quinta-feira, 29 de março de 2012

Banca de Quinta #19 - Helen Bianchin - Uma Noiva Rebelde

Oie Genteeeee!!!!


Hoje o Banca de Quinta não tem qualquer intromissão do Murphy, então está tudo normal. =D
Li esse livro em 2006, na época em que eu começava a coleção da série Paixão (ele é o número 30 e a série já está no 276) e não esqueço dele até hoje.


Gentem, pensem em um mocinho arrogante? Esse Teyler Benedict, que é americano mas tem todo jeito daqueles Italianos/Russos/Gregos ricos, poderosos e insuportáveis (mas que nós adoramos), chega em Melbourne para ter a ex-esposa, Lianne, como advogada. Ela foi embora da casa deles nos EUA há três meses, pois tinha certeza de que ele estava tendo um caso com uma amiga dele, a modelo Mette (que era aquela peste que a família metida a besta do mocinho sempre deseja que tivesse casado com ele). Apesar do marido (cachorro, safado, sem vergonha) ter negado, ela não aguentou e foi embora.


Bom, preciso dizer umas coisas para a Lianne:


1) Se fosse o meu marido, eu não ia embora nunca. Pelo amor de Deus, mulher! Onde estão seus ovários? Como assim você dá o homem de bandeja para a baranga? Absurdo!


2) Se ficasse comprovado que ele estava tendo um caso com a baranga eu ia: cortar as joias da família, quebrar o controle remoto da TV, rasgar todas as camisas do time do coração e botar fogo nos sapatos italianos. #CaraDeAnjo


O início do livro inteiro eu não podia xingar o Tyler completamente, porque a Lianne simplesmente foi embora e não acreditou na palavra do marido. Ele também, bocó como todo homem que acha que sabe tudo e tudo sabe, não colaborava. Ficava dando trela para a baranga!


Mas ruim mesmo é a Lianna! Ela diz que o homem é sua alma gêmea, sua outra metade, seu tudo, seu todo, seu... deu pra entender, né? Aí eles brigam, ela vai embora. (/o) Ele vai atrás dela e aí ela fica fazendo doce! (u.u")
Ah, mulher, tenha dó!!!!

Certo, eu admito que depois da página 50 os dois passam a trocar tantas farpas que daria para fazer uma porta, e aí sim eu comecei a gostar deles. Vocês sabem, né? Adoro casais trocando farpas, daqueles que deixam toda uma tenção sexual no ar. [herança de Arquivo X??]

Claro, aparecem alguns personagens querendo fazer o barco afundar [estou cheia de lugares comuns hoje], mas os dois conseguem dar a volta por cima e resolver alguns dos problemas.

Mas, enfim, no geral da conta eu gostei bastante do livro, mesmo desejando esganar os dois personagens em vários momentos! hehehehe


Já sabem, né? Tem sorteio!!!  o/



Para participar, vale o de sempre: seguir o @In_Death no Twitter e tuitar a frase a seguir:



"Eu vou conhecer "Uma Noiva Rebelde", no #bancadequinta19, com o @In_Death e a @HarlequinBrasil! http://kingo.to/12Qn"


Beijos e boa sorte!!!!


Sinopse: O bilionário Tyler Benedict tinha um casamento perfeito até voltar para casa e encontrar sua cama vazia. Lianne, sua esposa, havia partido! Tyler, então, resolve contratá-la para ser sua advogada - uma proposta que ela não pode recusar. Porém, desta vez, Lianne sabe de suas manipulações: ele quer mais do que uma mera relação comercial. Tyler a quer em sua vida novamente!

terça-feira, 27 de março de 2012

Terça Sobrenatural #18 - Eternal/Eternity in Death

*blogueira fantasma falando do além*

Oie. Isto é um post fantasma. Estou falando do além depois de enfartar ao achar um livro da J.D. Robb que eu não tinha lido [informação corrigida depois que eu arrumei o livro e vi pelo conteúdo que tinha lido sim]e ter tido minha carteirinha de Noraholic revogada. Após o susto, tive uma crise de noralouquísse-maluca e uma alergia por conta da intolerância à séries lidas fora de ordem.


Para completar a "passagem" para o além, a bagunça que é a lista de livros oficiais da Nora Roberts ainda causou gasturas na blogueira-que-agora-é-fantasma, já que existe um mesmo livro, com dois nomes, dois ISBNs, duas sinopses e duas editoras diferentes.


Isso mesmo, querido leitor-médium que está lendo esse post-gritado-do-além.
Um livro. Duas sinopses. Dois nomes. Dois ISBNs. Duas editoras. É ou não é para fazer uma pobre fã com mania de organização [cof cof] morrer e virar anjo da guarda?

Então, depois de muita pesquisa, procura surto e gritos enlouquecidos enquanto as Noraholics de plantão tentavam desvendar tudo, finalmente chegamos ao denominador comum de que a Nora é louquinha da Silva e que os assessores dela são piores ainda, fazendo um mesmo livro ter tanta informação diferente.
Gentem! O troço não tem nada em comum! Nem mesmo o nome da antologia é igual! Como lidar com uma coisa dessas??


Bom, depois de muito surtar, descobri que Eternal/Eternity tem a nossa queria Eve investigando um... vampiro!


Eve Dallas finds herself in a supernatural showdown with a most seductive criminal: a vampire, in “Eternal in Death.”


Uma mulher foi encontrada morta no seu apartamento, com marcas de mordida de vampiro no pescoço!


E, se não bastasse todas as piadinhas infames sobre vampiros, a Eve ainda tem que lidar com nomes como Tiara, Daffodil e Caramel, que para ela é o cúmulo do absurdo!


É um daqueles livros da série que se não fossem trágicos, seriam cômicos, sabem?


As cenas da Eve revoltada por conta das atitudes das mulherzinhas do livro, são absolutamente gargalhantes.


E ela encarando os vampiros?? Nossa, morri de rir!
É bem pequeno, então dá para ler bem rapidinho no intervalo entre dois livros mais intensos. Totalmente recomendo!


Ah, querem saber se era ou não um vampiro?


Bom, aí só lendo o livro mesmo! hehehehehe 


Beijos do além!!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Resenha #251 - Emily Giffin - Presentes da Vida - @Novo_Conceito

Oie Gente,


Recebi umas semans atrás um dos maravilhosos kits da Novo Conceito, dessa vez da autora Emily Griffen. Foi o
de "Presentes da Vida".

Demorei uns dias para começar a ler e, na véspera da leitura, adivinhem o que eu descobri?


Que ele faz parte de uma série! Legal, né? A maldição da série fora de ordem não quer me largar. E olha que eu já pedi o divórcio do Murphy!!!


Hoje a sinopse vem primeiro, para vocês entenderem um pouco de quem vou falar na resenha:



Darcy Rhone sempre teve todos os homens aos seus pés. Tinha um emprego glamouroso, um seleto círculo de amizades e um noivo perfeito, Dexter Thaler. No entanto, tudo mudou quando Darcy se envolveu com o melhor amigo de seu noivo... Seu noivado acabou e perdeu sua melhor amiga, Rachel. Incapaz de assumir responsabilidades e de enfrentar todo esse mal-estar, Darcy foge para Londres, para a casa de um amigo de infância, imaginando que poderia passar uma borracha em tudo isso. 

Mas, para seu desânimo, Londres se torna um mundo estranho, onde seus truques de sedução não mais funcionam e onde sua sorte parece ter se evaporado. Sem amigos nem família, Darcy precisa dar novo rumo à sua vida e, assim, começa uma linda trajetória rumo ao crescimento e ao amor.


A primeira coisa que tenho que dizer: essa Darcy é muito, muito, muito, MUITO MESMO, chata!


Gentem! Que criatura mais egoísta, egocêntrica, manipuladora, chata mesmo!

Eu passei boa parte do livro desejando dar uma sacudida nela, para ver se ela acordava para o mundo!


Tudo o que acontece no livro ela consegue distorcer e fazer parecer que ela é a vítima.

Nem mesmo quando ela está totalmente errada ela tem coragem de assumir qualquer coisa.

Quase lá no final do livro finalmente alguém dá uma sacudida nessa mulher e acorda ela pra vida.

Aí sim a coisa começa a melhorar e ela passa a assumir seus erros e tomar atitudes adultas.


Quando eu estava na medade do livro, me peguei pensando como eu podia gostar um de livro que tinha uma personagem tão chata. Estava adorando o texto da Griffin, mas detestando a Darcy com todas as minhas forças.

Aí, quando eu já estava achando que não tinha jeito, que só ia ter personagem chato (afinal, apesar de não serem os monstros que a Darcy pintava, o Dex e a Rachel não foram exatamente anjos), a Griffin me aparece com o Ethan! (Incrível como todo personagem que chama Ethan é maravilhoso, né?)

Amadorei ele! Já quero um pra mim!


O Ethan é mencionado no início do livro, quando a Darcy conta uma das histórias dos "coitadinhos" dos amigos dela que não tem uma vida perfeita. Aí, quando ela se vê completamente sem amigos, brigada com a família, sem trabalho, ela resolve que ela vai para a Inglaterra.

Claro que quando ela chega lá ela não mudou e todas as atitudes dela são com o objetivo de se dar bem e de conseguir aquilo que quer da vida.

Mas aí ela finalmente encontrou alguém que não é assim tão fácil e nada do que ela planejava vai dando certo. Até que eles brigam e o Ethan diz para ela tudo o que eu desejei falar o livro todo.

E, o incrível? Ela percebe que ele está certo e começa a mudar!

E não é uma mudança do tipo imediata. Ela vai mudando uma coisa, depois outra e depois mais outra, até que ela fica uma pessoa melhor.

É bem legal quando ela resolve tomar vergonha e agir como uma pessoa adulta, mas mesmo assim eu não consegui "perdoar" as artimanhas dela e apesar de todas as mudanças, terminei o livro ainda não gostando tanto assim dela.

Claro, do livro eu gostei bastante, já que tem uma combinação de personagens incríveis, o Ethan é maravilhoso e o texto da Griffin foi bem agradável de ler.


Como eu não li o primeiro livro ainda, não sei se tem alguma mudança nos personagens.

Uma amiga disse que estranhou a mudança na Darcy, já que em "O Noiva da Minha Melhor Amiga", ela fala mais palavrão que marinheiro com dor de dente.

Então não sei se foi opção da autora ou da editora, mas bem que fiquei com vontade de ler o original para saber.

No geral eu gostei muito do livro, mesmo detestando a tal Darcy a maior parte dele. hehehehe


Beijos!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Banca de Quinta #18 - MaryJanice Davidson - Mulher Irresistível

Oie Gente!!!


São 11 horas da noite de quarta, esse post é para amanhã e estou fazendo ele completamente nas pressas, porque agorinha, quando fui conferir se estava tudo certo para o post ir ao ar, descobri que os três exemplares do livro que eu havia escolhido, que estavam a venda na Estante Virtual... foram vendidos! [Murphy,
desgraçado, larga já do meu pé! Quero o divórcio!
]


Então tive que escolher um livro na minha lista de lidos completamente nas pressas. Fui no mamãe-mandou-será-que-esse-tem-na-Estante e escolhi o livro mais insano da MaryJanice, já que, como eu disse, são 23:15 agora e eu estou mais dormindo que acordada, sem nenhum inspiração para resenhas elaboradas e banners no Photoshop!



Eu já tinha lido uns livros malucos da Mary (ela tem até série sobre sereias, para vocês verem o nível da coisa), mas esse é assim... algo além.


Vamos ao resumo da obra.


A tal da Caitlyn, que era cabeleireira, sofre um acidente. Aí, do nada, uma agência do Governo resolve que ela é uma ótima candidata para o programa de agentes [espiões] biônicos. Operam a mulher toda, deixando ela cheia de poderes [Oi?] e capacidades especiais [Alou?] e ela passa a ser obrigada a trabalhar para o governo. [Trabalho escravo?]


Aí, arrumam um parceiro para ela lá pelo meio do livro [tenho quase certeza que era no meio, mas posso estar enganada, porque li esse trem tem alguns anos rsrs] e eles dois passam horas e horas competindo um com o outro para ver quem é o mais bonzão.


É um negócio assim totalmente insano, do tipo "Oi, eu sou um livro sem pé nem cabeça e você vai gargalhar de tanto que são malucas as coisas que acontecem em mim".
Não é nem remotamente possível levar ele a sério ou achar que vai tirar algum ensinamento depois de ler. É totalmente maluquinho-da-silva-sauro e me fez achar que a Mary definitivamente tem uma enorrrrmeeeeee criatividade! huahauhauha [para não dizer uns parafusos a menos, daqueles que adoramos quando faltam nas autoras para elas escreverem coisas bem... errr... malucas! rs]


E, apesar de serem 23:45, eu tenho que dizer que eu ainda caí na risada quando fui conferir uns parágrafos do livro para ter certeza de que não estava trocando qualquer informação. rs


E, claro, mesmo na corrida para ir dormir [tenho que levantar daqui exatas quatro horas e quinze minutos], ainda consegui fazer um enfeite para o sorteio!



 Para participar vocês já sabem! Basta seguir o @In_Death no Twitter e tweetar a frase a seguir:


"Eu quero o livro maluco da MaryJanice que o @In_Death está sorteando no #BancaDeQuinta18! http://kingo.to/126L "


E pronto!


Boa sorte e até semana que vem! Zzzzzzz  


SinopseCaitlyn demorou para entender o que estava acontecendo! Pouco antes estava se divertindo em companhia de suas colegas...
De repente se viu numa clínica estranha, onde lhe informaram que ela sofrera um acidente de carro e que agora era uma mulher biônica! E isso era apena o começo... Caitlyn ficou sabendo também que havia sido designada para usar seus poderes sobre-humanos recém-adquiridos para trabalhar como agente do governo, e que sua primeira incumbência seria uma importante missão de espionagem!
Caitlyn só queria poder voltar ao seu salão de beleza e continuar atendendo suas clientes, como sempre fizera. A última coisa que desejava era envolver-se numa perigosa, muito menos ainda com Dimitri Kovakov o charmoso e inteligente agente secreto que seria seu parceiro de trabalho!

terça-feira, 20 de março de 2012

Terça Sobrenatural # 17 - J.D. Robb - Suite 606

Oie Gente!


Eu sei, eu sei. 

Post sem criatividade, né?


Apelar para J.D. Robb para uma Terça Sobrenatural é o fim da picada... mas genteeemmm! Eu não resisti!




As coisas andam tão "encantadas" por aqui que eu estou achando que tem fantasma rondando!


Então, já que o clima anda terrível, resolvi pegar um livro "assombrado" da Nora e reler. Confesso que também tive essa ideia porque domingo foi dia de St. Patrick (padroeiro da Irlanda =P ) e eu fiquei com saudades do meu Roarke.
Apesar dele ficar um tanto quando Irlandês nesse livro, com algumas superstições fofas (para completo espanto da Eve), quem liga o modo-bruxa totalmente é a Peabody.
As cenas dela divagando sobre os motivos mágicos do assassinato e a Eve quase querendo arrancar os próprios cabelos é hilária!




E vocês não conseguem nem imaginar o taaannntttooo que eu ri da cara dela quando o Roarke vai atrás da Isis para (lembram da Isis? De "Cerimônia Mortal"?) para ajudar. [risos]
Achei que a Eve fosse ter um treco quando encontrou ele com a Isis na porta da maldita suíte 606, para averiguar as consequências espirituais resultantes do assassinato ritualístico que houve no livro.


É algo assim, bem... perturbador. Muito, muito intenso *mesmo* e realmente apavorante.



O livro é minúsculo (e a resenha também), tem só míseras 81 páginas, o que quer dizer que eu li em uma sentada esperando o café. rs
Apesar do tamanho, tem emoções fortes rolando, briga do Roarke com a Eve (que eu adoro), participação especial da Mira e  até algumas piadinhas da Eve.


É bem diferente dos livros curtos da série, que normalmente são leves, divertidos e sem um pingo de sobrenatural neles. [risos]


Mas, bem, vocês tem que concordar comigo que dia de St. Patrick e Terça Sobrenatural em uma mesma semana precisa de uma escolha do tipo, né?


Afinal, Irlandês igual o Roarke não tem! hehehehe



Beijos!


SinopseJ.D. Robb plunges Lieutenant Eve Dallas into the violent aftermath of a ritualistic murder.



segunda-feira, 19 de março de 2012

In Death Convida #05 - @Crislayne_df - Grau 26

Oie Gente!!


Hoje tem exploração das amigas outras vez!



Well, well.


Aqui estou eu (@crislayne_df) novamente! A querida Barbara me pediu que fizesse mais uma resenha pra ela e, como eu não saio desse blog, seria difícil negar! =D


 Pensei por 5 minutos em um livro bacana para resenhar. Saí do computador e fui olhar minha estante. E então eu vi. Ele, o livro que me fez olhar embaixo da cama todos os dias, por 2 semanas, pra ver se não tinha ninguém escondido. O livro que me fez ter medo de ficar em casa sozinha (algo que eu sempre apreciei). O bendito (ou seria maldito) Grau 26.


Deixem-me explicar uma coisa pra vocês. Esse livro foi o segundo livro que ganhei na vida (digo isso sem contar um ou dois presentes de amigos). Fui a um encontro mensal, o Clube do Livro aqui em Fortaleza, e o tema era Livro Policial. Ganhei esse livrinho. Eu podia escolher e escolhi esse por ser do mesmo criador de CSI. E como eu adoro CSI...


Primeira impressão: a capa. Fiquei tentando imaginar o que seria aquilo. E, bem, no decorrer da história tudo é explicado. Achei genial e ao mesmo tempo assustador. Mas, voltemos ao enredo, rs.


Steve Dark é um ex-agente da Divisão de Casos Especiais do Departamento de Justiça dos EUA. Essa divisão trata de casos que ninguém mais gostaria de resolver, nem mesmo o FBI. É quase uma organização anônima, visto que a população em geral não sabe de sua existência e os casos investigados não chegam ao conhecimento do público. Se chegassem, poucas pessoas seriam capazes de acreditar na veracidade deles. As que acreditassem não sairiam mais de casa.


Dark era um agente meticuloso e o que chegou mais perto de capturar o mais temido dos assassinos: Sqweegel. (Pausa para divagação número 1: que nome é esse? Terrível! Assim como o dono do nome. E a forma como ele recebeu esse nome. Ok, tudo é terrível.) Dark desistiu de sua carreira após essa quase-captura do Sqweegel. O motivo? Bem, vejam no book trailer, no fim da postagem.


Sqweegel. Definição em uma palavra: maluco. Mas um daqueles malucos de dar arrepios. Primeiro, no modo de vestir. Segundo, no modo de falar. Terceiro: no modo de andar. Não sei de onde esse autor tirou tantas características repulsivas. Acho que eu nunca odiei e temi tanto um personagem de livro em toda a minha vida literária. E não estou exagerando. O “problema” desse livro é que tudo o que está escrito nele pode realmente acontecer. (Pausa para divagação número 2: eu preferia ler sobre um vampiro malvado, pelo menos eu sei que eles não existem[existem?]. Mas, como dizem, “o psicopata mora ao lado”!) Eu passei um bom tempo olhando para trás o tempo todo ao caminhar numa rua deserta...


Vou colocar uma citação que está antes do começo da história, uma espécie de explicação do título do livro:


“Quem trabalha com temas policiais conhece a classificação de homicidas em 25 graus de perversidade, desde o oportunista ingênuo do primeiro grau até os assassinos torturadores, premeditados e metódicos, que povoam o vigésimo quinto.”


Certo, temos 25 graus. Mas o título é “Grau 26”... O nosso querido (estou tentando salvar minha pele) Sqweegel é o primeiro a ser classificado no grau 26 pois ele não tem padrão. Sua vítima: qualquer pessoa; seu método: qualquer um. Imagine uma forma terrível de matar. É brincadeira de criança pra ele (desculpem pela comparação)...


E, com isso, voltamos ao também protagonista de nossa história: Steve Dark. O único capaz de capturá-lo. O problema é: Dark se demitiu e não pensa em voltar por nada nesse mundo. Exceto... Acho que já falei demais, né?


Mas, faltou falar uma coisa super importante e que difere esse livro dos demais: ele é um romance digital interativo. Não sabe o que é isso? Eu também não sabia, até ler o livro. Explico: a cada três ou quatro capítulos há uma senha para acessar um vídeo do site oficial (http://www.level26.com/). (Pausa para divagação número 3: o site oficial está em inglês, mas há uma página em português - http://www.grau26.com.br/ - que explica como proceder com as senhas.)


Para cada senha, há um vídeo que é a continuação do que aconteceu no fim do capítulo. Nesse vídeo, há atores interpretando os personagens do livro. Em alguns momentos, o conteúdo do vídeo é citado posteriormente no livro, isto é, você não fica sem saber a informação. Porém, no vídeo você pode ver o que acontece realmente, e não apenas uma citação posterior. Confesso que adorei os vídeos. (Pausa para divagação número 4: o ator que interpreta o Steve Dark é fofíssimo, parece o Jhonny Deep, rsrs) E acho que o fato de ver algumas ações se desenrolarem foi um dos motivos para eu sentir tanto medo.


O ponto negativo dos vídeos: você termina o capítulo e está louco para ler o que vai acontecer depois, mas tem um videozinho antes e você tem que ir até um computador pra assistir e continuar a leitura. Isso é chato! É um teste de paciência. Em alguns momentos, eu pulei o vídeo e li logo, mas depois voltei pra assistir os “acumulados” e me arrependi. Por isso, dou a dica: leia e assista na ordem, é bem melhor!


Vi algumas resenhas no skoob de pessoas que diziam não gostar dos vídeos pois preferiam a imagem que eles mesmos haviam formado dos personagens. Eu digo que é um pequeno preço a pagar pelo prazer (ou não) de ver o Sqweegel em ação!


Aqui eu coloco para vocês o trailer do livro que pode ser encontrado no site oficial:



Essa é uma trilogia. O segundo livro, A Profecia Dark, foi lançado no fim de 2011 (eu já comprei o meu, #Todasgrita) e o terceiro, Dark Revelations, foi lançado também no fim de 2011, nos EUA.


Devo avisá-los: o livro é para aqueles com estômago forte. Quem se assusta facilmente deve pegar outra leitura. Posso afirmar com toda a certeza que passei 90% do livro com o Alasca na barriga – frio demais! Tensão, suspense, gritos, tragédias, mortes, sangue, revelações e um final SURPREENDENTE! Com Caps Lock. Tudo isso vocês vão encontrar nesse livro. Eu amei. Favoritei e dei 5 estrelas! E estou quase parando de olhar embaixo da cama antes de dormir!


Inté. o/


--


SinopseOs representantes da lei sabem que assassinos são categorizados em uma escala de 25 graus de perversidade, desde os simples oportunistas do grau 1 aos torturadores metódicos do grau 25. O que quase ninguém sabe – com exceção de um grupo de investigadores de elite comandado pelo talentoso detetive Steve Dark – é que uma nova categoria de assassinos está para ser criada. Apenas um homem pertence a essa categoria: seu alvo – qualquer um; seus métodos – ilimitados; seu nome – Sqweegel; sua classificação – grau 26.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Banca de Quinta #17 - Daniela Niziotek - Paixão, Drogas e Rock'n'Roll

Oie Gente!


Hoje tem um Banca de Quinta... diferente!


Começa pelo fato de que o livro não é exatamente de banca, depois porque ele é nacional e termina com a saga que foi a leitura dele.
Apesar de eu não ter encontrado esse livro para vender em qualquer banca e dele não ser um romance água com açúcar, ele é bem pequeno (tem só 192 páginas) e eu resolvi [risos] que ele vinha para o Banca de Quinta #17!
Recebi ele faz um tempinho, mas tive tanta dificuldade para conseguir lê-lo que já estava achando que o livro era amaldiçoado! ( +.+ )


O que, estão achando que eu estou exagerando? Então senta que lá vem história...


O livro chegou dia 2 de outubro. Demorei uns dez ou vinte dias para conseguir chegar nele, porque estava com vários projetos em andamento.


 Na primeira sentada que eu dei para ler o livro, o médico que eu estava esperando  há duas horas ligou para avisar que não ia e que era para eu voltar outro dia.


OK, tudo bem, fora a falta de consideração do médico não havia qualquer outro problema.


Peguei o livro de novo no outro dia, no trabalho. Estava tudo absolutamente calma, eram 13:30 da tarde e só tinha uma pessoa esperando para terminar um processo. Eu abri o livro. Li uma, duas, três páginas e... chegaram dez... DEZ pessoas de uma vez! Resultado, saí do trabalho sete da noite!!!


Confesso, eu já olhei pro livro meio torto... comecei a achar que era para eu dar um tempo e coisa e tal... mas uma amiga disse que era coisa da minha cabeça, que não tinha nada haver e que era para eu deixar de frescura, porque o livro era ótimo. Ok, fui lá, né...


Peguei o livro para ler no dia seguinte, em casa e... faltou luz! Gente!!! Sério! Eu quase joguei o pobre do livro pela janela! Não era possível uma coisa dessas!


Toda vez que eu começava a ler o bendito alguma coisa acontecia! Já estava achando difícil ler, porque o início é meio "vida de estrela do rock" e super corrido. Aí me apareceu esse mundo de coisa e eu confesso, eu deixei o livro lá guardado no armário. Esperei, esperei e depois de meses fui pegar ele para ler outra vez.


Natal, tudo tranquilo... peguei o livro para ler na espera do supermercado e... furou o pneu do meu carro!


Não era mais imaginação, o livro estava com urucubaca! uhauhauha /o


Eu não queria nem mesmo pegar no livrinho! Coloquei ele lá na estante e deixei ele até hoje.
Confesso que peguei ele para ler porque eu *não* queria sair de casa e estava torcendo para cair o maior pau d'água!
Mas como Murphy me ama é claaarrrooo que não choveu! Fez o sol de lascar e lá fui eu para o médico!
Mas pelo menos conseguir terminar o livro! hauhauha
Agora deixa eu falar um pouco do livro, né? Porque de resenha não teve nada ainda!
Como eu disse lá em cima, eu tive uma certa dificuldade com o início do livro. Tudo acontece muito rápido e deixa um pouco difícil crer no romance do Brian e da Vicky.
Até estou acostumada a ler romances onde os personagens se encontram em um dia e se apaixonam no outro, mas nesse estávamos tratando de uma estrela do Rock mundial e uma estudante brasileira de filosofia.
Eles se conhecem, brigam e se apaixonam em menos de uma semana. Em menos de três meses já estão fazendo planos de casar!
Eu sei, eu sei... meio preconceituoso da minha parte achar que uma estrela do rock não se apaixonaria por uma estudante brasileira, mas essa foi a dificuldade do início.
Só superei isso na página 79. É absolutamente marcante o acontecimento dessa página e transforma um livro que poderia ser só mais um romance daqueles que você lê e esquece em um estudo sobre os relacionamentos, sentimentos e erros de duas pessoas muito diferentes.


Não quero contar nada sobre a estória para vocês, porque estragaria tudo, já que o livro é pequeno. Só posso dizer que no final, apesar de tudo o que aconteceu, eu gostei muito, muito dele.
Fiquei tão envolvida que nem mesmo vi o tempo passar. Quando vi já estava terminando a espera e só faltavam três páginas para acabar!
Nem mesmo reparei se haviam erros na revisão, de tão fissurada que fiquei na leitura.


Recomendo!!


E como todo Banca de Quinta, esse não vai ser diferente só porque é nacional, né?



Para participar basta seguir o @In_Death no Twitter e tweetar a frase a seguir:



"No #BancaDeQuinta17 tem "Paixão, Drogas e Rock'n'Roll! http://kingo.to/11DG via @In_Death"


E pronto!


Boa sorte pra todo mundo e até a próxima!!!


Beijos!


Sinopse: Brian Blue é vocalista e líder de uma das maiores bandas de hard rock do início dos anos 90 e Vicky, uma adolescente brasileira. Desse encontro improvável, nasce uma história de amor com todos os ingredientes dos tempos modernos. Com rara sensibilidade, Daniela Niziotek envolve o leitor ao abordar as dificuldades e concessões enfrentadas para a concretização dessa relação quando um fato trágico se interpõe, mudando para sempre a vida dos personagens. De modo delicado e comovente, mas com aguda percepção, Daniela fala das belezas e dores humanas, trazendo à tona, em meio a uma torrente de sentimentos, os bastidores do mundo do rock. Um mundo de muito glamour, mas também de desencanto e impossibilidades extremas. Brian e Vicky vivem e sofrem os dilemas do amor e da paixão, da insensatez e da lucidez, da luta para fazer prevalecer a razão em um universo cheio de contradições. Dessa mistura de emoções, nasce uma trama muito bem urdida que nos faz pensar sobre a essência do amor e suas nuances mais caprichosas e imprevisíveis.

terça-feira, 13 de março de 2012

[Atualizado]Terça Sobrenatural #16 - J. R. Ward - Amante Meu

Oie Gente,



Capa Brasileira

A resenha de hoje deu um bocado de trabalho para sair da cabeça e vir para o papel.
O primeiro motivo é que acontece tanta coisa em "Amante Meu" que é difícil saber do que falar.


Ah, se você não leu os quatro primeiros livros da série, não continue a ler a resenha.


Apesar de todo mundo saber sobre os casais deles, alguns comentários aqui serão relacionados as estórias secundárias dos livros e poderão estragar a surpresa da leitura delas.
Se já leu, pode continuar a vontade. Não tem spoilers importantes sobre o livro.


Acho que tenho que começar essa resenha falando sobre o casal central, certo?
O John e a Xhex me tiraram um pouco do sério como casal. Não porque eu achasse que eles não combinavam, pelo contrário. Eu acho tanto que eles combinam como casal, que a lenga, lenga dos dois em ver isso e em fazer algo a respeito realmente me deixou frustrada.


Certo, eu adoro ver um romance se desenvolvendo, ainda mais quando envolve duas pessoas tão sofridas quanto esses dois. Gosto da paquera, dos olhares e dos suspiros, mas com esses dois não foi nada disso.
Os dois tiveram vidas bem difíceis e cada um reagiu de uma maneira. A Xhex fechou todos os sentimentos do lado de fora, não permitindo que qualquer um além dos Sombras e do Rehv, soubesse o que ela sente por eles.
O John, como vocês bem lembram dos livros anteriores, desde que "nasceu" naquela rodoviária sofreu todo tipo de abuso. Foi espancado, maltratado, estuprado. Quando achou que sua vida ia melhorar, ganhando uma família, viu tudo ser destruído pelos Redutores. Depois de tudo isso, era de se esperar que ele virasse o Zsadist, mas não! Ele resolveu dar uma chance ao amor e... teve o coração despedaçado pela Xhex. Depois disso ficou irreconhecível.


Eu realmente desejei fazer picadinho da Xhex em Amante Vingado, mas como isso ainda não é possível tive que me controlar.
Sério que ela não via que eles dois eram perfeitos um para o outro??


Mas a culpa da distância dos dois não é só dela. O John também não colabora e ao invés de se arriscar outra vez e deixar claro pra ela o que ele deseja, fica fazendo joguinho já que percebe que ela não vai "dar o braço a torcer".


Tá, dá pra entender os motivos de cada um, mas achei que a Ward enrolou demais com esse romance.


Seriamente, hein! Só acabou o chove e não molha nas últimas páginas! E olha que os dois dão várias provas de amor um para o outro durante o livro. Difícil de engolir, hein?


Mas como não só desses dois é feito "Amante Meu", tem muiiittaaa coisa que faz valer (e muito) a pena aguentar o tal do lenga, lenga.


A Ward nos presenteia com um pouco da vida do Darius. Ela conta sobre o início da vida dele, como ele chegou ao acampamento e o que foi que aconteceu para ele sair da Glymera e se tornar um Irmão.
Também conta o início do relacionamento dele com o Tohrment e como os dois acabaram se tornando amigos.


Eu a-d-o-r-e-i essa parte, já que sempre tive uma curiosidade enorme pela vida do Darius.
Mesmo a participação dele tendo sido tão pequena em "Amante Sombrio", ficou uma super impressão, sabe?


Antes de começar o livro, achava que não fosse gostar de qualquer coisa dela. Sempre impliquei um pouco com o John e não consigo ter uma imagem mental correta da Xhex, sabe?
Mas acontece tanta coisa nesse livro, tem tantas estórias intercaladas nele que você vai acabar gostando de vários dos setenta e quatro capítulos.


Ah! E, claro, para a minha felicidade completa (e desespero) tem umas cenas com o meu adorado Vishous que são de partir o coração. É tão lindo e tão revoltante, que tive desejos de matar a Virgem Escriba.
Pelo amor de Deus, ela anda demais da conta no quesito "posso tudo e não dou satisfações para ninguém". ¬¬"


Fiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinalmente alguém deu um jeito naquele entojo daquele Lash! Depois dele fazer a Xhex comer o pão que o Ômega amassou, ele tem um castigo dado pelo papai querido *pausa para a dança feliz da blogueira: o /o/  |o| _o_ o/)* e vê tudo o que ele tanto prezava indo pelo ralo (literalmente!!!!!)


[Início da Edição]


Gentem! Agora que eu percebi que eu comi uma parte muito importante da minha resenha!


Eu me esqueci de falar do Qhuinn!! Não podia deixar isso assim, mesmo não gostando de editar os posts depois de postados.


Ao contrário de muita gente, eu não tenho absolutamente nada contra (e tudo a favor) de um romance homossexual no meio da série. Torci e muito pelo Vishous e o Butch, mas quando a Ward não topou por os dois juntos também não fiquei revoltada. Gostei das duas fêmeas que arrumaram para eles e fiquei feliz.


Agora, no caso do Blay-lindo-maravilhoso-mamãe-te-quer-pra-genro e o Qhuinn-sou-indeciso-pra-sempre, eu não sei se quero os dois juntos. Tá, certo, eu sei que eu não tenho uma escolha nisso, mas não acho que o Qhuinn mereça ficar com o Blay. Nem acho que ele mereça ficar com a Layla, para quem só apoia a parte heterossexual dos romances. Acho que pro Qhuinn estar à altura de qualquer um dos dois ele tem que mudar muito. MUITO MESMO!


Porque, veja bem! Ficar magoando uma pessoa que ele diz que ama desse jeito para seguir padrões de uma sociedade que sempre o desprezou SÓ porque ele tem olhos de cores diferentes não entra na minha cabeça de moderninha. Não dá, não entendo, não rola.
Se ele fosse todo certinho, todo mundo adorasse ele e o medo fosse porque a família dele não fosse aceitar, eu até (até!!!) poderia engolir. Mas a família dele já renegou o ser! Porque ficar nessa frescura toda? Não dá, não entendo e não aceito.
Então se a dona Ward não me arrumar um macho de valor (eu adoraria que fosse o Sax, que, esse sim, sabe tratar o meu Blay-lindo-lindo direito) para fazer par com o Blay, que ela trate de fazer o seu Qhuinn mudar.
Porque se ele não mudar... ai, ai, ai, dona Ward, o pau vai comer!!!! @.@


[Fim da Edição]


Tenho que dizer que ainda encontrei alguns erros no produto final da Universo, mas bem menos do que em "Príncipe Sombrio".


A grande pena foi que eles não colocaram o Glossário da série e nem a prévia de "Lover Unleashed", o que quebrou o "modelo" da publicação.
Massss, para quem esperava não gostar de absolutamente nada do livro, ter gostado da maior parte dele foi uma maravilha!! ( ?.? )


Beijos!


Livros da Série:


Amante Sombrio, Amante Eterno, Amante Desperto, Amante Revelado, Amante LibertoAmante Consagrado, Guia, Amante Vingado e Amante Meu.


Sinopse: Nas sombras da noite de Caldwell, Nova York, desenvolve-se uma furiosa guerra entre os vampiros e os seus assassinos. Há uma Irmandade secreta, sem igual, formada por seis guerreiros vampiros, defensores de sua raça. Enquanto eles defendem a raça dos redutores, a lealdade de um vampiro especial será posta a prova - e sua perigosa natureza será revelada... John Matthew já percorreu um longo caminho desde que foi encontrado vivendo entre os humanos, mas de natureza vampira desconhecida. Recolhido pela Irmandade, ninguém poderia adivinhar qual é sua verdadeira história ou sua real identidade. A bela Xhex lutou contra a atração que sentia por John, mas o destino provou aos dois que o amor é inevitável. 

segunda-feira, 12 de março de 2012

Livro Trauma #06 - Nicholas Sparks - Um Homem de Sorte

Oie Gente!


Como vocês bem sabem, tenho pavor de romance com final triste.


 Pra mim, final de "livro de romance" tem que ser quase todo mundo feliz, vilão morto/preso/louco e qualquer coisa do gênero.


Então quando eu me deparei com os livros do Sparks, foi um choque completo.


Como assim os livros não tem final feliz? Então não podia ser um romance! Não adiantou as minhas Leninha, Carlinha e sabe lá quantas mais falarem bem dos livros, que eram bem escritos, que ele escrevia sobre a vida real... eu não conseguia gostar nem mesmo da ideia.




[caption id="" align="alignleft" width="200"] Capa Brasileira[/caption]

Li o primeiro, "Um Amor Para Recordar" e se você já leu o livro sabe o motivo dele ter entrado para a lista de traumas, certo? Depois dele precisei de um longo, longo [realmente longo] tempo antes de arriscar outra vez e, entre ler "Querido John", "A Última Música" e "Um Homem de Sorte", eu fui com o terceiro, já que não sabia absolutamente nada sobre ele.
Minha única informação era que o casal principal terminava o livro ainda juntos, então era um motivo a mais para ler.


Vamos ao resumo do livro:


“Mas não estava em outra época e lugar, e nada daquilo era normal. Trazia a fotografa dela consigo há mais de cinco anos. Atravessou o país por ela.” “Era estranho pensar nas reviravoltas que a vida de um homem pode dar. Até um ano atrás, Thibault teria pulado de alegria diante da oportunidade de passar um fm de semana ao lado de Amy e suas amigas. Provavelmente, era exatamente isso de que precisava, mas quando elas o deixaram na entrada da cidade de Hampton, com o calor da tarde de agosto em seu ápice, ele acenou para elas, sentindo-se estranhamente aliviado. Colocar uma carapuça de normalidade havia-o deixado exausto. Depois de sair do Colorado, há cinco meses, ele não havia passado mais do que algumas horas sozinho com alguém por livre e espontânea vontade. (...) Imaginava ter caminhado mais de 30 quilômetros por dia, embora não tivesse feito um registro formal do tempo e das distâncias percorridas. Esse não era o objetivo da viagem. Imaginava que algumas pessoas acreditavam que ele viajava para esquecer as lembranças do mundo que havia deixado para trás, o que dava à viagem uma conotação poética. prazer de caminhar. Estavam todos errados. Ele gostava de caminhar e tinha um destino para chegar.



A primeira coisa que preciso dizer é que gostei de 99,99% do livro. Os 0,01% que eu não gostei, adivinhem só, é justamente o final.


Eu gostei de todos os personagens do livro. Gostei do mocinho confuso (Thibault), da mocinha sofrida (Beth), da criança tímida (Ben), da velinha esperta (Nana), do vilão safado (Clayton), do cachorro (Zeus), dos fantasmas, da cidade... tradução, gostei de quase tudo no livro.


Também, com um cara atravessando um país inteirinho para conhecer uma mulher com o único objetivo de agradecer por ela ter mantido-o a salvo durante a guerra, não dá para o coração romântico não gostar, certo?


Pra completar tudo, quando os o Thibault e a Beth se encontram, acabam se apaixonando e virando um casal bem normal, daqueles que você consegue acreditar que vive na casa ao lado, sabe?


Cheguei no epílogo do livro feliz da vida. Apesar de todas as pessoas maravilhosas que o Sparks matou pelo caminho (vocês não acharam mesmo que ele ia largar a vida de serial killer de personagens, né?), ele consegue fazer você acreditar que aquilo é a vida real. Que ele está contando a história de alguém que viveu aquelas guerras e que sobreviveu à ela.


Aí... aí ele chega no epílogo!
Veja bem, querido leitor, eu adoro epílogos! Epílogo pra mim é aquele lugar do livro que você chega para ter um cadinho mais da estória já finalizada. Quase como aquela última lambida antes do sorvete acabar, sabem?
Pois é... o seu Sparks, rei do "vamos estragar a leitura da Ba" me apareceu com um epílogo... sem fim.


É isso mesmo! O livro acaba no meio de uma cena absolutamente nada a ver ( ;-) ).


SPOILER >> Se você não leu o livro, saiba que ela estava lá naquele lugar, fazendo aquela coisa. Aí ela volta para casa dela, abraça o Thibault e... só. Nada de explicações, de cenas adicionais legais... só um abraço que nem é abraço e pronto, acabou o livro. <<SPOILER


Minha gente, vocês não tem ideia do piti que eu dei. E, detalhe, eu estava no trabalho!


Exatamente! Tô eu lá, curtindo dez minutos de paz, aproveitei para terminar de ler o bendito e quase enfartei depois.


Só vi o povo rindo da minha indignação, que realmente merecia ter sido gravada.


Então, apesar de ter sido agradada em boa parte do livro, aquele final completamente frustrante.


Me senti um balão de hélio furado quando terminei. Só faltou o "fiiiuuu" dele morrendo quando terminei de ler . ( +.+ )


Beijos!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Banca de Quinta #16 - Nora Roberts - Quase Um Estranho

Oie Gente!


Bom, tenho que começar dizendo que quase, quase não consegui terminar esse post.


Quem me segue no Twitter deve ter visto que eu andei reclamando do meu computador, né? E ai ontem ele simplesmente surtou e o toutch desligou completamente.
Como usa o trem sem toutch??
Lá fui eu deixar o bendito na assistência técnica, que disse que vai levar longos e intermináveis 15 (QUINZE!!!!) dias pra me dizer o que pode ser o defeito e, talvez, mais trinta para me entregar o aparelho funcionando.


Tradução, daqui quarenta dias eles me ligam para dizer que vão ter que trocar outra vez meu computador, porque o modelo saiu de linha blá, blá, blá.  <o>


Mas chega de chororô e vamos começar a resenha.


Vocês sabem que eu adoro os livros da Nora Roberts, certo?
Que sempre que eles saem na banca ou na livraria eu corro pra comprar, mesmo quando levo meses para ler?


Pois é, fiz isso com "Quase Um Estranho" e essa semana finalmente fui ler o bendito do livro.


E, adivinhem só?


Gostei nadica de nada do que encontrei.
É, gente, isso mesmo que vocês estão lendo.
Não gostei de quase nadica dele e tive vontade de jogar janela afora em váaaarios momentos.


Tudo isso começou por causa da mocinha...


Vocês sabem que eu adoro quando o casal central fica implicando um com o outro, certo? Gosto daquela manha de início de romance, aquela troca de farpas e de olhares.
Mas detesto personagens preconceituosos. E o início do livro é todo assim.


Megan Miller passa o início inteirinho do livro julgando o Katch sem conhecê-lo, naquele estilo bem "mocinho da Diana Palmer", sabe?
Tudo o que ele faz ela vê segundas, terceiras e quartas intenções. Ele também não colabora e toda vez que percebe o mal entendido, o que ele faz? Explica pra ela que ela está enganada...? C-l-a-r-o que não! Deixa-a achando que está certa e que ele quer mesmo é se dar bem;


Ôooooo raiva, minha gente!
Queria jogar o livro pela janela e só não fiz isso porque outro dos personagens, o Pop, é a coisinha mais incrível do mundo. Totalmente roubou a cena daqueles dois bocós sem sal que são a Megan e o Katch. ¬¬"


Seriamente, hein, Nora? Tomou aulas de chatice-de-personagens com a DP, minha filha??


Tá, tá, tem um final bem legal e pans, mas pela madrugada-mal-dormida-enquanto-leio, que lenga, lenga pra chegar lá!!  /o


Mas, bom, nem todo mundo gosta das mesmas coisas e como eu já disse aqui, sendo eu uma boa masoquista literária, vou dividir com vocês meu sofrimento.




REGRAS DO SORTEIO


1) Seguir o @In_Death e a @HarlequinBrasil no Twitter;


2) Tweetar a frase a seguir:


"É no #BancaDeQuinta16 que o @In_Death e a @HarlequinBrasil vão me dar "Quase Um Estranho", da diva @BrNoraRoberts! http://kingo.to/11dT"


E pronto!


Boa sorte para todos!!


Sinopse: Arrogante e audacioso, David Katcherton surgiu na vida de Megan Miller e despertou nela sentimentos há muito tempo adormecidos. Mas Megan não iria se derreter por um estranho particularmente interessado na fortuna de seu avô – mesmo que fosse um homem muito irresistível. Enquanto Katch desafia Meg a realizar seus sonhos, ele provoca nela desejos mais profundos... que podem cativá-lo como ele jamais imaginou...

terça-feira, 6 de março de 2012

Terça Sobrenatural #15 - Mary Janice Davidson - Undead and Unwed

Oie Gente!


A resenha de hoje é de um livro que eu li tem muiiiiitttooo tempo e que reli esse final de semana porque estava precisando de algo leve, divertido e sem um pingo de drama, para ler.


Então fui cavucar nas minhas séries sobrenaturais e acabei tirando da pilha de livros o primeiro livro da série Betsy Taylor, da Mary Janice.


Para quem não conhece, essa é uma série sobrenatural bem diferente. Ela começa com a morte da mocinha e sua súbita introdução ao mundo vampírico.


No dia do aniversário dela recebeu dois presentes de grego: foi demitida e atropelada. Resultado? Morreu.


Mas sendo a Betsy é claro que ela não ficou morta. Nãaaooo! Ela acordou na funerária, dentro do caixão e deduziu que era um zumbi! Em cenas absurdamente ridículas (daquele tipo comédia pastelão) ela tenta se matar (!!) sendo atropelada de novo, se afogando (!!!!) e até enfrentando uma gangue violenta (!!!!!!!!!!!!!).


Só aí ela descobre (com a ajuda de uma criança mais esperta que ela, claro) que é uma vampira e que além de uma inegável paixão por sangue, nadica de nada pode fazê-la morrer de novo. [risos]


Gente, é uma loucura completa essa série. A mulher (vampira, o que seja) é viciada em sapatos, vira vampira totalmente sem querer, se descobri a rainha predestinada de todos os vampiros, arruma um marido que ela não deseja, deixa todo mundo ao redor dela louco de frustração e me faz rir do início ao fim.


É impossível não se divertir com ela e goste você de romance, comédia ou chick-lit, você vai adorar a história.
Tem tudo de divertido de cada um dos gêneros, com "as partes boas" de cada um deles. [risos]


Infelizmente (aaahhhhh) não foi publicada no Brasil, mas como eu já disse aqui, tem naquele formato que não deve ser nomeado. [risos]


Recomendo!



Sinopse:  It'a been a helluva week for Betsy Taylor. First, she loses her job. Then, to top things off, she's killed in a car accident. But what really bites (besides waking up in the morgue dressed in a pink suit and cheap shoes courtesy of her stepmother) is that she can't seem to stay dead. Every night she rises with a horrible craving for blood. She's not taking too well to a liquid diet. 



Worst of all, her new friends have the ridiculous idea that Betsy is the prophesied vampire queen, and they want her help in overthrowing the most obnoxious, power-hungry vampire in five centuries - a badly dressed Bela Lugosi wannabe, natch. Frankly, Betsy couldn't care less about vamp politics, but they have a powerful weapon of persuasion: designer shoes. How can any self-respecting girl say now? But a collection of Ferragamos isn't the only temptation for Betsy. It's just a lot safer than the scrumptious Sinclair - a seductive bloodsucker whose sexy gaze seems as dangerous as a stake through the heart...

sexta-feira, 2 de março de 2012

Resenha #243 - Nancy Springer - O Caso da Crinolina Misteriosa

Amigos da Blogosfera, fala Barbara Sant, rainha do "leio séries foram de ordem", nessa linda Sexta-Feira!


Não, eu não surtei. Não, seu Galvão, não me processe por parodiar a sua abertura de jogo-da-quarta-de-noite.


Mas é o seguinte, querido leitor! Até quando eu ganho um sorteio, levo para casa um livro do meio!


Vocês lembram que Domingo eu contei aqui que ganhei esse livro da @Novo_Seculo, certo?


Bom, acontece que como eu padeço da maldição da Série Lida Fora de Ordem, ele é o quinto livro da série "Os mistérios de Enola Holmes"!


Fiquei bem perdida no início do livro, porque a personagem central, Enola Holmes, faz algumas referências ao seu passado e ao motivo de estar vivendo escondida em Londres.




Para Enola, que tem saudades de sua mãe ausente e continua fugindo de seus irmãos mais velhos, parece ser fundamental em sua vida o fato de que seu nome de trás para frente se soletre Alone, ou seja, sozinha, em inglês. Seus dias em Londres são solitários, e ela conhece pouquíssimas pessoas, com exceção de sua senhoria, Sra. Tupper. Que apesar de quase surda, e péssima cozinheira, é muito afetuosa – na verdade o mais próximo que Enola tem de uma família nestes dias. Então imagine seu horror quando ela descobre que a Sra. Tupper foi sequestrada? Quem a levou, e por quê? E o que Florence Nightingale tem a ver com isso? Parece que há mais coisas sobre a bondosa Sra. Tupper do que o olho poderia dizer. E sem se importar com o risco, Enola não descansará até que sua querida Sra. Tupper esteja a salvo em casa. E quem quer que a tenha levado, é melhor se cuidar – porque desta vez, é pessoal.




Bom, dei uma pesquisada na rede para me encontrar e descobri o óbvio: Enola é irmã caçula do famoso Sherlock Holmes e fugiu para Londres quando sua mãe desapareceu.
Como eu comecei a série pelo quinto livro [suspiros], já sei o que aconteceu com a mãe dela e, bom, deixa pra lá. XD


Além dessa figura diferente, temos nesse livro uma figura ilustre: Florence Nightingale.
A autora explica que usando da "licença poética", e resolveu criar uma explicação própria para a vida de Florence.


Apesar de ter ficado perdida em vários momentos (por conta das referências aos outros livros), eu gostei muito dele.
É um divertido sem ser bobo, sabe? Perfeito para a faixa de oito/dez anos, já que tem uma boa dose de aventura e um mistério inteligente.


Eu tenho que dizer que adorei a capa do livro. Além de ser capa dura (coisa rara hoje em dia), a ilustração tem tudo haver com a personagem e com o espírito da estória.
Encontrei umas falhas de diagramação (umas partes repetidas do texto), mas confesso não ter reparado em erros mais graves. Alguns errinhos, sim, mas nada desesperador.


Eu gostei muito do final do livro, já que é divertido imaginar Sherlock Holmes dando o braço a torcer a admitindo que ele, afinal, está errado ao imaginar que o lugar certo para a irmã dele era uma escola preparatória para moças. [o horror, o horror!].
Claro, era muito difícil de acontecer isso naquela época, mas o que seria da literatura sem a licença poética?


Beijos!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Banca de Quinta #15 - Diana Palmer - Avassalador - @MaratonaDeBanca

Oie Gente!


Março começa hoje e eu já venho de Maratona de Banca/Banca de Quinta!
O tema do mês é "Herói ou Vilão?" e a autora perfeita (e mais escolhida) foi a enloquecedora (e apaixonante) Diana Palmer! O meu mocinho/vilão "preferido" é o King, mas ele eu já tinha resenhado. Então, peguei indicações de algumas outras lokas viciadas e cheguei a conclusão de que o mais votado foi o J.B. Por isso, catei "Avassalador" para ler. Pode ser resumido assim: Um ogro disfarçado de homem sensual, mocinha que não se decide se é tapada ou resolvida e um livro com o título original de "Heartbreaker" (coração partido), que, juntos, não poderiam acabar em boa coisa.


Como vocês já sabem, eu tenho um caso de amor e ódio com os livros da DP.
Eu adoro odiar aqueles personagens irritantes, xingar as mocinhas bocós e planejar toda e qualquer forma de tortura para as vilãs.


Nesse livro ela conseguiu chegar meu próximo do meu ódio supremo existente por Amélia.
A tal da Tellie quase, quase conseguiu me enganar. Ela dá uns "passa foras" no tal do J.B., umas respostas mal educadas e tem tudo para ser uma pessoa normal, com boa auto-estima... mas é claro que é só enganação!
Foi só ele ignorar a criatura e pronto, ela virou pano de prato!


E tão achando que é só isso? Querido leitor, desgraça pouca é bobagem e "ogrisse" demais é a regra!




J.B. Hammock jogava de acordo com as próprias regras, e a primeira delas era nunca se envolver com as mulheres. Tratava bem suas namoradas e deixava claro que não aceitava amarras. Mas a doce Tellie Maddox pairava ao seu redor como uma delicada borboleta, sempre tentando cuidar dele. E ele não podia ser tão insensível a ponto de ignorá-la, então resolveu bancar o amigo... até que a amizade se transformou em algo muito mais profundo do que J.B. pretendia. Ele fora fisgado.



Gentem!!!!


Como eu desejei matar aquele J.B! Acho que chamar ele de Ogro é pouco. Ele é um... um... um Orc!! Hunf!

Eu não sou de por quotes de livros nos meus posts, mas a explicação do J.B. para ser tão estúpido é a seguinte:

 
 Desde o trágico fim de seu romance, não se preocupara com uma mulher. Nem mesmo o breve interlúdio com Tellie no sofá mudara o turbulento relacio¬namento deles, especialmente ao perceber que ela não estava sexualmente preparada. Por isso se mantinha longe, a não ser quando inevitáveis lapsos deixavam que a paixão o dominasse. A mesma paixão que o levara para os braços de Bella num momento de fraqueza.

Fala. Sério.


E tão achando que é só isso??? Nãooo!


Em uma cena onde a mocinha está deprimida porque ele, o amor de sua via, a chamou de feia, disse que ela tem corpo de menino e que homem nenhum a desejaria, olha só o jeito da criatura de animá-la!



— Beleza não é tudo — disse ele após um minuto. — Nem dinheiro. Depois que saí do hospital, me vi numa casa vazia, Tellie — disse ele com tristeza. — Fiquei parado no vestíbulo, com lustres de cristal, mármore italiano, escadas de mogno, tapetes per¬sas... e me senti como em um túmulo. Sabe por que, Tellie? Porque dinheiro não significa nada se não houver alguém com quem compartilhar.

Me mataaaa! Por favor!! Me mata e acaba com a minha miséria desse mocinho-Ó-do-borogodó!


Certo, quer saber então porque eu continuei lendo ao invés de arremessar o livro pela janela, né? É que é um DP e meu eu masoquista literário precisa terminar de lê-lo!


E como toda boa masoquista, não quero sofrer sozinha! hahaha



Então, saca só como conseguir o seu [sofrimento] exemplar de "Avassalador"!


REGRAS


1) Seguir o In_Death e a HarlequinBrasil no Twitter;


2) Twittar a frase a seguir:


"É no #BancaDeQuinta15 que o @In_Death e a @HarlequinBrasil vão me levar para o mundo "Avassalador" da Diana Palmer! http://kingo.to/10bV "


Ah, gente! Se chegaram até aqui é porque tem coração forte! Então, siga a dica e vá ler a resenha de Betinha lá no LdM! É maravilhosa! [risos]


Boa sorte!!!!!!