sexta-feira, 29 de julho de 2011

Resenha #163 - Nora Roberts - A Cruz de Morrigan

Oie Gente!!!


A resenha de hoje é de uma das minhas trilogias favoritas dentre as trilogias da Nora Roberts.

Ao contrário do que alguns pensam, a trilogia do Círculo foi escrita muito antes de vampiros virarem modinha.e, cof cof, brilharem ao sol...

E, bem, eles são malvados *mesmo* na trilogia! rs

Nos últimos dias do verão irlandês do sec. XII, quando o céu se obscureceu e se encheu de relâmpagos, o feiticeiro contemplava o turbulento mar em cima do escarpado.Elevando seu grito de pena para a tormenta, Hoyt Mac Cionaoith clama contra o ser demoníaco que levou seu irmão gêmeo, separando-o de sua família. Esse cruel ser é Lilith. Durante milhares de anos, atraiu com seus enganos incontáveis homens condenando-os à imortalidade com seu beijo e lhes roubando a alma. Mas agora, esta poderosa vampiresa fará o que seja para governar o mundo.E nesse dia, embora Hoyt não encontre à escura sereia que procurava, receberá a ajuda da deusa Morrigan que lhe outorgará os poderes necessários para cumprir sua ansiada vingança. Em troca, deve encontrar outros cinco companheiros para formar um círculo suficientemente poderoso para destruir Lilith e seu batalhão do mal. Um círculo com seis membros: ele mesmo, a bruxa, o guerreiro, o sábio, aquele que adota várias formas, e aquele que perdeu.Agora, viajando a Nova Iorque de nossos dias, onde topará com seu gêmeo, agora vampiro, Cian, e Glenna, uma bela bruxa. Dois guerreiros mais, Moira e Larkin, se unirão em sua luta.E enquanto a paixão surge entre Hoyt e Glenna, os inimigos ressurgirão de entre as sombras e o Círculo de Seis, deverá preparar-se para o momento decisivo de sua confrontação com Lilith. 

Bom, como a sinopse deixa claro, o troço é dramático.

Tem sangue (muito, muito sangue), tem suor e, sendo um bom Nora Roberts, tem sexo!

Então vocês podem apostar que, quando li a primeira linha dessa trilogia, vários e vários anos atrás, caí completamente apaixonada por ela!

E torrei (junto com as Noraholics de plantão) muito a paciência da Bertrand para ver a trilogia publicada aqui.

Agora chega de rasgação de seda e deixa eu falar um pouco sobre o que vocês vão achar nos livros.

Sendo um livro da Nora, você vai achar personagens maravilhosos... quem já leu pode confessar, ficou apaixonada pelo Cian... pelo Hoyt... pelo Larkin... *pausa para os suspiros* e os moçoilos de plantão por uma das guerreiras maravilhosas que a Nora nos presenteia.

Mas a grande surpresa dessa vez são os vilões.

Ah, gente, vamos lá... assumam que vocês adoram a malvada coisa terrível, malvada, malvada, sai-pra lá, cão, praticamente avó da Odete Roitman! da Lilith!

Gente, mas a bixa é ruim, viu? Ê rinhazinha dos vampiros de dar medo no demo! rs

Até a Bertrand adora a Lilith, já que é ela na capa do primeiro livro! hohoho

Mas lá estou eu divagando ao invés de resenhar... concentração, concentração...

Então, em "A Cruz de Morrigan", temos o início da jornada do Círculo de Seis e somos apresentados tanto ao lado bonzinho da série quando ao lado malvadão.

Temos cenas lindas, daquelas que fazem você ficar com os olhos razos d'água, bem ao estilo Nora de ser... também temos tragédias, mágoas e dores, daquelas que fazem você querer entrar nas páginas e consolar os personagens... ainda mais sendo o Cian sofrendo... eu já falei que tenho uma queda por vampiros gostosos que lutam pelas Deusas? Não? Hum...


Temos o círculo do bem: o feiticeiro, a bruxa, a guerreira, a erudita, o de múltiplas formas e aquele que foi perdido.

Do outro lado, temos Lilith e seu oh-não-tão-pequeno-exército, composto com vampiros com muitos e muitos anos de experiência e uma sede de sangue digna da velocidade de escrita da Norinha. rsrs cheia de piadinhas hoje! cof cof

Tem milhares de cenas de luta o que sempre me deixa um pouco confusa, porque nem meus vários anos acompanhando Dragon Boll me permitem imaginar uma briga de maneira descente, cenas de treinos e mais treinos e muita, muita mitologia celta para os (assim como a Nora) apaixonados pela Irlanda.

Sendo o primeiro livro de uma trilogia, algumas pessoas podem achar o início dele meio parado, já que tem muita explicação sendo dada e os laços de amizade sendo construídos... mas mesmo no início meio parado (eu confesso que eu não acho parado, mas provavelmente porque eu já li os outros e sei que todas as pausas, retornos e explicações são necessárias nos outros livros) a leitura é sensacional!

É um daqueles livros que você pode recomendar tanto para quem é fã de romance quanto para quem curte um bom banho de sangue.

Quando você, como eu, curte muito as duas coisas, garante 359 páginas de muita aventura, tensão e prazer!

R-E-C-O-M-E-N-D-O!

Até!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Resenha # 162 - Kathleen Eagle - Kezawin, Deusa Sonhadora

Oie Gente!!

A resenha de hoje é do livro que eu escolhi para o tema de Julho (índios), "Kezawin, Deusa Sonhadora".
A Carol me emprestou, já que eu não tinha um livrinho com índio no meio (Personal Sebo, você é demaissss).

"Deusa Sonhadora" conta a estória de Kezawin,  a Mulher Gamo Sonhadora, que vê sua vida mudar completamente depois de um sonho com a Mulher Gamo.
O livro conta uma lenda cherokee e o envolvimento de um homem branco com uma figura importante de uma das tribos.

Eu confesso que eu fiquei perdida em alguns momentos e tive que voltar para a página de termos pra entender do que estavam falando... mas mesmo com isso eu gostei bastante do livro.
Certo, não é um daqueles romances de fazer coração disparar, mas o jeito que o romance dos dois se desenvolve e a força para superar as diferenças deixam ele encantador.
Apesar de não entender nadinha da cultura cherokee, adorei a viagem por lendas e mitos tão diferentes!
Muito bom!
Até!

Sinopse: Nenhum índio Lakota conseguia permanecer indiferente a beleza de Kezawin, a Mulher Gamo Sonhadora.Alguns homens da tribo tentavam corteja-la, expondo-se aos perigos de seus misteriosos poderes.O único que a conhecera intimidamente não escapara de um triste destino.
Assim, todos acompanhavam com ansiosa curiosidade a crescente amizade entre a curandeira e o naturalista americano, James Garret. Seria ele wakan, sagrado e reprimia seus impulsos sexuais? Ou então era ignorante, ou louco! Pois punia-se com a morte quem procurasse saciar seus desejos físicos com a mulher da magia, a escolhida dos deuses para executar uma estranha missão naquelas terras envoltas em insondavéis mistérios.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Resenha # 161 - Emily Giffin - Questões do Coração

Oie Gente!!

Vocês devem lembrar que algumas semanas atrás eu comentei aqui que ganhei da Novo Conceito dois exemplares de "Questões do Coração".
Depois de um atraso não tão pequeno, finalmente consegui pegar o livro pra ler.

Esse é o segundo livro da Emily que eu leio e eu confesso que eu gostei bem mais dele do que de "Ame o Que é Seu".
Em "Questões do Coração", Emily nos apresenta um trio central bem complicado.
Temos Tessa, casada, dois filhos e que largou a carreira para ficar em casa com os filhos.
Ela está um pouco perdida com essa mudança e espera que o marido, Nick, a ajude a se encontrar.

Temos Valerie, advogada e mãe solteira, que esta tentando criar o filho, Charlie, da melhor maneira possível. Ela se virou em 200 para cuidar sozinha do filho recem nascido e frequentar Direito em Harvard, conseguindo ser uma mãe incrível e uma advogada maravilhosa.

As duas não se conhecem, mas suas vidas acabam unidas em um acidente terrível que, de uma maneira ou de outra, mudou a vida de todos os personagens do livro.

É muito difícil fazer comentários sobre esse livro sem spoiler, gente... porque o principal tema dele é justamente o que eu não posso contar. É verdade também que isso é revelado bem no início do livro e o bom dele é a viagem toda, os pontos de vista e as opções que cada personagem faz ao longo dos acontecimentos...
Acho que o que me surpreendeu mais nele foi que, mesmo sendo um momento terrível vivido por todos, até o personagem que você espera odiar com todas as forças acaba mostrando que ele também tem um lado que você adorará.

Eu gostei muito do livro, apesar de ter tido momentos em que desejei que as coisas *acontecessem logo*, para acabar com aquela sacanagem toda.
Acho que para quem gosta de um bom drama esse é uma ótima pedida!!
Até!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Resenha #160 - J.R. Ward - Amante Revelado

Oie Gente!

Taggggg de crianças fora mode onzasso nessa resenha!
Por favor, crianças fofinhas e pessoas de sensibilidades delicadas, cliquem aqui e leiam outra coisa!
E, claro, quem não leu os livros anteriores, favor, não continuem!
Não tem spoiler de Amante Revelado, mas tem spoiler dos casais e livros anteriores a esse!

*************

A resenha de hoje é do quarto livro da Irmandade da Adaga Negra, "Amante Revelado".
Nesse título temos a estória de Butch e Marissa, que vem se desenvolvendo desde o início da série.
Agora, depois de muita lenga, lenga, desencontros e desejos não realizados, parece que tudo entrará nos eixos...

"Amante Revelado" é um dos meus livros favoritos da série.
Gosto do choque cultural entre a realidade do Butch e a da Marissa, do drama entre o Vishous e o Butch e da realidade nua e crua de todos os defeitos que uma "pessoa" pode ter.
Acho que essa capacidade da Ward, de retratar defeitos terríveis nos personagens e ainda assim torná-los atraentes aos olhos dos leitores, é um dos maiores motivos de tanto sucesso.
Afinal de contas, sem isso, seriam impossível você dizer que o Butch maravilhoso, já que ele tem todos aqueles vícios e de perfeito não tem nem o primeiro fio de cabelo.

Como em todos os outros livros esse tem cenas extremamente eróticas, com um toque de suavidade todo especial e característico da Marissa.
Se nos primeiros livros você achou ela meio sem graça, nesse você vai adorá-la!
Beth eWrath tem uma participação muito, muito importante nesse livro e algumas das cenas entre os Irmãos são de fazer você soluçar de emoção...

Alguns momentos envolvendo o Butch e a Virgem Escriba vão fazer você morrer de rir e tremer de medo ao mesmo tempo, dando uma aliviada na tensão causada pelas decisões feitas durante a estória.

Também temos alguns acontecimentos bem ruins com outros personagens, dando uma ideia do que virá nos próximos livros.
Phury é um dos que mais causará preocupação e, sim, causará desejos de pô-lo no cantinho da disciplina!

Não vou divagar muito porque não quero acabar contando spoiler do que vocês encontrarão no livro, mas garanto que a leitura é uma sessão de aventura muito, muito quente!
Recomendo!!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Resenha #159 - Giorgio Faletti - Eu Mato

Oie Gente!

A resenha de hoje traz um romance policial, que normalmente vocês não vêem por aqui.
Quando eu terminei de ler "Eu Sou Deus", fiquei curiosa com "Eu Mato". Todos os comentários que vi, mesmo daqueles que não suportaram "Eu Sou Deus", eram de que "Eu Mato" era muito melhor.
Então, não podia deixar passar a oportunidade e fiz o pedido para a Intrínseca, que prontamente me atendeu.
Quando o livro chegou, fui consultar as amigas que já estavam lendo para saber o que elas estavam achando.
Carlinha me contou que teve pesadelos e que o livro era muito forte... mas como a Carlinha tem sensibilidades mais delicadas que as minhas, então fiquei ainda mais ansiosa para saber o que acharia do livro.

Bom, o troço é *realmente* de dar pesadelos.
Sério, gente, a estória é muito terrível mesmo!
Em "Eu Sou Deus", tem toda aquela tensão de assassinatos em massa... mas em "Eu Mato" tem todo o terror da "intimidade" de um serial killer.
Nossa, gente, eu posso até não ter tido pesadelos, mas eu precisei (em muitos e muitos momentos) de uma válvula de espace.
Giorgio conseguiu juntar, num único livro, monstros de todo o tipo: o serial killer, o abusador, o sociopata, o metido a esperto e todos os monstros no meio disso.

Gente, o livro é de causar arrepios!
Ele é emocionalmente estressante, é psicologicamente abalador e... e... ai, a única palavra que me vem a cabeça é maravilhoso, porque os bandidos são tão bandidos que todo o objetivo de criar uma obra policial maravilhosa foi atingido.

Além dos bandidos malvadões de dar medo em mocinho da Diana Palmer, temos policiais maravilhosos!
E, veja, não estou falando de policial bonitinho! Estou falando de policiais do estilo "eu me mato de tanto trabalhar, mas eu te pego, desgraçado!".
Gente, eu ADOREI os dois policiais centrais dessa estória.
Nenhum deles é o que você chamaria de um mocinho clássico, já que um é um policial perto da aposentadoria e o outro luta com milhões de demônios (inclusive o desejo de desistir de tudo) e é cicatrizado tanto física quanto emocionalmente.

Alguns dos personagens do livro deixarão vocês divididos. São feitas escolhas que, eu confesso, não sei qual tomaria em uma situação real.
O livro é maravilhosamente desesperador e angustiante!
R-e-c-o-m-e-n-d-o!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Resenha #158 - Lori Foster - Sawyer

Oie Gente!




A resenha de hoje é de um livro da Lori Foster que já tinha lido faz tempo, mas que acabei comprando porque adorei a capa.

Vocês devem lembrar que semana passada eu reclamei muito dos erros de revisão em O Herói Perdido, né?

Bom, parece que a Harlequin resolveu provar que desgraça pouca é bobagem e conseguiu estragar um livro maravilhoso de TANTOS erros que deixaram passar!

Sério, ao final da leitura da a impressão que o livro foi traduzido e impresso, sem passar por nenhum revisor!

Nossa, tem cada absurdo!

Palavras faltando, nomes de personagens trocados, frases sem sentido!

O que é isso, Harlequin, minha querida??? Tá certo que a economia tá capenga, mas não precisa fazer tanto corte de gastos! #prontoFalei



Agora, esquecendo esse detalhe técnico nada agradável, deixa eu falar da estória!

Sawyer é o primeiro livro da série Os Irmãos Buckhorn e traz como par romântico o próprio Sawyer e Honey Malone, que entra com tudo (literal e figurativamente) na vida dele.

Ela está doente, fugindo, desesperada para descobrir quem está atrás dela e para proteger a irmã.

Ele é figurinha fixa do grupo de "tudo-de-bom-gostoso-e-hot" da Carol e, além disso, tem a companhia de irmãos maravilhosos... pausa para a blogueira babar no Morgan e um filho adolescente que tem tudo para sair uma cópia do pai/tio maravilhosos!


Carregado de um erotismo discreto, o livro é uma ótima pedida tanto para aquelas com uma sensibilidade mais delicada, quanto para aquelas que gostam de todos os níveis de diversão.

Eu o li como válvula de escape para a tensão da parte final de "Eu Mato" e simplesmente caí completamente apaixonada pelos personagens tudo de novo...

Recomendo!




Sinopse: Sawyer Hudson, o único médico do condado de Buckhorn County, assumiu a responsabilidade de salvar mulher bonita, mas enigmática, que literalmente batera de frente com ele. Apesar de saber que deveria manter tudo no nível platônico e profissional, bastava estar próximo dela para que seu corpo tivesse outras idéias... Honey Malone estava em fuga, buscando despistar seu algoz quando entrou com carro e tudo dentro de um lago... e se salvou abraçando um homem maravilhoso. Depois de receber os cuidados dos irmãos Blackhorn, ela tentou seguir seu rumo mais uma vez, porém teria de enfrentar seus teimosos protetores... e também a paixão de Sawyer.


Sobre a série:

Fonte: RIP

1. Sawyer (2000) - Sawyer.
2. Morgan (2000) -  Morgan.
3. Gabe (2000) - ainda não publicado no Brasil.
4. Jordan (2000) - ainda não publicado no Brasil.

5. Casey (2002) - ainda nãopublicado no Brasil

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Resenha #157 - Nora Roberts - Ronda Noturna

Oie Gente!

A resenha de hoje é do livro "Ronda Noturna", lançado pela Nova Cultural em 1991 e primeiro livro da série Noturna.
Nesse primeiro livro somos apresentados a Cilla O'Roarke e Body Fletcher, os personagens centrais dessa obra e personagens sempre presentes nos livros seguintes.
Ela é uma radialista, sendo perseguida por um maluco (tem sempre que ter um doido perturbando a mocinha??) e ele é o policial que vai protegê-la.

Ela é uma mulher batalhadora, que fez das tripas coração para dar a melhor educação possível para sua irmã caçula. Ele vem de uma família rica e faz o que pode e o que não pode para esquecer esse pequeno detalhe.

Uma das coisas que mais me agradaram nessa estória foi ver um a dinâmica mocinho/mocinha diferente. Dessa vez ele é o romântico, que quer casar e construir família e ela é que quer distância disso.
Apesar de ser um livro antigo, que normalmente são mais levinhos, esse romance tem muiiitooo amor para dar!

Me diverti bastante quando li esse livro (ainda mais tendo sido logo depois de ler aquela bomba chamada "O Amuleto") e recomendo pra todo mundo que gosta da Nora!
Infelizmente ele está fora da catálogo, masss, como santo de fã sempre ajuda, tem ele em versão ebook!
Então, se você está querendo uma série da Nora para tirar do atraso sua leitura dos livros dela, comece com essa que vai garantir diversão!
Até mais!


Sinopse: A beleza de uma mulher pode excitar os homens até a loucura...

Sua voz provocante acende-lhe a chama do desejo. Mas seus olhos têm também uma expressão de desconcertante inocência - uma combinação de anjo e demônio que leva os homens ao delírio. E o investigador de polícia Boyd Fletcher sente-se cada vez mais atraído pela estonteante locutora de rádio Cilla O'Roarke. Distância e profissionalismo, ordena a si mesmo. "Estou aqui para protegê-la de um louco assassino, não para me envolver sentimentalmente."

sábado, 9 de julho de 2011

Resenha #155 - Jenna Black - Glimmerglass

Oie Gente!


Como falei no início da semana, recebi da Universo dos Livros um exemplar de Glimmerglass.

Comecei a leitura assim que Terminei O Herói Perdido, bem empolgada com a ideia de um livro sobre fadas, mas um pouco receosa por não saber se o livro era ou não YA.

Glimmerglass conta a estória de Dana Hathaway. Ela vive com a mãe, alcoólatra e é filha de um faerie. A mãe fugiu de Avalon quando soube que estava grávida, tentando proteger a filha da politicagem que existe na cidade.

A Dana não aguenta mais cuidar da mãe e resolve fugir de casa, achando que vai ter uma vida melhor em Avalon. ahã, tá bom que isso ia resolver algo.

Eu confesso que queria mais "fadinhas" no livro, mas essa foi a única coisa que faltou nele.

A personalidade e o estilo da Dana não tem nada haver com as últimas mocinhas de livros YA.

Primeiro porque de bobinha e inocente ela não tem nada, segundo porque ela não age como aquelas mocinhas tontas de filme de terror que, quando descobrem que estão em perigo, resolver fazer tudo ao contrário do que manda o bom senso.

Claro, ela dá várias mancadas, mas todas elas me deixaram divertida e empolgada com o que estava por vir, não frustrada com a falta de lógica.

A autora também nos apresenta vários outros personagens, todos tão reais quanto faeries poderem ser. Deixa eu dar uma pitadinha de cada um deles.

Ethan: é um adolescente unseelie, considerado um prodígio em magia e que resgata Dana da furada que ela entra assim que chega a Avalon. O comportamento dele deixa a desejar, o que torna ele ainda mais atraente para a Dana afinal, quem não gosta de um menino mau?

Finn: um Cavaleiro feérico, ele aparece para proteger Dana e nos deixar babando, já que segundo a descrição da própria ele é lindo de morrer e nos deixar ainda mais confusas com quem é vilão e quem é mocinho.

Grace: é quem recebe Dana em Avalon e deixa bem claro, logo nas primeiras páginas, qual será o clima da estadia dela na cidade. É quem garante as cenas mais... elétricas do livro rsrs


Kimber: irmã de Ethan, sofre por não ter domínio na magia. Tentará ajudar Dana  máximo que pode, mas também será motivo de muitas lágrimas durante as aventuras em Avalon.

Os outros vários personagens centrais tenho que manter o suspense, já que é muito difícil falar sobre eles sem soltar um spoiler ou outro, o que me deixaria muito frustrada e vocês muito irritados. rsrs

Recheado de aventuras, com um tom mais adulto e um humor mais cru do que os YA atuais, Glimmerglass garante uma pausa na monotonia que anda cercando o YA-sobrenatural.
Recomendo!

Mais detalhes sobre a série:
1- Glimmerglass (2011, Universo dos Livros, 296 páginas);
2- Shadowspell (clique aqui para ler o 1º e 2º capítulos em inglês);
3- Sirensong (lançamento em inglês Julho 2011)




Sinopse: Dana Hathaway ainda não sabe, mas vai acabar se metendo em apuros quando decide que é a hora de fugir de casa para encontrar seu misterioso pai na cidade de Avalon: o único lugar na Terra onde o mundo real e o mágico se cruzam. No entanto, assim que Dana põe os pés em Avalon, tudo começa a dar errado, pois ela não é uma adolescente comum – ela é uma faeriewalker, um indivíduo raro que pode viajar entre os dois mundos e a única pessoa que pode levar magia ao mundo humano e tecnologia a cidade de Faerie. . Não demora muito e Dana envolve-se no jogo implacável da política do mundo da magia. Alguém está tentando matá-la, e todos parecem querer alguma coisa dela, desde seus novos amigos e da família até Ethan, o lindo garoto com poderes fantásticos com quem Dana acha que nunca terá uma chance… Até ter uma. Presa entre esses dois mundos, Dana não sabe bem onde se encaixa ou em quem pode confiar, muito menos se sua vida um dia voltará a ser normal.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Resenha #156 - Helene Hegemann - Axolotle Atropelado

Oie Gente!!

A resenha de hoje é de um livro que recebi essa semana da Intrínseca.
Quando recebi o e-mail de divulgação aceitei ele sabendo que seria um desafio, já que tudo que li nos últimos dias foram autoras(es) que eu amooo e que mesmo me frustrando em alguns momentos só me trouxeram felicidade.
Então, quando terminei de ler Axolotle, o que me meio a mente foi o seguinte:

Uma viagem alucinada pela mente enevoada por drogas de uma adolescente alemã.

Acho que essa é a descrição perfeita para a leitura.
Gente, o livro é muito louco!
Se você não tem estômago forte, não leia!
Porque, sério, tem cenas de fazer o estômago embrulhar e o corpo suar frio!

Saquem só o que o "O Globo" disse sobre o livro e a polêmica causada pela autora.


Deu pra ter uma ideia do que enfrentei?

Ele é cheio de referências a blogs, músicas e textos de outras pessoas e tem algumas mudanças de tema entre os capítulos e uma viagem depois da outra.
Sério, gente, tem coisas que por mais loucas que tenham sido as minhas leituras nos últimos doze anos, me deixaram absolutamente agoniada!
Eu confesso que algumas partes do livro eu simplesmente não consegui ler. Sério, aquelas cenas não estavam exatamente no clima do meu estado emocional... muito... muito... muito, entendem?
Meu "Recomendo" de hoje fica aqui com a absoluta e completa anotação de que você só deve lê-lo sabendo que ele é forte, dramático e alucinante ou alucinado!

Até!


Sinopse:  “Vidas terríveis são a maior das felicidades”, desabafa Mifti em seu diário. Aos dezesseis anos, ela assumiu sua condição de “garota-problema” participante da cena underground de Berlim, onde mora desde a morte da mãe. A narrativa de suas experiências, radicalmente influenciadas pelo uso de drogas diversas, faz o leitor mergulhar em uma sequência de acontecimentos paradoxais e incomuns.

Em sua busca por uma parceria e por uma compreensão incondicional, ela encontra um mascote exótico e surpreendente: o axolotle — uma espécie de salamandra mexicana que, por um defeito genético, permanece em estado larvário, sem se desenvolver.

Com uma linguagem poderosa e inteligente, Helene Hegemann traz em Axolotle atropelado uma torrente de situações nas quais o sonho, o pesadelo e a realidade nua e crua se mesclam, e nem mesmo se diferenciam: apontam para um interessante jogo de intertextualidade e de referências que marca essa novíssima autora da literatura contemporânea.

Ficha técnica:
Tradução de André Delmonte

208 páginas | 14 x 21 cm | 260 gramas | R$ 39,90

ISBN 978-85-8057-058-8| EAN: 9788580570588

Categoria: Literatura estrangeira | Subcategoria: Romance | Tiragem: 6.000

Palavras-chave: Literatura contemporânea – Jovens alemãs – Cena underground

terça-feira, 5 de julho de 2011

Resenha #155 - Jenna Black - Glimmerglass

Oie Gente!!

Como falei no início da semana, recebi da Universo dos Livros um exemplar de Glimmerglass.
Comecei a leitura assim que Terminei O Herói Perdido, bem empolgada com a ideia de um livro sobre fadas, mas um pouco receosa por não saber se o livro era ou não YA. 

Glimmerglass conta a estória de Dana Hathaway. Ela vive com a mãe, alcoólatra e é filha de um faerie. A mãe fugiu de Avalon quando soube que estava grávida, tentando proteger a filha da politicagem que existe na cidade.
A Dana não aguenta mais cuidar da mãe e resolve fugir de casa, achando que vai ter uma vida melhor em Avalon. ahã, tá bom que isso ia resolver algo.

Eu confesso que queria mais "fadinhas" no livro, mas essa foi a única coisa que faltou nele.
A personalidade e o estilo da Dana não tem nada haver com as últimas mocinhas de livros YA.
Primeiro porque de bobinha e inocente ela não tem nada, segundo porque ela não age como aquelas mocinhas tontas de filme de terror que, quando descobrem que estão em perigo, resolver fazer tudo ao contrário do que manda o bom senso.
Claro, ela dá várias mancadas, mas todas elas me deixaram divertida e empolgada com o que estava por vir, não frustrada com a falta de lógica.

A autora também nos apresenta vários outros personagens, todos tão reais quanto faeries poderem ser. Deixa eu dar uma pitadinha de cada um deles.

Ethan: é um adolescente unseelie, considerado um prodígio em magia e que resgata Dana da furada que ela entra assim que chega a Avalon. O comportamento dele deixa a desejar, o que torna ele ainda mais atraente para a Dana afinal, quem não gosta de um menino mau?

Finn: um Cavaleiro feérico, ele aparece para proteger Dana e nos deixar babando, já que segundo a descrição da própria ele é lindo de morrer e nos deixar ainda mais confusas com quem é vilão e quem é mocinho.

Grace: é quem recebe Dana em Avalon e deixa bem claro, logo nas primeiras páginas, qual será o clima da estadia dela na cidade. É quem garante as cenas mais... elétricas do livro rsrs


Kimber: irmã de Ethan, sofre por não ter domínio na magia. Tentará ajudar Dana  máximo que pode, mas também será motivo de muitas lágrimas durante as aventuras em Avalon.

Os outros vários personagens centrais tenho que manter o suspense, já que é muito difícil falar sobre eles sem soltar um spoiler ou outro, o que me deixaria muito frustrada e vocês muito irritados. rsrs

Recheado de aventuras, com um tom mais adulto e um humor mais cru do que os YA atuais, Glimmerglass garante uma pausa na monotonia que anda cercando o YA-sobrenatural.
Recomendo!

Mais detalhes sobre a série:
1- Glimmerglass (2011, Universo dos Livros, 296 páginas);
2- Shadowspell (clique aqui para ler o 1º e 2º capítulos em inglês);
3- Sirensong (lançamento em inglês Julho 2011)



Sinopse: Dana Hathaway ainda não sabe, mas vai acabar se metendo em apuros quando decide que é a hora de fugir de casa para encontrar seu misterioso pai na cidade de Avalon: o único lugar na Terra onde o mundo real e o mágico se cruzam. No entanto, assim que Dana põe os pés em Avalon, tudo começa a dar errado, pois ela não é uma adolescente comum – ela é uma faeriewalker, um indivíduo raro que pode viajar entre os dois mundos e a única pessoa que pode levar magia ao mundo humano e tecnologia a cidade de Faerie. . Não demora muito e Dana envolve-se no jogo implacável da política do mundo da magia. Alguém está tentando matá-la, e todos parecem querer alguma coisa dela, desde seus novos amigos e da família até Ethan, o lindo garoto com poderes fantásticos com quem Dana acha que nunca terá uma chance… Até ter uma. Presa entre esses dois mundos, Dana não sabe bem onde se encaixa ou em quem pode confiar, muito menos se sua vida um dia voltará a ser normal.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Resenha 154 - J.D. Robb - Pureza Mortal


*voz do além falando*
A resenhista de hoje é uma superrr convidada!
Por possuir o homem mais desejado pelas blogueiras, leitoras e mulheres alucinadas em geral e desejar não ser presa por assassinato, vai resenhar sem indicar seu perfil na postagem!
Por isso não adianta vocês surtarem, procurarem ou pesquisarem. O perfil dela está p-r-o-t-e-g-i-d-o!
Ela avisa, às hackers de plantão, que é A Lei e que qualquer mulher abusada que tentar descobrir seu perfil para ter acesso ao Twitter do Roarke correrá o risco de ser ver "presa para averiguações".
E tenho dito!
Divirtam-se!

 A resenha contém spoiler dos livros iniciais da série.

*****
*olhando de cara feia para a câmera*
-Eu ainda acho isso um abuso da sua parte. Eu não sou jornalista. Isso é departamento da Nanide. Meu negócio é assassinato!
-Para já de reclamar! Você aceitou, agora fica quieta e começa logo!
-Isso é totalmente absurdo! Eu sou uma Tenente de Homicídios, eu não tenho que...
-Quer que eu conte pros tiras que você está se borrando de medo de fazer um relatório?
-Isso aqui não é um relatório, é uma resenha maldita... e que diabos de nome é esse? Resenha? Desde quando eu sou livro, pra você fazer resenha de um dos meus casos?
-Errr... Ai, Eve, para já de choramingar e faz logo isso!

*suspira* 
Bom, já que não tenho como escapar dessa amizade é cheia de regras bestas, igual casamento vamos ao que interessa.
Nas últimas semanas me vi envolvida numa investigação de uma série de suicídios e homicídios causados por um grupo de fanáticos que resolveram limpar minha cidade!
Várias pessoas mortas,  pânico generalizado e um grupo de terroristas doidos fizeram desse caso um caos de mídia não que eu dê lá muita trela para essa idiotice e um desafio político.
Além de ter que lidar com aquela vice-prefeita e aquele RP loucos, Marvis ainda apareceu com uma novidade... arrepiante. Até o Roarke ficou apavorado com isso!
Pra piorar tudo, Roarke ainda resolveu meter um adolescente na minha investigação! Digam se não é de deixar qualquer um com vontade de arrancar os próprios cabelos?
Mas enfim, a Barbara está aqui me cutucando e dizendo que é para eu falar coisas boasss sobre o "livro" ela é louca, eu já disse isso? Acha que a vida é uma série da Nora Roberts então vou dizer que se vocês o "lerem" terão muita aventura garantida e muitas, muitas cenas de deixar você de cabelo em pé e coração na mão.
Pronto!

*suspira*
Tá satisfeita, sua chata?
 
 
***

Gente, espero que vocês tenham gostado da brincadeira.
Todo mundo sabe aqui que eu sou apaixonada pela série Mortal e que não gosto de ficar me repetindo.
Por isso a ideia da Eve fazer sua própria resenha ahahaha
Assim não ficava apenas eu falando e falando e falando.
Garanto que Pureza Mortal é tudo isso e muito mais.
Para quem gosta de aventuras geeks, tem muita, muita geek-conversa dessa vez.
Nem preciso dizer que me senti no céu lendo o Roarke em modo geek King.
Tem váaarias cenas de cortar coração, principalmente as que envolvem o McNab.
É um daqueles livros da série que tem tanto as cenas mais sangrentas, deixando os apaixonados por suspense loucos para descobrir o culpado, quanto as cenas mais românticas, deixando as almas apaixonadas pelos casais suspirando de felicidade.
Eu A-L-T-A-M-E-N-T-E    R-E-C-O-M-E-N-D-O!

Beijos!