolescente, fraca e para distrair, numa tarde em que você não tem nada melhor, eu recomendaria.
A Fe me explicou um montão de coisas que acontece no livro, mas se eu colocar aqui e tiver alguém que não leu ainda eu morro. hahahaha
Então, se você quer se arriscar pelo mundo imaginário da Meyer, onde vampiros não fazem sexo, brilham ao sol e são quase sempre politicamente corretos o que não é o meu caso em nenhuma das alternativas, o livro logo, logo será sorteado aqui no blog!

Esperero que vocês não me matem pelos comentários sobre a série. Apesar das brincadeiras eu realmente pretendo um dia quando meus netos nascerem ler Crepúsculo e poder dizer com todas as forças que eu o odeio. Enquanto isso fica só o preconceito com vampiros que não fazem sexo, que brilham no sol e que são politicamente corretos. hahaha
Até a próxima!

Sinopse: Pela primeira vez Stephenie Meyer oferece aos fãs uma nova perspectiva do universo de "Crepúsculo". Na voz de Bree Tanner, uma jovem vampira integrante do violento exército de recém-criados que assola a cidade de Seattle no terceiro volume da série, "Eclipse", somos apresentados ao lado sombrio da saga. Bree vive nas trevas, sedenta por sangue. Não conhece sua verdadeira natureza e não pode confiar nos de sua espécie. Sua breve história acompanha a semana que antecede o confronto definitivo entre os recém-criados e os Cullen - a última semana de sua existência.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Resenha #100 - Carol Lynne - Taming Black Dog Four

Oie!!


A resenha de hoje não foi fácil de fazer e já, já eu digo porque.
Pra mim é muito mais simples falar de um livro quando ele me agradou ou quando eu o odiei profundamente.
Agora, quando um livro me decepciona, nossa, aí é difícil!

Quando você ama um livro e vai resenhá-lo, você simplesmente senta e conta aos outros porque você amou. A mesma coisa vale para aquele que você odiou.
Mas a decepção é tão mais... emocional e particular que é difícil dizer exatamente os motivos ou achar palavras para transformar sentimentos em um texto compreensível.

Peguei esses dias Taming Black Dog Four para ler e, nossa, fiquei bestificada!
Por ser um livro da Carol Lynne eu já tinha altas expectativas para ele.
Imaginei que, assim como Cattle Valley, eu fosse adorar esse "spin-off" de Men in Love.
E, arf, quase caí da cadeira de tão decepcionada que fiquei com a estória.
Não gostei nem da quantidade de casais, nem dos personagens e nem da trama.
Tinha gente demais, ao meu ver, tentando resolver seus relacionamentos. Por conta disso,até agora estou meio perdida em quem era casal de quem.

Também por conta do excesso de personagens achei que ficou tudo muito superficial.
Nada foi profundamente explorado, nem mesmo os medos e os problemas de cada casal (marca registradíssima da Carol!!), o que deixou tudo com cara de... sei lá... romance de sessão da tarde.
Sem sal, sem pimenta e sem graça.

Temos o quarteto que dá nome ao livro, formado pelos guarda-costas Jack, Lobo, Renaldo e Carlo. Eles  se separaram depois que uma cliente deles morreu enquanto a protegiam e agora, obrigados a trabalhar juntos novamente, eles se veem tendo que lidar com medos, traumas e sentimentos descontrolados.

Temos um trio também, formado por Lon, Taggert e Alec. Aqui é onde acho que ficou faltando ainda mais exploração. Principalmente quando chega o final de descobrimos tantas coisas sobre um dos três. Eu fiquei me perguntando "por que, porque e por quê" aconteceu tudo aquilo??

E temos o casal hétero, formado pela Addy e Joe. Ela é a irmã de um dos personagens de Men in Love e achei, quando li a sinopse, que o livro seria sobre ela e os quatro guarda-costas.
O romance dos dois é bem clássico, ele inseguro do que fazer e ela com medo de mostrar os sentimentos depois do jeito que teve que viver durante a vida toda.
E aí teve outro problema. Eu fiquei me perguntando o livro todinho o que diabos tinha acontecido com ela. Porque não tem nenhuma explicação no livro. Neca, nadica de nada.
Continuei tão por fora quanto estava antes de ler...

Tantos sentimentos para serem aprofundados, tantos medos e emoções com os casais... e nada disso foi aproveitado!
Certo, certo... eu confesso... faltou drama no bendito do livro!
Poxa, não derramei uma lagrimazinha enquanto lia!
Como assim, ler Carol Lynne sem chorar? É contra as regras da literatura e da boa vontade entre as pessoas!
Hunf!

Por conta de tudo isso o livro não me agradou. Não odiei ele completamente o que teria sido muito mais fácil, mas ficou um sabor amargo na boca depois da leitura.
Quem quiser ler o e-book, aqui tem a versão traduzida por um grupo de fãs.
Acho que, dessa vez, eu não recomendo... u.u
Até a próxima!

Sinopse: A equipe de guarda-costas Black Dog Four da Agência de Proteção Three Partners Protection havia sido cuidadosamente escolhida pela aparência, temperamento, habilidades físicas e sexuais. Seguindo a tradição espartana, a idéia era ver se os quatro amantes trabalhavam melhor em equipe do que apenas como amigos. O experimento parecia ter sido um sucesso completo, até que tinham sido enviados para proteger Maria Valdez. Depois que Maria foi morta em uma explosão, todos os quatro homens se recusaram a trabalhar juntos. Addy Constentine necessitava de segurança 24 horas por dia e esperava poder legalizar o patrimônio de seu pai. Com seu meio-irmão agora na prisão, seu objetivo seria manter a família fora do submundo do crime que havia sido fortificada durante décadas.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Resenha #99 - Ben Mezrich - Bilionários por Acaso: A Criação do Facebook

Oie!!

Quando a Editora Intrínseca me ofereceu esse livro eu super-topei! A primeira coisa que eu fiz quando peguei ele pra ler foi pensar "isso não é uma biografia, isso não é uma biografia", porque, sabe, eu detesto biografias. E como eu também não gosto dos meus preconceitos (nem mesmo os literários) eu sempre tento combatê-los. hehe

Comecei a ler o livro hoje e estou resenhando enquanto vou lendo.
Tenho que dizer que não tinha a menor ideia de que o Facebook tinha participação de um brasileiro.
Na verdade, nunca nem tive curiosidade sobre os criadores. (nem mesmo sei os nomes dos criadores do Deus Google)
E me surpreendi com o começo do livro, que não tem nem cara e nem ritmo de biografia.

A cada nova linha o autor ia me deixando mais curiosa, as coisas que ele contava me deixando um tanto quanto revoltada.
Quando vi qual foi a ideia original da criação do Facebook pensei "Mas que sem graça".
E é incrível saber que uma coisa que hoje é tão complexa e que faz parte da minha vida começou de maneira tão... bem, boba!

O livro conta uma boa parte da criação do Facebook. Diz de onde surgiu a ideia, quem participou e como ela evoluiu. E não só a parte leve da criação. Conta as brigas, as puxadas de tapete e os "micos" pagos pelos criadores durante o processo.
Algumas das cenas são hilárias e você vai morrer de rir lendo-as.
Não sou tão naive a ponto de pensar que o mundo é cor de rosa e a vida é linda, mas é duro de ler sobre amigos e escolhas, a meu ver, erradas. 
É difícil imaginar como alguns dos participantes dessa história se sentiram com as coisas que aconteceram.

O livro ficou um pouco pendente para o lado do Eduardo (o brasileiro que eu falei lá em cima) mas isso é principalmente porque o Mark não quis falar.
Quem tiver curiosidade de saber sobre as pessoas por trás do Facebook é uma incrível pedida.
Juro que ele diminuiu, e muito, meu preconceito com biografias hehehehe
Até mais!

Sinopse: A excitante história de como dois estudantes desenturmados de Harvard, que tentavam aumentar suas chances com o sexo oposto, criaram o site de relacionamento que se tornou uma das mais poderosas empresas do mundo, o FACEBOOK. Bilionários por acaso é uma aventura real, que envolve investidores poderosos, mulheres maravilhosas, a busca do estrelato social e muitas intrigas. De forma divertida e interessante, narra o fim da inocência no ritmo da criação controversa da rede social que revolucionou a maneira como milhões de pessoas se relacionam.

sábado, 13 de novembro de 2010

Resenha #98 - Eclipse - Guia Oficial Ilustrado Do Filme

Oie Gente,

Quem me conhece sabe que Crepúsculo e Barbara são duas coisas que não se misturam. Já tentei e não consegui ler (e olha que tenho os quatro livros!)
Por conta disso, demorei um tempão pra resenhar qualquer coisa sobre isso. Aí, ganhei da Editora Intrínseca o "Eclipse - Guia Oficial Ilustrado Do Filme" e resolvi ler assim mesmo, afinal, adoro cinema!
É lotado de curiosidades, informações extras e fotos maravilhosas.
Para quem gosta de cinema ou é viciado na série, é uma leitura obrigatória.

Tem bastidores, curiosidades e muitas, muitas informações sobre as técnicas e o trabalho por trás dos filmes!
Algumas das fotos do Guia eu e encontrei na rede.
Deem só uma olhada!
Poxa, o tio brilhante nem tá brilhando! hihihi



Quem quiser saber mais sobre o filme ou for fã da série de livros é uma ótima pedida!
Até mais!

Sinopse: Mark Cotta Vaz, autor de Lua Nova: Guia oficial ilustrado do filme, convida novamente o leitor a conhecer os bastidores de uma superprodução cinematográfica: a aguardada adaptação de Eclipse para as telas. O livro, impresso em cores e repleto de fotos e depoimentos exclusivos, oferece uma chance única aos fãs interessados em acompanhar de perto o processo de criação de um filme, com detalhes sobre sets, locações, cenários, maquiagem e efeitos especiais. O guia traz ainda informações sobre os desafios de adaptação do livro em roteiro, a construção dos personagens e a impressionante tecnologia utilizada para dar vida aos vampiros e lobos que constituem o universo de Crepúsculo. Além de imagens e depoimentos dos astros que povoam os sonhos de todos os fãs: Robert Pattinson (que interpreta Edward Cullen), Kristen Stewart (Bella Swan) e Taylor Lautner (Jacob Black).

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Resenha #97 - Nora Roberts - Bellissima

Oie Gente,

Acho que já falei aqui sobre inúmeros livros da Nora Roberts. Uns eu amei, outros eu odiei e uns poucos eu simplesmente desejei que ela não tivesse escrito.
Porém, essa é a primeira vez que o que me incomoda no livro é o português escolhido pela editora.
Quando vi que Bellissima seria lançado no Brasil fiquei muito feliz. Já tinha lido parte da estória em PtPt e achei ela maravilhosa.
Então, assim que o livro chegou, coloquei ele na bagagem para ler. Imaginei que fosse ter 546 páginas de puro prazer.
Ledo engano!
Veja, livros da Nora Roberts não tem público alvo de quatorze anos. Logo, não tem necessidade nenhuma de simplificar o idioma para manter a atenção dos leitores.
A escolha de adaptar o português para falas mais liberais tornou os personagens da Nora, que são tão realistas, em caricaturas ridículas.
Podem dizer o que for, mas eu me recuso a acredita que uma Doutora em História Renascentista sairia por aí dizendo "A gente precisa" ou "Meu irmão tá isso..." e mais infinitas adaptações de português culto para "português falado".
Eu simplesmente não consegui gostar dessa opção.
Claro, sendo a estória tão boa, os personagens e o mistério tão interessantes, eu li o livro inteirinho.
Mas tenho que dizer que esses detalhes tiraram boa parte do meu prazer.

Imaginem só como foi difícil pra mim, uma viciada assumida, desejar dar com um livro da Nora na parede. E nem mesmo podia por a culpa nela!
Não sei se a opção foi da Bertrand ou da tradutora, mas foi uma escolha podre.
Já havia reparado em Sedução Mortal que deram uma "liberada" no português, mas em Reencontro diminuíram um pouco essas adaptações, deixando mais balanceado (e engolível).
Agora, em Bellissima, a Bertrand exagerou. As adaptações chamaram mais atenção que o livro!!!
Absurdo!!

Agora, falando do livro em si e tentando esquecer um pouco a revolta...
A Miranda me lembrou, muito, a Jude Murray, de As Jóias do Sol.
Cientista, tímida, com um exterior frio e controlado, mas é uma manteiga por dentro.

O Ryan é mais um dos mocinhos da Nora que entra para a minha lista de favoritos. Eu simplesmente amei ele!
Adorei ele, a cara de pau dele e o humor dele!
Pra completar tudo, ele ainda por cima é italo-irlandês! Quem precisa de mais???? hahahahahaha

Acho que a Nora gosta de criar famílias disfuncionais. Enquanto a do Ryan era maravilhosa (e maluca), a da Miranda era de dar dó. A mãe, uma bruxa (apesar de descobrirmos os motivos depois). O pai, um pateta auto-centrado e ausente.
Não é de estranhar que ela acabasse traumatizada e apavorada com a ideia de intimidade emocional.

O romance dos dois é aquele clássico "eu-quero-você-mas-não-quero-querer". A Miranda é a coisa mais doce do mundo quando se descobre apaixonada e o Ryan é um bocó em algumas das escolhas que faz.
Me deu vontade foi de estrangular ele!

O livro é maravilhoso. O suspense por trás dos bronzes é empolgante e desafiador.
Tenho que confessar que dessa vez eu acertei quem era o culpado. Errei o motivo por um grau de parentesco, mas acertei hauhauahuah.

Quem for ler o livro terá que manter a mente aberta por conta do português.
Fora isso, o livro é realmente Belíssimo! não resisti a piada sem graça
Recomendo!

Sinopse: Com Bellissima, Nora Roberts une novamente seus dois maravilhosos ingredientes: romance e suspense. Depois de ter a casa assaltada, a Dra. Miranda Jones decide esquecer o incidente, indo às pressas para a Itália a trabalho. Lá, deverá constatar a autenticidade de um bronze renascentista de uma cortesã da família Médici, conhecido como A Senhora Sombria. Especialista em autenticação de obras renascentistas, Miranda atesta como original uma falsificação. Ao descobrir a farsa, ela decide encontrar a verdadeira peça e revelar o motivo para tal crime. Para isso, terá a ajuda do sedutor ladrão Ryan Boldari, que pensa em se apoderar da obra de arte. Porém, os planos dos dois ruem quando um perigoso assassino começa a persegui-los.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Resenha #96 - J.D. Robb - Indulgence in Death

Oie Gente,

Dia 02 de novembro foi lançado, em inglês, o novo livro da J.D. Robb.
Viciado que é viciado tem que ler rapidinho, então eu consegui o livro dia 03 e não larguei ele até terminar.

Gostei muito do livro, mas algumas coisas ficaram me incomodando durante toda a leitura.
Para quem já leu todos os livros anteriores, algumas coisas de Indulgence irá lembrar Sedução Mortal.
Não que os livros, personagens e assassinatos sejam iguais. É a dinâmica entre eles que faz os livros, em alguns momentos, ficarem muito parecidos.

Eu simplesmente não conseguia me impedir de lembrar de Sedução.
As cenas são diferentes, os assassinatos, as vítimas, são todos diferentes de Sedução. Mas, não sei, talvez o... clima do livro tenha me feito associar uma coisa a outra.

Também fiquei louca da vida com a J.D dessa vez. Ela simplesmente não podia ter deixado o jantar de fora! hahahaha dava tudo pra ler as cenas desse jantar, com todas aquelas pessoas juntas. hehehehe J.D. Robb do mal! rs

Por outro lado, temos nesse livro uma das cenas mais românticas protagonizadas pela Eve.
Ela e o Roarke estão fazendo dois anos de casados e o presente que ela dá pra ele é absurdamente lindo, emocionante e doce.
Vai deixar você tão embasbacado quanto ele ficou. E chorando antes mesmo de chegar na página 50. hehehe

Como é característico da J.D. ela explora, e muito, a maldade humana. As coisas que eles fazem nesse livro são de deixar qualquer um de cabelo em pé.
Acho que esse é um dos principais motivos de, mesmo depois de 38 livros, eu não enjoar dessa série. Até aquelas situações que me lembram outras já vividas pelos personagens são exploradas por ângulos e com elementos diferentes, fazendo elas se reinventarem. E isso, pra mim, é uma das coisas que faz um grande autor e que compõe um grande livro.

Eu adoro romances policiais, seriados policiais. E um dos principais motivos disso é que, ao menos neles, os bandidos vão sempre pra cadeia, acabam mortos e pagam por aquilo que fazem. Hoje em dia, as maiores atrocidades são cometidas pelo ser humano e, literalmente, "fica por isso mesmo".
É uma pena que a nossa polícia não conte com a tecnologia da série Mortal e com uma equipe como a da nossa querida Tenente.

Mas, voltando a ficção, Indulgence In Death é uma ótima pedida pra quem gosta de um romance policial cheinho de mistério e suspense.
Recomendo!

Sinopse: Lt. Eve Dallas of the New York Police and Security Department returns home from a long overdueIrish vacation to a string of bizarre murders in Robb's thrilling 32nd future cop novel (after Fantasy in Death). The crossbow killing of chauffeur Jamal Houston in his limo in a La Guardia parking lot is followed by thedeath of high-rent prostitute Ava Crampton, found at Coney Island's House of Horrors stabbed with a bayonet. Other victims include Luc Delaflote, a celebrity chef who's harpooned, and Adrianne Jonas, "a facilitator for the rich" strangled with a handmade bullwhip. Eve, assisted by her trustworthy sidekicks, Det. Delia Peabody and husband Roarke, uncovers a wicked game that grows increasingly macabre. Robb (thepseudonym of Nora Roberts) keeps the reader squirming as Eve and company try to avoid dying in weirdways themselves.