terça-feira, 23 de outubro de 2012

Resenha #339 - Lee Child - Dinheiro Sujo

Oie Gente,



Essa resenha está sendo a mais encantada de todas. Estava com ela prontinha quando o blog resolveu surtar e travar. Aí consegui recuperar tudo o que havia sido publicado, mas a pobre da resenha, que estava só programada, foi pro espaço.
Então peço desculpas por não fazer jus ao livro, mas é que boa parte da empolgação foi comida pelo blog de TPM. hihihihihih


Pedi “Dinheiro Sujo” para a Bertrand Brasil por indicação da Luka, lá do Quem Lê Faz Seu Filme. Dei uma espiadela na resenha dela e achei ele bem do jeitinho que eu gosto: sangrento e surpreendente.


Jack Reacher é um ex-militar que chega a Margrave querendo paz e sossego. Ele é alto, lindo, gostoso, entendido de música, carinhoso, romântico, treinado em vários tipos de lutas, consegue atirar com toda e qualquer arma e matar um homem com as próprias mãos.

Ele vai parar nessa minúscula cidade em busca de informações de um antigo bluesman, mas o que acaba encontrando é violência e corrupção.
É preso por homicídio, mas percebemos logo no início que tudo é uma grande armação e que algo de muito sinistro acontece naquela cidade.


O mais incrível do livro é que apesar de você saber desde o início quem são os vilões da história e o que é que está acontecendo lá, você fica tentando entender o como.


E, claro, fica roendo as unhas de desespero por não saber exatamente quem são os mocinhos, já que toda vez que você pisca percebe que alguém ali é corrupto.


Um costume meu é ler a contra capa do livro e ver o que foi que os críticos disseram dele, então imaginem a minha surpresa quando me deparei com comentários do Stephen King.




"(...) Dinheiro Sujo merece um prêmio por Melhor Cidade Corrupta do Sul dos Estados Unidos e Melhor Cena de Explosão num Armazém. " STEPHEN KING



Gente, avaliação mais perfeita impossível. Nunca li uma cena de explosão tão boa (e olha que já li um monte delas) ou vi uma cidade mais corrupta.

O Lee Child vai dando pequenas dicas e você vai desvendando cada crime que aconteceu lá. Aí, quando chega o final, você entende perfeitamente por que o King disse aquilo. É o final mais simples e maravilhoso possível, daqueles que faz você dar uma risada deliciosa enquanto xinga o autor por ter te mantido cega todo aquele tempo.


Outra coisa peculiar nele é a falta de cenas românticas. O gostosão do Jack até arruma uma “namorada” durante o livro, mas fora uns beijos e algumas sugestões das cenas de intimidade dos dois, não existe qualquer cena de amor.

Entrei para a lista dos fãs dos livros do Lee e como o gostosão do Jack me pegou de jeito (ui!) garanto que vou estar na fila do cinema, em janeiro, para a adaptação dele para o cinema! \o/!


Recomendo!


SINOPSE - SKOOB - BERTRAND BRASIL - SITE DO AUTOR - CULTURA - SARAIVA
KILLING FLOOR  - BOOK DEPOSITORY - GOODREADS 



6 comentários:

  1. Ah que resenha perfeita !!!! Jack é assim mesmo. Nada de corações e flores rsrsrs
    Adoro a maneira crua como Lee Child escreve. Que bom que vc também gostou :-)
    * A série vai ficando cada vez melhor !

    Bjs

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  2. O Reacher é o cara certo. hahaha. Uma pena que não gostei do Cruise interpretando ele. =(
    Mas em termos de livros é um personagem e tanto, adorei a frase do King e fiquei curiosa para ler sobre a tal explosão.
    Assim como vc gosto de tentar desvendar e prefiro quando o autor consegue surpreender.

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  3. Ain, eu adoro ele. #confesso

    Você vai adorar o livro, Dani.
    É bem diferente desses que temos lido.

    Bjus!

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  4. Tô aqui me controlando para não pedir o segundo!
    Quero primeiro ler Rosa Negra e depois vou no segundo dessa série.

    hauhauhauhauah

    Agora, Luka, me conta uma coisa... rola mais romance pra frente???? *assobia*

     Bjus

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  5. Rola um pouco mais sim, porém Lee Child tem aquele jeitão cru de ser. Nada de corações e flores kkkkk

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  6. huahuahuaha
    Olha, eu até deixava passar a falta de corações e flores se ele me desse um pouquinho mais de vapor... entende? hauhauhauhauhauha

    Bjus!

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