segunda-feira, 1 de julho de 2013

Noraholicando #12 - J.D. Robb - Testemunha Mortal

Oie Gente!


Essa semana teremos o lançamento de outro livro da série mortal, então aproveitei para reler alguns dos meus livros preferidos da série.
E o de hoje é "Testemunha Mortal", décimo primeiro livro da série, onde nossa corajosa tenente investigará um assassino audaz, que  cometeu o assassinato mais público dos últimos tempos.


Em uma releitura de "Testemunha de Acusação", um ator é assassinado na noite de estréia. O que o culpado não sabe é que na platéia está a Tenente Dallas e que ela não descansará até a máscara dele cair.
E exatamente como um livro de Agatha Christie, nada é exatamente o que aparente e ninguém é totalmente inocente.


Sei que não preciso apresentar a série mortal para vocês, então vou logo dizer o motivo desse livro ser tão especial.
É impossível torcer parar que o culpado seja preso.
Por mais que vocês saibam que é politicamente incorreto querer que o "vilão" saia impune, cada novo fato traz ainda mais empatia com ele.


Logo no início das investigações já descobrimos que nossa repórter favorita, Nadine First, é uma das suspeitas do assassinado, e que a vítima, Richard Draco, é um completo babaca, imbecil de marca maior, poço de inutilidade humana, e que merecia...




"Pensando melhor, gostaria de pegar seu pinto murcho em minhas mãos e torcê-lo com força até arrebentar."



E a cada nova descoberta feita pelos investigadores, mais e mais você fica a favor do assassino e contra aquele projeto de ser humano.
Xinguei esse Richard da primeira página até a última e nunca torci tanto para uma investigação acabar em nada e o assassino sair impune.


Ainda mais quando lá pelo meio do livro e percebemos que as coisas que achávamos rins eram, na verdade, muito piores.


Para balancear as cenas carreadas de drama que acontecem em "Testemunha Mortal", temos algumas absolutamente cômicas. Como o prazer quase orgásmico da Eve se preparando para destruir o computador velho que ela usava na Central.
Gente! É uma daquelas cenas que deveriam vir com alerta de "não ler em público", porque é impossível não gargalhar ao ler aquilo lá.


Aí, para fechar tudo com aquele aperto no coração, nosso docíssimo Trueheart ainda vai fazer nosso coração parar e a nossa tentene enlouquecer quando ele se encontra em uma situação de vida ou morte.
Não vou contar exatamente como as coisas acontecem, mas vou dizer que eu fiquei com o coração na mão de tanta ansiedade!


Mas acho que o mais incrível de tudo é o final. Eu imaginei todas as combinações possíveis, mas por aquela eu não passei nem perto.
Recomendo!


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