quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Resenha # 166 - Alyson Noëll - Estrela da Noite

Oie Gente!!


Alguns de vocês podem não saber ainda, mas eu sou uma daquelas pessoas que não conseguem desistir de uma série. Mesmo quando ela fica muito, muito ruim, eu continuo lendo até eu terminar todos os livros.
Por conta disso, quando comecei a sofrer com a série Os Imortais, resolvi que continuaria lendo assim mesmo.
Sofri terrivelmente com Chama Negra. Parecia que a Alyson tinha perdido a mão (e a lógica) naquela obra.
Ainda assim eu resolvi que continuaria a ler Os Imortais. Chegaria ao fim do drama e descobriria porque diabos todas aquelas coisas insanas aconteceram.

Aí a Intrínseca lançou "Estrela da Noite" e, pimpa, lá fui eu ler mais um volume da bendita série.
"Você é doida", me disseram. "Como pode continuar lendo isso?", perguntaram.
Bom, acontece que eu sou mais teimosa que mula empacada e que eu não aguento largar uma série no meio: pedi um exemplar para a Intrínseca!

E não é que valeu a pena?
Claro, não vou dizer que gostei do livro todo, seria mentira. Mas a Alyson fechou muitas das lacunas que tinha deixado abertas no livro anterior. Deu mais veracidade às mudanças dos personagens e ainda conseguiu me deixar curiosa com a maldição do próximo livro.
E, paaasssmeeemmmm!! A Ever, pela primeira vez nos livros, resolve USAR A CABEÇA!
Sim, queridos leitores, ela PENSA antes de fazer as coisas e ela ANALISA o que está acontecendo! *pausa para o coro de aleluiasss*.
Para completar a felicidade, Damen, finalmente, finalmente, FINALMENTE aprende que meias verdades são tão ruins quanto mentiras inteiras.
E, tadãaa, Haven se revela uma aprendiz de Lilith! Gentem, que coisa ruim virou aquela amiga-fofinha-viciada-em-cupcakes!
E o Miles? Nossa, chegou-chegando e dando aulas de como se comportar e como ser adulto!

Confesso que no início do livro estava com a impressão de que ela continuaria batendo na mesma tecla e já estava começando a ficar desesperada quando ela finalmente deu um giro de 180º na estória e faz o prazer de lê-la voltar.
Então, se você ficou desgostoso com "Chama Negra" mas, como eu, resolveu não desistir, fique tranquilo! "Estrela da Noite" veio iluminar a série Os Imortais!
Até!

[Livro-Trauma] Resenha # 168 - Alyson Noël - Radiante

Oie Gente!!

Eu sei, eu sei... eu prometi que eu ia resenhar Crepúsculo... eu vou, eu juro!
Só estou esperando... bem... errr... estou esperando... hum... esperando... ok, ok... não consegui pensar em uma desculpa... estou enrolando...mas vou ler, juro!
Enquanto não chego nele, vamos a resenha de mais um livro da Alyson.

Vejam, eu sou uma pessoa de personagens favoritos. Quando me apaixono por um eu *preciso* ler todos os livros da série, acompanhar a evolução dele e saber tudo e mais um pouco sobre o que acontece com ele.
Tenho um ladrão favorito, um azarado favorito, alguns vampiros, fadas, duendes, Deus-do-Sexo-Na-Terra e assim por diante, favoritos.
Também tenho um fantasminha favorito, que é a pestinha da Riley.
E, como vocês sabem, depois de ler "Chama Negra" eu fiquei com trauma da série Os Imortais. Ever me fez passar muita, muita raiva mesmo, com aquela mania dela de fazer tudo sem pensar e sem refletir.

Como isso não era assim no início da série, fiquei a-p-a-v-o-r-a-d-a com a ideia de ler a série da Riley Bloom.
Será que iria sofrer? Será que teria mais uma decepção com um personagem?
Seria que ia morrer de tédio??? rs
Enfim, respirei fundo, mandei o e-mail e pedi o livro.

"Radiante", primeiro livro da série Riley Bloom, é uma leitura leve, divertida e totalmente diferente de "Os Imortais".
Onde a segunda é sombria e triste, a primeira é suave, alegre e engraçada.
Completamente infanto-juvenil, é uma leitura "livre", que você pode indicar para a irmã/filha/sobrinha mais nova.

Tem um estilo totalmente diferente de Os Imortais, já que conta as aventuras da Riley do outro lado. Ela descobre que se encontra no "Aqui' e que o único tempo lá é o "Agora".
Ela também descobre que tem bem mais coisas para fazer do que ficar brincando, passeando e materializando coisas. Descobre que tem uma missão muito especial e que *deve* deixar tudo para trás, inclusive seu desejo de voltar para a antiga vida.
O livro é pequenino, são só 184 páginas, mas ele é muito divertido.
As cenas da Riley com os outros "fantasmas" são de matar de rir.
Para meu completo alívio, a Riley continuou sendo a mesma Riley de sempre: confusa, engraçada e arteira.
Quero muito saber o que esse capetinha vai aprontar no céu! hehehehe



Sinopse: Algum tempo após o acidente de carro que a matou, Riley Bloom deixou sua irmã, Ever, no mundo que conhecemos e atravessou a ponte da vida após a morte até um lugar chamado Aqui, onde o tempo é sempre Agora. Riley reencontrou os pais, também vítimas do desastre, e Buttercup, o cão da família. Todos estavam se adaptando a uma morte boa e tranquila, até que ela foi chamada perante o Conselho e um segredo lhe foi revelado: a pós-vida não significa simplesmente uma eternidade de lazer. Riley tem tarefas a realizar. Ela é designada como Apanhadora de Almas, e Bodhi, um garoto diferente, que ela não consegue decifrar muito bem, é seu guia. Riley, Bodhi e Buttercup voltam à Terra para sua primeira tarefa: fazer o Menino Radiante, que há anos assombra um castelo na Inglaterra, atravessar a ponte. Muitos Apanhadores de Almas já tentaram convencê-lo e não obtiveram sucesso. Mas isso foi antes que o menino conhecesse Riley...

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Resenha #175 - Mary Janice Davidson - Undead and Unfinished

Oie Gente,
A resenha de hoje é de uma das minhas séries sobrenaturais favoritas: Betsy Taylor.
Não sei se vocês já leram algum livro dela (tem naquele formato que não deve ser nomeado), mas a Betsy é a rainha vampira mais mal humorada de todos os tempos.
Sabe todos aqueles pensamentos feios, terríveis, malvados e horrorosos que você as vezes tem e nunca, jamais, pensa em por pra fora? A Betsy põe.
Sabe todas aquelas futilidades que as vezes você deseja ter (uma coleção de Valentinos...? *suspira*) mas que não tem coragem porque... ehh... ser fútil é muito feio, a Betsy tem e não tem nenhuma vergonha disso.
Sabe todo o mau humor que você tem na TPM ou quando seu time perdeu a final do campeonato (que ele podia ganhar mesmo perdendo de 2 x 0), ela tem e faz questão que todo mundo saiba...

Ela é louca, surtada, vampira, gostosona [e sabe disso ;-) ], mal humorada, sarcástica, doida, pinéu, tarada-no-Sinc-Lair e muito, muito maluca!
Se você não leu, segue um resumo dos oito livros anteriores.
Betsy se transformou em vampira depois de ser atacada. Ela sobrevive, destrói e ditador vampírico e descobre que é a rainha predestinada dos vampiros.
Ela é irmã do anticristo, que tem a peculiar característica de ser a garota mais linda que ela conhece, além de ser a mais boazinha.
Ela é casada com o Sinclair, que é o vampirão gostosão mais aborrecedor de todos os tempos.
Ela é viciada em sapatos, tem um melhor amigo gay e uma melhor amiga milionária e sempre, sempre consegue se enfiar nas piores situações imagináveis.
Agora, no meio de uma briga matrimonial sem precedentes, ela resolve ajudar sua irmãzinha (isso, o anticristo) a descobrir porque está ficando doente.
Elas chamam a mãe do anticristo, realizando o sacrifício de um Valentino (numa cena absurdamente hilária do sacrifício do mais perfeito par de sapatos de todos os tempos) e o Diabo vem ajudar. (não, não estou brincando)
Descobrem que tem que ir para o Inferno, onde a Laura (essa seria o anticristo) vai aprender a controlar os próprios poderes.
E, MEODEOS, elas se metem em todo tipo de encrenca e problema que você puder imaginar.
Eu ri, chorei, xinguei e me diverti até dizer chega enquanto lia.

Adoro o humor ácido da Betsy. Ela consegue ser saraiva, pateta, metida, lesa, boboca e tudo entre isso, ao mesmo tempo em que consegue ser altruísta e egocêntrica.
Acho que é o vampiro mais realístico que já vi.
É absolutamente impossível não gostar dessa série.
Ela serve tanto para levantar seu astral quando pra fazer você pagar micos antológicos de riso em público.

A Mary Janice é uma das minhas autoras favoritas. Ela tem uma maneira de escrever maravilhosamente cômica, que deixa as cenas "de lascar" de engraçadas.
Acho que gostei de todos os livros dela, mesmo aqueles em que terminei pensando "o que diabos passou pela cabeça dela quando ela escreveu isso?".
Tooootalmente recomendo!!

Ah! Ia esquecendo...

O blog In Death está participando da Caça ao Tesouro #3.
Fiqueatento, seja cuidadoso e não deixe passar nada. A bruxa está à solta. A tarefa de amanhã éconhecida, será fácil.

hehe

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Resenha #174 - Ally Condie - Destino

Oie Gente!

A resenha de hoje é de uma das minhas válvulas de escape durante a leitura de Crepúsculo.
Sei que ela ficou minúscula, mas é porque está suuuperrr difícil digitar só com uma mão. Até mover de lugar faz meu pulso pulsar (dãaa) e isso dói que só a peste!
Masss, deixa eu parar de blá blá blá e resenhar!

"Destino" foi, ao mesmo tempo, tudo igual e tudo diferente dos outros YA que tenho lido. (será que só eu detesto essa classificação YA? Ela sempre me deixa confusa... afinal, o que diabos é jovem adulto??? errr)

Temos uma adolescente, temos escola, temos dois gatinhos e temos ela dividida entre os dois. Mas aí acabam-se as semelhanças.
O livro é futurístico e, nele, quem controla tudo é a Sociedade. É ela quem escolhe quando você nasce, por quem você se apaixona, quando você morre, o que você come e, pior de tudo... ela controla o que você lê! (????!!!!!!!)

O que, porque tão fazendo essa cara para minha ordem de desespero? Já pensou quer horror se só pudéssemos ler aquelas coisas que alguém determinasse? E nem são muitas coisas assim... cem poemas, cem pinturas.. CEM MÚSICAS! Nossa, morri! Imagina se quem escolhesse gostasse só daquilo que você não gosta??? Pânico generalizado na minha imaginação fértil! hahahahha

Maass, voltando....
A Cassia vai fazer escolhas bem difíceis no decorrer da estória. Você, assim como eu, achará algumas insanas e absurdas... afinal, porque você escolheria manter tudo igual, quando você tem a oportunidade de fazer tudo diferente??

 Mas aí ela percebe que nada é o que ela achava e se vê diante da verdade ao descobrir que tudo aquilo que é, que vive e sente foi manipulado por outra pessoa... e tem que escolher: o que fazer?

O livro não é engraçadinho. As escolhas que Cassia tem que fazer não são fáceis e nem simples, assim como as escolhas daqueles que estão ao redor dela.

Os dois mocinhos que a deixam dividida também não são iguais aos outros.
Não vou falar sobre os dois, porque vai estragar a surpresa da leitura.
Mas os dois são totalmente fora do padrão. Um deles escolhe ajudá-la de uma maneira que a deixa mais próxima do outro... e o outro escolhe abrir mão de tudo para ensiná-la que existe mais.

O livro é ótimo e eu estou bem curiosa pela continuação.
Foi uma surpresa muito agradável na minha lista de YA, que andava meio frustrante.
Foi um mimo enviado pela Núcleo da Ideia e a leitura foi tão agradável que comecei oito da manhã e meio dia já tinha acabado!
Recomendo!

Sinopse: Cassia tem absoluta confiança nas escolhas da Sociedade. Ter o destino definido pelo sistema é um preço pequeno a se pagar por uma vida tranquila e saudável, um emprego seguro e a certeza da escolha do companheiro perfeito para se formar uma família.Ela acaba de completar 17 anos e seu grande dia chegou: o Banquete do Par, o jantar oficial no qual será anunciado o nome de seu companheiro. Quando surge numa tela o rosto de seu amigo mais querido, Xander - bonito, inteligente, atencioso, íntimo dela há tantos anos -, tudo parece bom demais para ser verdade.Quando a tela se apaga, volta a se acender por um instante, revelando um outro rosto, e se apaga de novo, o mundo de certezas absolutas que ela conhecia parece se desfazer debaixo de seus pés.Agora, Cassia vê a Sociedade com novos olhos e é tomada por um inédito desejo de escolher. Escolher entre Xander e o sensível Ky, entre a segurança e o risco, entre a perfeição e a paixão. Entre a ordem estabelecida e a promessa de um novo mundo.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Livro Trauma #05 - Stephenie Meyer - Crepúsculo

Oie Gente!


Bom, se você caiu de paraquedas aqui, viu o logo da editora, o título do livro, somou um mais um e deu doze, dê meia volta e vá ler outra coisa, porque essa resenha não é pró-vampirinhos.

Se você é fã da série e 'tá achado que vai ler uma rasgação de seda pro Edward e pra Bella, pode dar meia volta e ler outra coisa também...

Agora, se você já anda por aqui faz tempo e tem alguma ideia do que vai encontrar, divirta-se!
Mas puxe um puff antes, porque o trem ficou enorme!!








Fffiiinnaaallllmeennteee terminei de ler o livro-trauma dos livros traumas!

Levei longos e intermináveis 20 dias para lê-lo, precisei de doze válvulas de escape, duas super doses de insulina para combater o coma glicêmico e muita, muita paciência pra aturar os personagens...



Como vocês bem sabem eu sou chegada num vampiro.
Tem sangue, tem suor e tem sexo, eu tô "papando".
Então, quando ouvi falar em uma série adolescente que estava revolucionando o mundo da literatura YA e que isso envolvia vampiros, duas coisas passaram pela minha cabeça: ou YA agora tinha sangue escorrendo e sexo ou tinha alguma coisa errada com aqueles vampiros.

Aí comecei a ouvir os spoilers sobre o tal do livro... "vampiro adolescente", uns diziam. "Tão lindo e maravilhoso como todos os outros vampiros já inventados", falavam outros.

Confesso: eu até fiquei curiosa quando ouvi isso...
Até que, num dia chuvoso, com aquela aparência macabra de que alguma coisa muito ruim vai acontecer, me deparei com o seguinte: "oh que lindo, ele brilha ao sol!".
Aí eu parei: como-assim-ele-brilha-ao-sol?-ele-é-vampiro-tem-que-virar-pó-ao-sol!

Neguei-me completamente a ler o livro. Não lia, não comprava, não conferia nada e me recusava até a comentar nos posts das amigas que resenhavam a tal da série.
Também não faço segredo do quanto me desagrada esse (e vários outros) detalhes da trama...
Tenho que dar o braço a torcer pela quantidade de adolescentes que passaram a gostar de ler depois de Crepúsculo... isso é uma grande conquista, ao meu ver... mas eu não perdoo a tia Meyer por fazer vampiro brilhar... u.u
Então imagino que você esteja se perguntando como é que, com tudo isso que eu disse aí em cima, eu estou aqui resenhando Crepúsculo...


Eu explico, querida(o) leitora(r)... eu tenho uma certa amiga, sabe?, que resolveu dar a ideia de que eu lesse Crepúsculo como Desafio de Aniversário... afinal de contas, não tem nenhum livro que me cause mais pavor (medo, pânico, ojeriza) do que Crepúsculo... aí uma juntou-se à outra, foram votando, votando e... pimba, tô cá eu lendo o tal do Crepúsculo!


Depois de muita enrolação, desculpas esfarrapadas, perdas voluntárias de livros nas casas das tias e toda e qualquer dificuldade que eu tenha arrumado para embromar a leitura de Crepúsculo, finalmente acabei o bendito do livro.

A estória todo mundo conhece de cor e salteado...
A Bella é uma adolescente feinha que resolve ir morar com o pai, numa cidade que ela odeia, para permitir que a mãe seja feliz.  hein? adolescente altruísta??

O Edward é um vampiro que foi transformado quando tinha dezessete anos *pausa* adolescente eternamente??? morre!!!! e que já tem mais de cem anos de experiência de vampirismo.

Eles se conhecem em Forks e acabam apaixonados.


Ok, até aí, estava tudo bem na leitura. Nada assim, de matar... até que...




    "Edepois outro problema, uma questão de que eu me lembrava do pequeno número defilmes de terror que vira e era sustentada pela leitura de hoje – os vampirosnão podia sair à luz do dia, o sol os queimava até que virassem cinzas. Elesdormiam em caixões o dia todo e só saíam à noite." Pg: 106.



Hein? Como assim?? Quando eu li esse papo de que ele brilhava ao sol, me contaram que era porque Meyer não entendia nada de vampiros... mas, veja, ela S-A-B-E que eles deviam virar pó... e aí ela resolve fazê-los brilharem??? Cooomoooo assssimmm?????????

Não, não quero saber desse negócio de licença poética... você é que me dê licença, tá? Vampiro que brilha... rá! Daqui a pouco ele vive de tofu!!


E então...




    " – Estáfazendo aquilo de novo – murmurei.

    Osolhos dele se arregalaram de surpresa.

    –O quê?

    –Me deixando tonta – admiti, tentando me concentrar ao voltar a olhar para ele.

    –Ah. – Ele franziu o cenho.

    –Não é culpa sua – suspirei. – Você não consegue evitar." Pg 155



O QUEEE??? Cadê seu orgulho, mulher???? Como você diz uma coisa dessas???????



E então...



   " –Bom dia. – Sua voz era sedosa. – Como está hoje? – Seus olhos vagaram por meurosto, como se a pergunta fosse algo mais do que mera cortesia.

    –Bem, obrigada. – Eu estava sempre bem, muito mais do que bem, quando ele estavaperto de mim." Pg 168


 Moooorrriii!! MEODEUSS, como assim??? Quando Carlinha me disse que tinha mel na maçã, eu não achei que fosse tanto!!



   "–Bella, já gastei muito esforço pessoal a essa altura para manter você viva. Nãovou deixar você se sentar ao volante de um carro quando nem consegue andardireito. E, além disso, as pessoas não deixam que os amigos dirijam bêbados – citouele com um risadinha. Eu podia sentir a fragrância insuportavelmente doce vindade seu peito.

    –Bêbada? – objetei.

    –Está embriagada com minha presença. – Ele dava aquele sorriso brincalhão denovo.

    –Não posso contestar isso – suspirei. Não havia como escapar; não podia resistira ele em nada. Ergui a chave e a larguei, vendo sua mão voar como um raio parapegá-la sem fazer nenhum som. – Vá com calma… Meu carro é um cidadão idoso.

    –Muito sensível – aprovou ele." Pg 209



"Embriagada com a minha presença"??? Ok!! Morri! Morri e fui para o inferno do ego exacerbado e do diabético.

Sério! Essa altura do campeonato eu não sabia quem era o pior, ela sendo totalmente tonta tapada, pateta ou ele, achando que é *O gostoso*

Pense só: lembram do terror que foi a adolescência de vocês? Agora conseguem imaginar uma eternidade disso?

*pausa*

*tremor*

*pânico*

Depois me apareceu um vampiro do mal.
"– Edward,encoste.

Eledisparou um olhar duro para ela e acelerou.

–Edward, vamos conversar sobre isso.

–Você não entende – rugiu ele de frustração. Nunca ouvi sua voz tão alta; eraensurdecedora dentro do espaço do Jeep. O velocímetro quase chegava a 240 quilômetros.– Ele é um rastreador, Alice, não viu isso? Ele é um rastreador!

SentiEmmett se enrijecer a meu lado e me surpreendi com sua reação à palavra.Significava para os três mais do que para mim; eu queria entender, mas não tiveoportunidade de perguntar." Pg 276

Ahã... tá bom... Oká, eu não fiquei com medo do vampiro que brilha ao sol. Sinnntooo muuito, mas nenhuma explicação dada pode me fazer acreditar que um brilha-brilha estrelinha pode ser do mal.

Non, nah, nhe!

 


Ain, gente, não dá. Simplesmente não consegui ver porque motivo as pessoas ficaram tão loucas pela série. Tem personagens YA muito mais cativantes por aí, com um enredo bem mais envolvente...



Tá, tá, a Meyer deixa alguns poucos mistérios que podem levar a pessoa à curiosidade... mas todo esse frisson? Nha!
Peguei meu banquinho de vampiresca e levei ele para outra série!

 


Enfimm, talvez fosse o filme... mas, não. Eu já vi o filme, ele é ainda mais "inintendível" que o livro.
Não dá, não rolou... foram as mais intermináveis 355 páginas da minha  vida.
Foi difícil, foi duro... foi tedioso... foi "osso".

Mass... eu venci mais esse livro trauma!
Háaa!!

A força está em mim!
Fuiiiiiiiii!


Sinopse: ''Crepúsculo'' poderia ser como qualquer outra história não fosse um elemento irresistível: o objeto da paixão da protagonista é um vampiro. Assim, soma-se à paixão um perigo sobrenatural temperado com muito suspense, e o resultado é uma leitura de tirar o fôlego - um romance repleto das angústias e incertezas da juventude - o arrebatamento, a atração, a ansiedade que antecede cada palavra, cada gesto, e todos os medos. Isabella Swan chega à nublada e chuvosa cidadezinha de Forks - último lugar onde gostaria de viver. Tenta se adaptar à vida provinciana na qual aparentemente todos se conhecem, lidar com sua constrangedora falta de coordenação motora e se habituar a morar com um pai com quem nunca conviveu. Em seu destino está Edward Cullen.

Ele é lindo, perfeito, misterioso e, à primeira vista, hostil à presença de Bella o que provoca nela uma inquietação desconcertante. Ela se apaixona. Ele, no melhor estilo "amor proibido", alerta: Sou um risco para você. Ela é uma garota incomum. Ele é um vampiro. Ela precisa aprender a controlar seu corpo quando ele a toca. Ele, a controlar sua sede pelo sangue dela. Em meio a descobertas e sobressaltos, Edward é, sim, perigoso: um perigo que qualquer mulher escolheria correr.

Nesse universo fantasioso, os personagens construídos por Stephenie Meyer - humanos ou não - se mostram de tal forma familiares em seus dilemas e seu comportamento que o sobrenatural parece real. Meyer torna perfeitamente plausível - e irresistível - a paixão de uma garota de 17 anos por um vampiro encantador.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Resenha - #172 - J.R. Ward - Amante Liberto

Oie Gente!

A resenha de hoje, apesar do prometido, não é de livro trauma.
Como toda boa alma, precisei de uma válvula de escape enquanto encarava alguns dos desafios (cof Crepúsculo cof).
Então, peguei alguns Vampirões para ler enquanto encarava o vampirinho...

Um dos meus Vampirões escolhidos foi o Vishous.
Odiado por uns, amados por outros, não tem como você ler "Amante Liberto" sem sentir emoções extremas.
Particularmente, gosto de todos os espinhos explorados pela Ward em Amante Liberto.
Desde o tom homoerótico entre as cenas do Butch e do Vishous até todo o drama vivido pela Jane.
Sem contar o passado do Vishous, marcado por abusos, violência e morte.

Eu queria ter feito essa resenha enquanto lia, já que muitas coisas são ditas, exploradas e explicadas nele, mas o livro é tão viciante que eu não conseguia largá-lo nem mesmo para pegar o celular e ir fazendo algumas anotações.

Ao mesmo tempo em que ele é um Guerreiro tão feroz quanto os outros Irmãos, ele é um personagem único, com medos, forças e desejos particulares e especiais.
A predileção do V por BDSM deixa algumas pessoas bem desconfortáveis, mas a paixão de um "homem" tão intenso quanto o V não poderia ser simplista. Não vou entrar no mérito psicológico da questão, se é doença ou só desejo, mas a necessidade do Vishous de estar no controle de tudo e de todos é marcante pela preferência dele por escravidão.

O desejo que ele sente pelo Butch é outra das características dele que deixa todo mundo mais desconsertado, mas eu o entendo um pouco.
Depois de séculos e séculos de exclusão emocional, onde ele não deixava ninguém chegar realmente perto dele, é de se esperar que a primeira pessoa que ele permite que o conheça de verdade provoque sentimentos profundos e especiais.
E um ser tão antigo quanto um vampiro não pode ficar preso aos sentimentos e ideais humanos imediatistas.
Eu, particularmente, não me importaria nadinha de ver os dois juntos.
Confesso que adoro o Butch com a Marissa, mas também gostaria muito do Butch com o Vishous.
Acho que é uma realidade na estória que os dois viveram e, mesmo agora, quando cada um tem sua shellan, ainda podemos sentir, respirar, praticamente mergulhar no erotismo que cerca os dois.

Agora, deixa eu falar um cadinho sobre a nova personagem da série: Jane Whitman. Ela é médica, chefe da emergência de um centro médico. Ela é marcada por uma tragédia na infância, o que a deixou descrente e emocionalmente distante.
Até que ela encontra o Vishous, nosso Vampirão (a.k.a Dom) e percebe que nada no mundo é tão simples quanto acreditava e que suas paixões são muito mais profundas do que deseja.

Vai, eu confesso, eu gosto da Jane. Apesar do abuso dela tomar posse do meu Vishous, eu acho que ela combina muito bem com ele. Tanto nos pontos negativos das personalidades quanto dos positivos.
Acho que algumas coisas poderiam ter sido mais exploradas e desenvolvidas mais lentamente, mas, no geral, eu gostei muito do romance dos dois.

Acho que eu poderia falar horas e horas e horas sobre o livro. São muitos detalhes e muitas informações e é preciso muita atenção para não perder alguns dos detalhes mais importantes...
Certo, eu sei que eu não falei do final... por, bem, aquele é um final bem... errr... bom... final. u.u
Sério, gente, como é que pode aquele final???
A Ward tem que me dar uma explicação mais para frente, porque, senhor, aquele final me revolta! #FaloMesmo

Tá, tá, se você já leu você sabe que as cenas são lindas emocionantes, maravilhosas, de despedaçar coração e matar a manteiga derretida da blogueira de tanto chorar, mas pela madrugada de Caldwell, a Virgem não podia dar uma forcinha e ...???
Ennnfffimmm, apesar de querer mudar alguns rumos dos acontecimentos (acho que todo mundo queria mudar alguma coisa e fazer um final particular) eu gosto da dramaticidade dramalhão, novela mexicana que tem Amante Liberto!
Recomendo!

Ah, fiquei curioso com os três pontinhos e quer o livro? Corre já aqui e participa da promoção!
Pode levar os SETE para casa!
Até!

Sinopse: Nas sombras da noite em Caldwell, Nova York, a guerra explode entre vampiros e seus assassinos. Há uma Irmandade secreta, sem igual, formada por seis guerreiros vampiros, defensores de sua raça. O coração gelado de um predador será aquecido mesmo contra a sua vontade...Destemido e brilhante, Vishous, filho de Bloodletter, possui uma maldição destrutiva e a capacidade assustadora de prever o futuro. Criado no campo de guerra de seu pai, ele sofreu maus tratos e abusos físicos e psicológicos. Membro da Irmandade, ele não se interessa por amor nem emoção, apenas pela batalha com a Sociedade Redutora. Mas, quando uma lesão mortal faz com que fique sob os cuidados de uma cirurgiã humana, a Dra. Jane Whitcomb, ele é levado a revelar a dor que esconde e a experimentar o verdadeiro prazer de pela primeira vez... Até que o destino, que V. não escolheu, o leva para um futuro do qual Jane não faz parte.

domingo, 21 de agosto de 2011

[Maratona de Banca] Resenha #171 - Emma Darcy - Em Nome Do Amor

Oie Gente!
Resenha de hoje é para a Maratona de Banca, que tem como tema do mês a autora Emma Darcy.
Eu escolhi o romance "Eu Nome do Amor", porque era um dos que eu tinha aqui e que já tem um longo tempo que não leio.
Então eu não lembrava nadinha do enredo, então podia ler tranquila que não ia ficar entediada.
Eu só esqueci um pequeno detalhe... "Eu Nome do Amor" é o primeiro volume de uma trilogia e eu nunca achei os outros da série! rs
Isso mesmo que você leu! Eu nunca li os outros livros da série! Não tenho ideia de como ela acaba!
Mas, ainda assim, valeu a pena reler!

"Em Nome do Amor" tem uma participação do Brasil (apesar das referências de nomes próprios não terem nada haver com a realidade brasileira, o que sempre fez com que eu me perguntasse se no original era o Brasil mesmo...) com o pai do personagem masculino.
Nick Ramirez é um homem rico, lindo e safado. 
Passa o rodo em qualquer rabo de saia, é cheio de traumas por conta das escolhas da mãe e das atitudes do homem que ele pensava ser seu pai.
Eu confeesso, no início da leitura já estava achando que o Nick era filho do King! Mas aí as páginas foram passando, ele foi mudando, me conquistando e, bom... só você lendo para entender!

A mocinha do livro é a Tess Steele, filha do homem que Nick pensava ser seu pai. Ela é apaixonada por ele depois de uma noite de amor sexo selvagem, louco e irresponsável descobre que está grávida e... não conta nada pra ele.
Não quer saber de casamento por obrigação, mas quando Nick chega dizendo que a quer como esposa (antes dele saber do bebê, deixemos isso claro) ela aceita bem rapidinho.
É um romance levinho, divertido e com ceninhas sexies entre os personagens centrais. E muita confusão entre os personagens secundários. (fala sério! Aquela mãe do Nick devia chamar Naja ao invés de Nadia!!).
Recomendo!
Ah, se você estiver lendo isso e souber quais são os outros livros da série, comenta aí! A curiosidade é grande para saber se o Nick conseguiu ou não a... sabe..?



Sinopse: Para que possam se conhecer, cada um dos irmãos Ramirez deve encontrar uma noiva... E, Nick Ramirez é forçado a abandonar a vida de solteiro se quiser construir uma família. Embora muitas mulheres tenham compartilhado a cama de Ramirez, ele escolheria somente uma para ser sua noiva...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Resenha #170 - Jory Strong - Binding Krista

Oie Gente!


Como vocês bem sabem esse mês eu estou resenhando meus "livros trauma". Bom, acontece que o atual é "Crepúsculo" espirra e apesar de ainda não ter aderido a LALPJ* eu realmente precisei de um auxílio externo: catei um Jory Strong bem velhinho para ler.
Confesso que já o tinha lido antes, mas gosto tanto dessa série que não foi nenhum esforço lê-lo novamente!


Totalmente alternativa, a série Fallon Mates nos introduz ao planeta Belizair, que teve toda sua população infectada por um vírus. Após a infecção todas as fêmeas se tornaram estéreis.
O Conselho do planeta busca em todos os outros mundos companheiras férteis que possam garantir a sobrevivência da raça, ao mesmo tempo em que tentam encontrar uma solução para o problema de suas próprias fêmeas.

Brinding Krista é o primeiro livro da série Fallon Mate e nos apresenta a estória de Adan d’Amato e Lyan d’Vesti, dois habitantes do planeta Belizair, que chegam à terra a procura de sua companheira, a única fêmea em todo o universo que tem a combinação genética necessária para garantir que eles tenham crianças e possam dar continuidade à sua raça.

Krista está fugindo de alguém, desesperada para manter-se viva. Quando conhece Adan e Lyan fica absolutamente encantada pelos dois, mas teme que qualquer envolvimento entre eles possa causar a morte de um ou todos eles.

Eu adorooo esse livro. Primeiro porque foi um dos primeiros sobrenaturais "de outro mundo" que eu li, segundo porque o romance entre os personagens é tãoooo lindo que não tem como você evitar adorá-lo.
Temos vários personagens além dos três centrais, o que garante uma dose saudável de curiosidade pelos volumes seguintes.

Também temos um vilão bem do mal, que garante cenas de ação, lutas e derramamento de sangue para proteger o/a companheiro(a)!

Claro que para ler essa série você tem que manter a mente um tanto quanto... aberta a novas emoções.
Primeiro porque Adan e Lyan são das raças Amato e Vesti, que visitaram a Terra muitos e muitos anos antes, dando origem as lendas de Anjos e Demônios.
Segundo porque, como vocês devem ter percebido, não temos um casal romântico e sim um trio romântico! rs
Eu sou daquelas devoradoras de livros que sempre tentará algo ao menos uma vez.. e Jory Strong me encantou tanto que já comprei/sequestrei /li/quase todos os livros dela.
Falta apenas uma série dela para eu completar a bibliografia, mas estou rendendo-a para quando a Jory terminar as outras quatro séries que eu acompanho!

Se quiser saber um pouquinho mais sobre a Jory Strong pode visitar o site da autora ou os perfis dela no Goodreads e no Twitter!

Até

domingo, 14 de agosto de 2011

Livro Trauma #04 - Nora Roberts - O Amuleto

Oie Gente!



Mais uma resenha, outro livro trauma!

E, sim, querida (o) leitora (r), é Nora Roberts que você está lendo no título! Não, você não está surtando! Existe um livro da Nora Roberts que eu... detesto!

 

Todo mundo por aqui sabe que eu sou apaixonada louca, tarada, viciada, fanática, surtadinha-da silva pelos romances da Nora Roberts.

Tenho quase todos os livros dela Almas em Chamas, seu desgraçado, um dia eu te acho!!!, leio tudo o que sai de novidade,  perturbo a Rô para saber o que tem de novo nos EUA, torro a Bertrand para lançarem mais livrinhos, alugo as amigas para procurarem edições antigas nos sebos... enfim, sou uma Noraholic de carteirinha, coração e alma! rs


Agora, você deve estar se perguntando por que diabos o livro esta na estante do trauma.

Eu explico, querida (o) leitora (r): O Amuleto é uma insanidade!



Vejam bem, eu gosto de livros onde o casal usa a cabeça e/ou o coração escolher que estrada seguir...

Que mesmo quando você os vê separados, foi culpa de alguma vilã safada, bandida, piriguete que a autora colocou na estória só pra fazer os personagens darem valor ao amor que os uniu. ui!

Ou então tem dedo das Sogras made in Odete Roitman, dos vilões "Eu Quero Ser o King" e por aí vai!


Agora, quando eles começam a agir feito uma dupla de patetas, com atitudes totalmente incompatíveis com o status de apaixonado, bom... aí a coisa complica!


E é exatamente o que acontece em O Amuleto!

Eu só li aquela tralha uma vez e foi mais do que o suficiente!

Gentem!, como assim, aquele casal tem um romance?

Eles têm um surto insano, que devia ser tratado com remédio!

Eu juro, a única coisa que eu curti no livro foi a história do Amuleto! O romance dos personagens, o clima entre eles e as atitudes dos dois simplesmente não me agradou.

Achei a tal da Tate uma pateta e o Matthew um bocó!

O romance dos dois não engrena, ele resolve que é o bambambã e sabe o que é melhor pra ela, largando ela sozinha quando tudo o que ela queria era que os dois enfrentassem o futuro juntos.

Aí, depois de anoss de lágrimas, sofrimento Ai meu Deus, teve aulas com a Maria do Bairro! o traste volta e... ela perdoa!

Coooomooooooo assim, Joaquim? Sem nem se arrastar? Só "eu sinto muito" e pronto?

Tia Nora, confessa! Você tinha bebido chá de Diana Palmer nesse dia!

Nada, nadinha, nadica-de-nada-de-biritataca faz sentido naquele romance!

Eu juro, quando terminei de ler o maledeto do livro queria era entrar pro time da Tonks e jogá-lo pela janela!

Só não fiz isso porque, bem!, porque sou viciada em Nora Roberts... *suspiros*

Enfim!

Sei que esse não é assim um motivo tãaaooo engraçado quanto os outros, mas tinha que ter um Norinha nessa lista de livros-traumas!

E ainda tem um J.D. Robb mais pra frente, só pra garantir hehehe.

Até a próxima!



Sinopse: A arqueóloga marinha Tate Beaumont partilha com o pai uma grande paixão pela procura de tesouros. Ao longo dos anos, os dois fizeram muitas descobertas fabulosas, mas um tesouro lhes tem escapado: a Maldição de Angelique, não conseguirão fazê-lo sozinhos, razão pela qual tem de se unir aos mergulhadores Buck e Matthew Lassiter. Tate está furiosa...e insegura, não só por causa da perspectiva de ter de partilhar o seu precioso sonho, mas também por causa de Matthew Lassiter. Mergulhador marcado pelo mar, cujo passado está envolto em mistério e cuja determinação para descobrir os segredos do oceano rivaliza com a de Tate, ele possui em seu cotidiano coisas tão obscuras quanto seu passado. Forçada a trabalhar e mergulhar com os Lassiter, Tate vai ficando preocupada com ilusões sombrias e ameaças ocultas. Os Beaumont e os Lassiter sabem que a soma de suas habilidades e experiências é a chave para que possam localizar a Maldição de Angelique. Mas há algumas coisas que Matthew se recusa a partilhar - inclusive a verdade sobre o mistério que envolve a morte de seu pai. Por enquanto, Tate e Matthew são parceiros relutantes - ate que o perigo e o desejo comecem a vir à tona...





terça-feira, 9 de agosto de 2011

Livro Trauma #03 - Letícia Vidica - Mulheres Solteiras Não São de Marte

Oie Gente!!Outra resenha, outro trauma: auto-ajuda.
Pera, pera, pera! Não sai correndo ainda!
Sério, não precisa olhar torto para a tela, você vai *adorar* essa resenha!
Pega uma pipoca, senta aí e se prepara para rir desse post!

Umas semanas atrás recebi o release de "Mulheres Solteiras Não São De Marte".
Até aí, tudo normal. Abri o e-mail, baixei as informações e fui preparar o NEWS onde ele sairia.


"Baseado em blog"? Devia ser engraçado... mas... hum... aquele título... aquilo tinha cara de auto-ajuda.
Mas, como tinha um zilhão de coisas pra fazer por conta da cirurgia da minha irmã, simplesmente esqueci de conferir o ISBN para informações do bendito...
Tempo vai, tempo vem, tio-do-sedex bate na minha porta... pacote da Universo dos Livros.
"Opaaa, livro novo!!"... rasguei o papel (sabe como é, né? Tem que rasgar pra ganhar mais! rs) e vi que era o mesmíssimo "Mulheres Solteiras Não São de Marte".
Aí foi que lembrei que não tinha conferido o gênero do livro...Fui lá, abri a página de informações e... empaquei.


"Como-assim-auto-ajuda-Vou-mataaaarrrrr-a-Talita!" tadinha, ela sofre! rsrs
Acho que falei isso tããããooo alto que até vieram ver o que de tão impactante tinha naquele pacote.Gente, eu confesso: eu tenho hooorrrrorrr de auto-ajuda! É ela entrar por uma porta e eu sair correndo pela janela!
A culpa toda é daquele maldito filme do Queijo, que eu tive que assistir sete (SETE!!!) vezes durante o treinamento do trabalho.
Não aguentava mais ver aquele ratinho subir aquela pilha de queijo... toda vez que a psicóloga dizia "hoje vamos começar a dinâmica com um filminho" eu tinha desejos de gritar, chorar e me jogar pela janela!


Pra completar a felicidade geral da nação Barbarística, eu ainda tive que *ler* o tal do livro para uma avaliação de perfil de atendimento... posso com isso??????Mas,enfim, voltando ao livro...
Sabia que o livro era baseado num blog e era minha grande esperança... afinal, depois de "Balde de Gelo" (alguém lembra??) eu sempre me divirto com livros baseados em blogs...
Com isso em mente (e o Desafio de Aniversário) resolvi encarar o tal do livro de auto-ajuda e... acho que se enganaram na classificação!
O livro é h-i-l-á-r-i-o!
Eu ri horrores com as situações vividas pela Diana.
Já li uns poucos chick-lits e, na maioria dos casos, eu não gostei muito (nem resenha fiz dos benditos) mas "Mulheres Solteiras Não São De Marte" foi uma surpresa muito, muito agradável!

A Letícia conseguiu juntar, numa mulher, todas as mulheres do mundo.
Tem contos dela carente, revoltada, de TPM, de guerra com o mundo, com os homens, a família e, se houvessem mais páginas, até com o papagaio-do-periquito-do-vizinho!
Em algum momento do livro você achará um conto que combina com o seu tipo atual.
Além das histórias de vida da Diana, o livro ainda conta as aventuras da realista Betina e da romântica sem cura da Lili.
As três, juntas, trazem situações engraçadas, bizarras, arrepiantes e arrepiadas.

Eu gostei  de muitos deles... encontrei amigas minhas em váaarriooooss e quase morri de riso (e de embaraço, confesso) quando *me* encontrava no conto.
Paguei micos terríveis durante a leitura... como, por exemplo, começar a rir sozinha, no meio do hall de entrada do trabalho, quando cheguei no final de "Solteiro Sem Dinheiro", quando a Diana começa a enfatizar para Deus o que ela quer.
Também me engasguei de riso, enquanto bebia água, esperando o médico da minha irmã (atrasadérrimo, por sinal). Imaginem só minha cara, completamente vermelha, quando todo mundo ficou me olhando, enquanto tentava, desesperadamente, fazer com que a água continuasse dentro da minha boca!

Então, se você está lendo isso e, como eu, tem um certo problema com auto-ajuda/chick-lit, "Mulheres Solteiras Não São de Marte" é uma ótima pedida para dar uma melhorada na sua opinião sobre o gênero!
Recomendo!

Ah, se você quiser conhecer outras das aventuras desse trio parada dura, clica aqui e dá uma conferida no blog!



Sinopse: Diana, Lili e Betina são amigas inseparáveis. E assim como todas as mulheres elas gostam de conversar, passear, fazer compras e namorar. Mas é claro que o universo feminino não é feito só de coisas boas. Como em um papo descontraído no bar Diana vai contando seus problemas cotidianos e seus apuros nos relacionamentos com homens de todos os tipos: canalhas, grudentos, super-heróis, traidores, fofinhos, príncipes, sapos e outros tantos babacas.Com certeza você irá se reconhecer em alguma (ou muitas) das histórias compartilhadas por essas amigas. Uma lição de vida e bom-humor que irá ajudá-la a superar, escapar e reconhecer o que cada homem tem para oferecer. Sem rodeios ou invenções.Baseado no blog Papo de Calcinha, este livro reúne uma coletânea das melhores histórias postadas no site, e algumas outras inéditas para você!

domingo, 7 de agosto de 2011

Resenha # 166 - Alyson Noël - Estrela da Noite

Oie Gente!!


Alguns de vocês podem não saber ainda, mas eu sou uma daquelas pessoas que não conseguem desistir de uma série. Mesmo quando ela fica muito, muito ruim, eu continuo lendo até eu terminar todos os livros.

Por conta disso, quando comecei a sofrer com a série Os Imortais, resolvi que continuaria lendo assim mesmo.

Sofri terrivelmente com Chama Negra. Parecia que a Alyson tinha perdido a mão (e a lógica) naquela obra.

Ainda assim eu resolvi que continuaria a ler Os Imortais. Chegaria ao fim do drama e descobriria porque diabos todas aquelas coisas insanas aconteceram.

Aí a Intrínseca lançou "Estrela da Noite" e, pimpa, lá fui eu ler mais um volume da bendita série.

"Você é doida", me disseram. "Como pode continuar lendo isso?", perguntaram.

Bom, acontece que eu sou mais teimosa que mula empacada e que eu não aguento largar uma série no meio: pedi um exemplar para a Intrínseca!

E não é que valeu a pena?

Claro, não vou dizer que gostei do livro todo, seria mentira. Mas a Alyson fechou muitas das lacunas que tinha deixado abertas no livro anterior. Deu mais veracidade às mudanças dos personagens e ainda conseguiu me deixar curiosa com a maldição do próximo livro.

E, paaasssmeeemmmm!! A Ever, pela primeira vez nos livros, resolve USAR A CABEÇA!

Sim, queridos leitores, ela PENSA antes de fazer as coisas e ela ANALISA o que está acontecendo! *pausa para o coro de aleluiasss*.

Para completar a felicidade, Damen, finalmente, finalmente, FINALMENTE aprende que meias verdades são tão ruins quanto mentiras inteiras.

E, tadãaa, Haven se revela uma aprendiz de Lilith! Gentem, que coisa ruim virou aquela amiga-fofinha-viciada-em-cupcakes!

E o Miles? Nossa, chegou-chegando e dando aulas de como se comportar e como ser adulto!

Confesso que no início do livro estava com a impressão de que ela continuaria batendo na mesma tecla e já estava começando a ficar desesperada quando ela finalmente deu um giro de 180º na estória e faz o prazer de lê-la voltar.

Então, se você ficou desgostoso com "Chama Negra" mas, como eu, resolveu não desistir, fique tranquilo! "Estrela da Noite" veio iluminar a série Os Imortais!

Até!

Sinopse: Certa de que Ever é responsável pela morte de Roman, Haven está determinada a destruí-la. Seu primeiro passo é separá-la de Damen, e, para isso, conta com a arma ideal: um segredo terrível sobre suas vidas passadas, que lançará uma nova luz sobre o relacionamento de Ever e Jude. Obrigada a enfrentar seus maiores medos com relação ao companheiro que escolheu para a eternidade, Ever é lançada em um combate mortal contra Haven, que poderá significar a destruição de todos. É chegado o momento de se questionar: para sobreviver, ela seria mesmo capaz de condenar Haven à escuridão de Shadowland? E será que todo o seu futuro com Damen poderia mesmo depender de uma revelação do passado?

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Livro Trauma #02 - Markus Thayer - Hathor



Oie Gente!!O livro de hoje é mais um da pilha de livros-trauma.
Não, ele não é de terror... também não é série-que-nunca-acaba...
Mas é literatura-nacional-de-autor-muito-vivo... rs
Deixa eu explicar melhor...

Ultimamente tenho visto várias pessoas fazendo parcerias com autores nacionais para divulgação de livros. Acho isso ótimo para todo mundo, já que é uma maneira de nós (leitores) conhecermos novos talentos e dos autores ganharem uma divulgação maior.


Só que também tenho visto muitos e muitos autores que, depois de receber uma resenha negativa, simplesmente "caem matando" no pobre do blogueiro.
Certo, não aconteceu comigo (graças), mas aconteceu com tantas pessoas que eu conheço que eu fechei parceria de literatura nacional com muito, muito medo.

Ok, confesso que eu não sei quem são os autores... digamos... sensíveis... e isso só me deixou ainda mais receosa...
Sabendo que ia sentar e escrever o que achasse do livro, enviar aquele e-mail foi daquelas situações com "muito-medo-nesse-momento"... mas enviei, aceitei e... enrolei, enrolei e enrolei para ler o livro...Tá, pode me chamar de medrosa, mas a ideia de resenhar um livro de alguém que, além de estar bem vivinho, fala a minha língua e vai ler a minha resenha... nossa, dá um certo pavor!
"Se eu não gostar do livro??" eu pensava... afinal, se eu não gosto de um livro da Nora Roberts, a probabilidade dela vir aqui e reclamar é, tipo, zero!


Não adianta dizerem que você tem que ser totalmente imparcial, que não deve levar em conta se você conhece o autor... não dá pra ser assim... eu não sou crítica literária!
Sou só uma leitora que tenta mostrar o que *sente* quando lê um livro... não tenho nenhuma intenção de ajudar a criar o próximo best seller... só quero dar uma opinião, altamente emotiva e particular, sobre algo que me deu prazer, me irritou ou me deixou absolutamente frustrada...
Eu muito raramente detesto um livro todo. Sempre acho alguma coisa nele que me agrada... porque, quando eu detestar um livro todo, entrarei para a Liga de Arremesso de Livro Ruim!
Mas o medo de detestar o livro todo estava lá... foi assim no livro da Doida, no livro da Bia, com o livro do Markus e com o livro do Enderson, que esta lá, guardadinho na estante do medo... rsrsCom o desafio de ler os livros-trauma, resolvi pegar Hathor para ler.
Respirei fundo, peguei um saquinho de balinha de café para dar coragem... e fui ler o dito!

John, Emma, Sir Oliver, Klaus, Steve e Mary saem da Inglaterra e vem para o Brasil em busca de um tesouro. Cada um deles deseja que seja algo: ouro, informações, os mistérios do universo...
Nessa busca eles acabam encontrando muito mais do que imaginam.

Hathor é uma aventura mágica, cheia de mistérios e inovações, que deixa John completamente maravilhado.
Confesso que, me imaginando no lugar dos personagens, eu também ficaria.
Imagine só você conhecer um outro tempo e um outro lugar, com maravilhas que fazem aquilo que você acreditava ser a verdade absoluta parecer contos para crianças?

Eu adorei a ideia desenvolvida no livro.
Fiquei imaginando como eu me sentiria na situação dos personagens, descobrindo todas as maravilhas existentes em Hathor e aprendendo tantas coisas novas.
É verdade que em alguns momentos senti uma certa dificuldade na leitura, mas foi principalmente pela minha dificuldade com livros históricos.

Algumas das particularidades britânicas retratadas no decorrer da estória realmente me fizeram rir.
A pontualidade dos personagens chega ao absurdo de marcar os minutos exatos em que eles irão se encontrar! rsrs

Cheio de magia, Hathor vai encantar você com seu mistério, sua magia e sua evolução!
Recomendo!



Sinopse: Inglaterra, 1856
John McBrian é aluno em uma renomada faculdade deCambridge. Entretanto, sua vida pacata de estudanteestá prestes a mudar. O que a princípio parecia serapenas um trabalho de escola coloca o jovem inglêsem extremo perigo.
Um mistério intrigante, fenômenos inexplicáveis emensagens criptografadas levam John a cruzar ooceano, onde seu destino o aguarda.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Livro Trauma #01 - Nicholas Sparks - Um Amor Para Recordar

Oie Gente!!!



Hoje tem o primeiro post de Livro-Trauma!

O primeiro autor escolhido foi.... Nicholas Sparks!


Como prometido, segue a explicação do motivo dos livros dele estarem na Estante Trauma!


Eu sou uma leitora de romances românticos altamente clichê. Isso quer dizer que meus livros favoritos todos tem finais felizes. Os casais terminam juntos, os vilões se dão mal e todo mundo termina contente.


Sim, sim, eu também sou aquela mesma pessoa que adora um livro escorrendo sangue e que adora ler as maldades dos serial killers nos trillers e ver os policiais se matando para conseguir prendê-los...


O que? Você esta surpreso? Jura? Achei que já soubesse que eu sou louca de pedra hauhauahuaha

Voltando...


Então, quando eu recebi o primeiro livro da Novo Conceito, ainda como prêmio de um sorteio e antes de ser parceria, eu não sabia quem era Nicholas Sparks... por isso fui perguntar para as amigas blogueiras...aí elas vieram me contar que livro dele sempre, sempre, sempre termina em desgraça!

Aí essa pequena informação foi completada com comentários do tipo "chorei horrores durante a leitura", "nossa, fiquei com os olhos inchados de tanto chorar" ou "chorei até dar dor de cabeça".

Então, err, aloooouuuu?? Eu peguei o caminho da montanha da Doida e fui para bem, bem distante do livro...

Aí depois veio "A Última Música", os mesmos comentários... "o livro é lindo, mas o final é uma tragédia só!", "nossa, como sofri lendo isso!".

"Ahã, tá bom.... sai pra lá, filho, que meu negócio é final feliz" foi o que eu pensei... e lá tasquei mais um na estante trauma...


Oras, não me olhem com essa cara! O que eu ia fazer lendo eles, sabendo que eu ia sofrer? Na-na-ni-na-não! Foi fazer companhia prara os meus Stephen Kings, para os meus Anne Rices e para minha coleção-que-nunca-completo da Agatha Christie.


Aí me apareceu "Um Amor Para Recordar" e, putz, foi o terceiro livro dele que eu ''tasquei'' na estante... sem nem mesmo consultar ninguém. Ele chegou e eu botei ele lá... então, bom, aí tive a ideia e o resto vocês já sabem....


Agora, vamos ao que eu achei do livro!


"Um Amor Para Recordar"


Tem muita, muita desgraçada... tem personagem que você deseja matar em 60 % do livro, mesmo sabendo que o Nicholas esta apenas retratando um adolescente normal...

Em Um Amor Para Recordar temos o Landon Carter contando sua história. Ele começa já adulto e avisa que vai nos fazer chorar (como se não bastasse saber que é o livro do Nicholas) ao final dela.

E ele faz. Mas, veja, antes disso ele também nos causa muitos e muitos desejos de socá-lo!

Ok, ok, no final ele se arrepende e... bem, faz aquilo lá que ele faz, mas, putz, no processo ele age como um imbecil completo e sem solução...

Esse até pode ser um dos motivos do final ter o impacto que tem, mas, arf!, no processo de leitura foi duro não desejar querer matarrr aquela criatura superficial... ok, ok, muitos adolescentes são assim (eu provavelmente foi assim também, em momentos que todos nós atuamos como completos asnos) e é completamente comum a ignorância juvenil... mas também é bem irritante.


Também temos a Jamie, que é daquele tipo de pessoa que... não existe. Sério, gente, ninguém é assim tão bonzinho. Aposto que nem mesmo Madre Teresa!

Ela cuida dos animais perdidos, ajuda criancinhas a atravessar a rua, cuida de órfãos, pessoas idosas, amiguinhos necessitados, do pai, dos professores... de todos...

E, mesmo naqueles momentos em que você acha que ela está sendo feita de boba, simplesmente mostra que de boba ela não tem nada.


Ain, gente, é muito sofrimento pro meu coração romântico! Não dá! Eu preciso de finais felizes! Eu chorei litros naquele final! Como assim, mundo injusto? Já não basta a vida real?

Certo, enquanto os dois vão se torando amigos e você vê o quanto as coisas que acontecem a deixam feliz ao mesmo tempo em que o Landon luta com os estereótipos sociais dos adolescentes.

Temos vários outros personagens-clichê: o Pastor Batista, o Político Ausente, a Professora Solteirona...

Mas o que chega a atenção mesmo é o casal central.


Certo, certo, aposto que você está aí do outro lado querendo saber se eu chorei o tanto que me disseram que eu ia chorar e eu digo que... não rsrs

Certo, certo... eu chorei com aquele final do livro! Chorei no meio também... e, bem, naquelas partes emocionantes do início... err... certo, eu chorei tudo o que disseram que eu ia chorar... *suspiros*

Masss, apesar disso tudo, eu venci esse livro trauma! o/!

Agora tenho que escolher quem será o próximo, respirar fundo e enfrentar o medo!

Stephen King? Anne Rice? ...Crepúsculo???

Ahhhh, eu não seiiiiiiii!!!!

Então, enquanto eu olho pra estante e tremo, comenta aí dizendo o que achou da resenha e qual dos três você acha que eu devo enfrentar!

Beijos!!PS: Tão vendo só o que o livro fez comigo??? Me deixou tão traumatizada que até escrevendo errado eu estou!
Brigadinha, Leninha! XD



Sinopse: Cada mês de Abril, quando o vento sopra do mar e se mistura com o perfume de violetas, Landon Carter recorda seu último ano na High Beaufort. Isso era 1958, e Landon já tinha namorado uma ou duas meninas. Ele sempre jurou que já tinha se apaixonado antes. Certamente a última pessoa na cidade que pensava em se apaixonar era Jamie Sullivan, a filha do pastor da Igreja Batista da cidade. A menina quieta que carregava sempre uma Bíblia com seus materiais escolares. Jamie parecia contente em viver num mundo diferente dos outros adolescentes. Ela cuidava de seu pai viúvo, salvava os animais machucados, e auxiliava o orfanato local. Nenhum menino havia a convidado para sair. Nem Landon havia sonhado com isso. Em seguida, uma reviravolta do destino fez de Jamie sua parceira para o baile, e a vida de Landon Carter nunca mais foi a mesma.”