terça-feira, 25 de setembro de 2012

Terça Sobrenatural #38 - Nora Roberts - Dália Azul

Oie Gente,


Antes de começar a resenha, preciso dar um pequeno aviso.
Até o final de novembro os meus posts semanais terão que virar quinzenais. As resenhas do Terça Sobrenatural e do Banca de Quinta vão precisar ser reduzidas, assim como as outras resenhas não fixas do blog.
Estou com uns probleminhas para resolver e está bem complicado sentar no computador para resenhar.
Como não gosto de deixar as promoções atrasadas (coisa que vem acontecendo com o Banca de Quinta), prefiro espaçar os post, que aí não deixo ninguém na expectativa de resultado.


Mas chega de notícia ruim eu me acho, né? rs e vamos ao post do Terça Sobrenatural de hoje!


Vocês sabem que eu sou absolutamente apaixonada pelos livros da Nora Roberts, certo? Sabem que um dos meus motivos é que os personagens dela conseguem tocar meu coração, me encantar e me revoltar, tudo em um mesmo livro.
Mas já tinha um tempinho que um livro da Nora não me arrebatava tão intensamente quanto "Dália Azul".


Vocês já devem ter lido algumas resenhas sobre o livro, então devem saber mais ou menos como é o livro, certo?
Vou só dar uma pincelada dizendo que "Dália Azul" é um daqueles livros da Norinha incrivelmente românticos, com um toque suave no absurdamente assustador, com um fantasma que faz você sofrer com ele e ficar apavorado quase no mesmo momento.


Mas existe uma coisa nesse livro da Nora que, mesmo que você odeie livros de fantasmas (o que não é o meu caso rs), vai fazer você amar esse: crianças.


Adoro as crianças que a Nora cria. Elas são tão pestinhas, tão doces e tão incríveis que sempre conseguem roubar a cena nos livros.
E as duas que aparecem nesse livro são de um nível 'pestinha de ser' totalmente superior. rsrs


São dois moleques, no sentido mais encapetado possível, que fazem da vida da Stella uma eterna aventura e garantem cenas lindas, emocionantes e divertidíssimas.


Perdi a conta de quantas vezes eu caí na gargalhada com eles aprontando um com o outro ou fazendo aquelas perguntas que deixa qualquer adulto de cabelo em pé.


Sem contar as cenas absurdamente doces deles com o (gostoso) incrível Logan.
Ah, o Logan... o que é aquele Logan???
Vocês sabem que eu também fico caidinha pelos mocinhos da Norinha, mas esse Logan... ah ele no meu jardim... O.O


E além do Logan gostosão, ainda tem o intelectual-atrapalhado Harper, que passa o livro todo levemente atrapalhado, perdido no meio de todas aquelas flores.
Ai, gente, dá pra resistir a homens que cuidam de flores?
Claaaarrrooo que não!
Antes de terminar de ler "Dália Azul" eu já estava louquinha por "Rosa Negra", que será publicado no final do mês. Já estou contando os segundos para ler o livro da incrível Rosalind Harper!


Não teve um único personagem desse livro que não tenha me encantado e se o segundo for tão incrível quanto o primeiro, já sei que vou devorar!


Beijos!


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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Resenha #326 - E. L. James - Cinquenta Tons de Cinza

Oie Gente!


"Cinquenta Tons de Cinza" foi uma das poucas coisas que eu li nos últimos 15 dias.
Quando eu peguei o livro para ler tinha em mente que eu ia moderar o Clube do Livro Saraiva sobre ele, então tinha que ler com a mente aberta e sem qualquer preconceito literário ou expectativa sobre o que iria encontrar.


E foi a melhor coisa que eu fiz.
Se tivesse ido toda empolgada, no embalo da loucura e do frisson que está acompanhando ele, teria acabado totalmente frustada.


Não é que o livro seja totalmente ruim, povos. É que ele é um romance bastante comum, com um leve toque de erótico e absolutamente nada de novo.


Eu entendo muito bem o motivo de todo esse fuzuê da maioria das leitoras(es): o romance do livro é o clássico de todos os romances que tanto amamos.
O que? Estão duvidando? Então lembrem aí dos romances que vocês mais gostaram...
Já lembraram? Vejam agora se eles não se encaixam nesse esquema:


Mocinho encontra mocinha. Mocinho é cheio de problemas/traumas/confuso. Mocinho e mocinha se apaixonam. Mocinho tenta mudar para fazer a mocinha feliz. Mocinha tenta ajudar o mocinho a mudar.  Mocinha não consegue. Mocinho e mocinha se separam. Mocinho e mocinha levam um tempo para se reconciliarem. Mocinho se torna uma pessoa melhor com o amor da mocinha. Mocinho e mocinha vivem felizes para sempre. Fim.


E aí, se encaixaram? Pois é, é exatamente por isso que "Cinquenta Tons de Cinza" está fazendo tanto sucesso. Ele pode ser resumido nesse esqueminha aí de cima.


Agora deixa eu dizer o que eu achei do livro como um todo...


Para quem não sabe disso ainda, ele era uma fanfic* de Crepúsculo, então agora vocês entendem por que eu disse que precisei desligar todos os preconceitos, certo?
Eu adoro fanfics, mas Crepúsculo e Barbara Sant são coisas que não combinam bem. (ok, ok, não combinam nem um pouco!)
Então apaguei aqueles dois da minha cabeça e fui ler.


Quase joguei o livro pela janela do avião durante as primeiras 100 páginas.
Genteeemm! A coisa não rendia! Eram muitas ações repetidas, aquela mania irritante da personagem de morder o lábio e arrumar o cabelo... e ainda tinha aquela Deusa Interior dos Infernos!! *pausa para a blogueira surtar*
Eu admito, vai, eu ri das coisas ridículas que a deusa fazia: festinha com pompons, dançar samba e dar saltos que só a Yelena Isinbayeva conseguiria dar por conta das safadezas do Sr. Grey!
Mas pelo amor da psicanálise moderna... quem é que fica conversando com três versões de si mesma?? A real, a deusa interior piriguete interna e a boa moça?
Eu queria fazer picadinho daquela deusa interior, mas eu também ria muito dela e com ela.


Depois das 100 primeiras páginas o texto melhora. Ainda tem muita repetição, mas o romance do Grey e da Anastácia engrena, a autora fica mais corajosa com seu estilo e começam os e-mails.


Minha gente, o que são aqueles e-mails? Eu ria MUITO enquanto lia!
Se eu tivesse odiado o livro quase todo, eu mandaria vocês lerem por conta dos e-mails: eles são realmente engraçados.
Os títulos e as assinaturas são cômicos! E não adianta dizerem (ô @BrunaBritti) que ninguém conversa por e-mail hoje em dia, por que eu e metade do Clube do Livro conversamos! hauhaua
É bem divertido ver um implicando com o outro e os e-mails reforçam o clichê divertido que é "50 Tons".


Sobre a parte erótica dele...


Eu adoro romances eróticos. Eu os leio com toda e qualquer combinação de personagens, sejam eles baunilhas** ou BDSM***.
Tenham apenas casais héteros ou não, tenham um, dois, três companheiros... tem romance e é erótico, eu vou ler.
Então eu posso dizer que entendo um cadinho do estilo e me sinto pronta para dar meus pitacos sobre "Cinquenta Tons de Cinza" sendo considerado um romance erótico BDSM.


Bom... ele não é BDSM.
Certo, existem algumas cenas de castigo, existe uma aura de dominação, mas não existe o clima exato de um texto com essa temática. Falta potência de Dom no Christian Grey e desejo de Sub na Anastacia.
Uma mulher que não tem desejos submissos não conseguiria se obrigar a servir um Dom, menos ainda a aceitar seus desejos de castigo.
E um Dom não fica o tempo todo inseguro sobre o que vai ou não fazer com a sua Sub. Ela é sua para cuidar, proteger, amar, castigar e vários outros verbos conhecidos. rs
O Dom não fica "tatibitate" sobre o que vai fazer com ela. Ele faz, analisa se ela esta bem, se esta tendo prazer ou dor com o que ele esta fazendo e DEPOIS eles resolvem se vão fazer ou não essa "coisa" outra vez.
E isso não acontece no livro.
Então eu tive que apagar da classificação BDSM e passei a ler apenas com um romance.


E aí eu comecei a me divertir. Como eu disse, é um clichê. E eu adoro clichês!
Basta vocês conferirem o tanto de romance de banca que eu leio, gente!
E "Cinquenta Tons" poderia ser um Harlequin Desejo numa boa!


Tem absolutamente todos os elementos que tem nos meus romances de banca. Aquele esqueminha do mocinho encontra mocinha é clássico e costumeiro, como as amigas papa-romances podem confirmar. rs
Ta certo que não vemos as mocinhas tomando palmadas na bunda nos romances de banca, mas os problemas emocionais estão todos lá. (Diana Palmer que o diga!)
Claro, não dá para comparar o texto dela com o texto da Nora, da Diana... mas a ideia geral é a mesma, entendem?

Uma coisa que preciso elogiar MUITO MUITO MUITO foi o cuidado da Intrínseca com a tradução.
Genntteeemm! Todos os palavrões estavam lá! (blogueira desbocada fazendo dancinha feliz)


SPOILER ON


Como o livro tem um tom erótico, tem muitas, muitas cenas de sexo. E a Intrínseca (sua linda!!) deixou os personagens dizendo que iam "foder com força", que "não faço amor, fodo". Tinha até um boquete nele! *leitora interior e exterior da Barbara Sant dão saltos de Yelena Isinbayeva durante esses momentos!


SPOILER OFF


Existem alguns erros de revisão, mas acho que devem ser corrigidos nas próximas tiragens.
Se vocês os encontraram os erros, podem mandar para a Intrínseca pelo contato do site ou enviar para mim por e-mail, que encaminho para a equipe deles.


Não dá pra dizer que vocês vão encontrar um romance erótico incrível, porque vocês não vão. Existem erros e falhas absurdas da personalidade dominante do Grey, assim como a total impossibilidade de uma mulher não submissa fingir ser uma durante uma relação D/S.


O texto também não é dos melhores,. Não digo isso por ele ser simples, mas por ser repetitivo e, algumas vezes, monótono.
Mas vocês vão encontrar um livro divertido, com um romance totalmente clichê, do jeito que muitas de nós e muitos deles, por que os moços também leem romance (basta verem que grande parte dos presentes no Clube do Livro Saraiva - Cinquenta Tons de Cinza eram homens!), adoramos!


Quando li a última página, cheguei a conclusão de que "Cinquenta Tons de Cinza" é um romance de banca com um dedinho do pé no romance erótico e uma boa dose de humor.


Beijos!


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50 SHADES OF GREY - GOODREADS - BOOK DEPOSITORY


 *Fanfic: texto escrito por fãs de um livro, filme, série, etc. Os personagens escolhidos pelo fã são utilizados como base para a criação de novos personagens e novas estórias.
**Baunilhas: "sexo comum", sem brinquedinhos, algemas ou qualquer tipo de inovação. rs
***BDSM: Acrônimo das seguintes práticas sexuais: BD - Bondage e Disciplina. DS - Dominação/Submissão. SM - Sadomasoquismo.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Resenha #325 - J.D. Robb - Visão Mortal

Oie Gente!


Hoje tem "In Death*" no "In Death" o/!
Vocês sabem que eu adoro a série Mortal, certo? Também sabem que eu gosto mais de alguns livros do que de outros, como é normal em qualquer série que tem 42 livros publicados. "Visão Mortal", 19º livro da Série Mortal a ser lançado no Brasil, é um daqueles que eu adoro.


Certo, vocês podem me dizer que não tem assim tantas mortes no livro, mas as mortes são tão sangrentas que valem por váaarrriass.


Além disso o livro é daqueles que você adora até o final e, quando já está triste porque está acabando, a Nora vem e te dá mais algumas páginas de brinde. hehehehe


Eu sei que normalmente eu conto um pouquinho do que acontece, mas existem vários detalhes nesse livro que, se contados, farão alguns dos acontecimentos ficarem muito óbvios. Massss, para não perder o costume, vou dizer que:


1) A Eve está mais sarcástica que nunca;


2) Peabody tem cenas incríveis dando passa for na Eve e tomando passa fora dela.


3)  A Eve fazendo novos amigos e me fazendo gargalhar com sua completa falta de tado. rs


4) A cena mais fofa-fofa-o-amor-é-lindo entre o McNab e a Peabody, que me fez suspirar com esses pombinhos.


5) Muito, muito, muito sangue. Sei, sei, incompatível com o que falei lá no início, mas quando vocês pegarem o livro para ler, vão me entender.
6) A Eve indo conhecer o Dochas. Nossa, de partir o coração, viu?
7) Várias cenas "Meu-Deus-Eu-Quero-Um-Roarke-Pra-Mim!".


E, por Deus, a melhor de todas: Mavis convidando Eve e Roarke para serem seus companheiros de >> parto! << A cara de pavor do Roarke naquele momento é i-m-p-a-g-á-v-e-l!!!!!


Meu único problema foram os oito erros de revisão que eu encontrei nele.


O que? Não me olhem com essa cara... u.u"
Eu sou mal acostumada com a Bertrand, já que não é comum achar qualquer erro neles.
Mas nesse tinham oito! E como eu sou uma chata de carteirinha, eu reclamo mesmo. rs


Ainda senti falta dos palavrões da Eve e queria que o responsável por essa escolha deixasse eles lá, já que ela é uma desbocada de carteirinha... u.u


Eu sei que eu repito isso muitas vezes, mas o livro é ótimo.
Dá para ler fora de ordem, o que é raro,  e ele tem todos os elementos necessários para um livro que vai agradar todo mundo. rs
Tem um monte de outros acontecimentos que eu, pessoa que odeia spoiler, não comentarei com vocês porque vai estragar a leitura.
Só vou dizer mais uma coisa... vocês, pessoas que adoram o meu Roarke, vão surtar lendo esse livro! o/!


 Beijos!


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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Banca de Quinta #38 - Lori Foster - Casey

Oie Gente!


Como eu disse na Terça-Feira, o Banca de Quinta de hoje foi alterado e atrasado por meu Casey lindo, tesudo, gostosoooo chegou e eu larguei tudo e fui ler. hehehehe


Para quem não conhece o que é imperdoável o Casey é o caçula dos Irmãos gostosos Buckhorn, filho do Sawyer e fruto da criação daqueles quatro pedaços de mal caminho moços de respeito, criados pela incrível Lori Foster.
Um pouco mais tapado lento do que o original, mas tão delicioso quanto ele. rs


Se vocês já leram os livros anteriores sabem que o Casey tinha uma grande paixão pela Emma, assim como ela tinha por ele. Só que ele achava que era muito novo para se envolver com ela e ela achava que era muito inadequada para ele.


O resultado disso foi que depois de uma confusão dos infernos ela fugiu e ele ficou com o coração partido.
Oito anos depois ela está de volta e ele está decidido a levar ela para a cama. rs


Vocês sabem que eu sou tarada louca por esses irmãos, certo? E devem ter visto, em algum momento das últimas semanas, eu perturbando a @ElisMiranda para comprar Casey no Rio e mandar para mim.
Então devem ter estranhado eu chamar ele de tapado, certo?
Mas é que ele foi tapado mesmo!


 Quando ele reencontra a Emma, ele demora um pouquinho para perceber que ainda estava apaixonado. Até aí, tudo normal, afinal de contas ele é um homem e os homens são todos um pouco lentos. rs


Só que quando ele percebe que a ama e que quer viver com ela para o resto da vida, sabem o que ele fala? Hum? Hum? Nada!
É isso aí, minha gente! Ele não fala nada!


Aí a outra, rainha do "eu não sirvo para essa família maravilhosa", cheia de traumas de infância e com uma tendência terrível de julgar seu passado muito mais duramente do que as pessoas ao seu redor (exatamente como @bluebeta disse nesse post) complica tudo ainda mais com a mania de achar que não conseguiria ser feliz em Buckhorn e que se todos soubessem as coisas pelas quais ela passou iriam odiá-la ou ficar com pena dela.
Mas não façam essa cara, gente, que os dois não conseguem estragar o livro. rs


Uma das coisas mais incríveis dele é que Lori Foster poderia dar aulas para certos livros eróticos de como escrever cenas que farão você se contorcer na cadeira.
Pela Padroeira do Livro Hot, as cenas entre esses dois são mais que demais de eróticas.
São românticas, apaixonadas e pegam fogo, fazendo você terminar de ler toda arrepiada. rs


Além disso ainda tem mais uma maravilha... ela apresenta o resto da família, deixando no ar a possibilidade de escrever mais alguma coisa em algum momento da vida.
Certo, certo, sei que estou tendo esperanças vãs,  porque os livros foram escritos em 2000 e até agora não teve nada, mas uma pessoa pode sonhar, ora bolas! rs


O livro é ótimo, mesmo naqueles momentos em que você deseja entrar nele e matar os personagens todos de uma vez. hihihihihihih


E, agora, vamossss aaaooo sorttteeeeiiiooo????


 


Para participar é preciso seguir as regras de sorteio do blog, seguir o @In_Death e a @HarlequinBrasil no Twitter e tuitar a frase a seguir:


"Quero levar o gostosão do 'Casey' para casa e no #BancaDeQuinta38 o @In_Death e a @HarlequinBrasil vão me dar! http://kingo.to/1brD"


Então, bom, quem ainda não tem esse livro, corra já para uma banca e compre-o!
E quem não leu os livros anteriores... bem... participe das promoções de aniversário e quem sabe leva um deles para casa?


SINOPSE - SKOOB - HARLEQUIN BRASIL - SITE DA AUTORA
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Resenha #323 - Stef Penney - Invisíveis

Oie Gente!


Um dos poucos livros que eu li em Agosto foi "Invisíveis", da Stef Penney, publicado esse mês pela Editora Intrínseca.
Eu pedi esse livro para ler por ter uma característica bem diferente dos outros livros investigativos que li esse ano: tudo o que é investigado envolve uma família cigana.


Não é um livro policial, apesar de ser uma investigação.
Ray Lovell é um detetive particular e foi contratado para encontrar Rosse Janko, que desapareceu seis anos atrás da casa do marido.
Ela havia casado com um homem que não conhecia, de uma família cheia de tragédias e tinha a esperança de, com o casamento, ter uma vida melhor do que a que tinha em casa.



Nenhuma notícia foi dada por ela e todos acreditam que ela fugiu com um gorjio, um não cigano, abandonando o marido e o filho.


Eu comecei o livro tendo certeza que sabia o final. E cada pequeno detalhe da investigação ia reforçando isso.


Uma coisa diferente nesse livro é que os capítulos são alternados. Em alguns momentos o Ray narra no presente, em outros ele está no passado. E para me deixar um pouco mais perdida O que, ainda tem os capítulos que são narrados pelo JJ, que é sobrinho da Rose.
Eu fiquei um pouco confusa com essa alternância nos primeiros capítulos, mas o texto vai ficando mais


Eu achava que teria alguma coisa mais profunda sobre os costumes dos românicos, mas fora uns pouquíssimos termos e algumas pinceladas pela cultura deles, como serem nômades e morarem em trailers, não matou muitas curiosidades.


Uma informação aqui e outra lá e ninguém tirava da minha mente que o final da Rose tinha sido um só.
Parece ser mais do mesmo, certo? Mulher desaparecida,  família estranha... mas não é. Quando cheguei no final fiquei totalmente passada. Aquilo eu não imaginava. rs


Eu só achei que precisava de mais livro. rs Depois daquele final umas páginas extras seriam bem recebidas, porque eu fiquei com cara de ponto de interrogação olhando pra ele.
Sabem, quando você olha e diz "sim, e aí? E aí? O que mais? O que mais?"


Ela te pega desprevenida com a solução e depois passa a faca no livro.
Então mesmo tendo gostado da leitura, o desejo de mais livro, depois do final, me deixam na dúvida se eu gostei muito dele ou se eu detestei muito ele. hihihihihih


 Beijos!


SINOPSE - SKOOB - EDITORA INTRÍNSECA - SITE DA AUTORA
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XXXXX