sexta-feira, 31 de maio de 2013

Resenha #391 - O Último Grito - Lisa Jackson

Oie Gente!


As coisas por aqui continuam corridas, mas finalmente estou conseguindo ler alguma coisa além do código de tributação brasileiro... rs


E uma das coisas que eu li foi "O Último Grito", publicado pela Bertrand Brasil e de autoria da Lisa Jackson.


Mas antes de eu o que eu achei do livro, deixa eu falar um pouquinho sobre os personagens.


Cassidy é uma garota de 16 anos, filha do homem mais rico da cidade e irmã de Angie, a estrelinha da cidade.
Ela acaba de conhecer Bring, o rebelde da cidade, quando ele foi contratado pelo pai dela para domar uma cavalo.
O que os dois não podiam imaginar era o risco que essa aproximação iria trazer para eles.
Um incêndio, duas mortes e a vida deles vira de cabeça para baixo.


Anos depois ela está de volta a cidade e o fogo volta a matar. Dessa vez a vítima é o marido dela e um homem desconhecido.
Quem ele será? Terá sido ele quem quase matou Chase?
Ou terá sido ela, único elemento comum aos dois incêndios?


Eu confesso que quando eu peguei essa indicação eu nunca imaginei que fosse encontrar um suspense romântico e fiquei bem surpresa ao me ver tão ansiosa com ele.


Sabem aqueles livros que conseguem fazer você se apaixonar pelo casal, desejar que eles consigam ser felizes, mesmo sabendo que é impossível?
Que você luta com a realidade da autora o tempo inteiro?
A minha leitura de "O Último Grito" foi assim.


Eu adorei a Cassidy no início do livro. Achei ela uma garota decidida, generosa e até um pouco temperamental.


O Bring me pareceu aquele típico "bad boy"  de bom coração, que adora aparentar que não liga para nada nem para ninguém, mas que no fundo tem todas características de um bom homem de família.


Mas aí acontece o primeiro incêndio e tudo o que me parecia certo ficou nebuloso e não dava para ter certeza de quem era mocinho e quem era vilão.


Outra coisa que gostei muito no livro foi que o final me pegou completamente de surpresa.
Além do falso vilão óbvio criado por ela, várias outras pessoas tinham todas as atitudes certas para serem responsáveis pelas mortes, então quando cheguei ao final e percebi quem era o real culpado foi um susto daqueles.


Aí parei para pensar e vi que estava na cara, desde as primeiras páginas, e eu simplesmente não tinha visto.
Foi o que fechou o livro com chave de ouro.


Recomendo!


SINOPSE - SKOOB - BERTRAND BRASIL - SITE DA AUTORA - FINAL SCREAM - GOODREADS

terça-feira, 21 de maio de 2013

In Death Comenta #06 - Kobo Glo [Atualizado]

Oie Gente!




[caption id="" align="alignright" width="130"] Fonte da imagem: Livraria Cultura[/caption]

Comprei um Kobo Glo e prometi postar aqui um resumo do que eu achei dele.
Já tenho mais de um mês de uso, então posso finalmente dizer tudo o que eu gostei e o que não gostei nele.


O Epub: Formato principal utilizado pelas livrarias, é o melhor para ser utilizado no Kobo.
Todas as funções e acessórios do Kobo funcionam com esse formato. Com ele eu consigo alterar o tamanho da fonte sem ter que utilizar o zoom, modificar a fonte do ebook, marcar e selecionar textos e adicionar notas aos livros, assim como consultar os significados das palavras e até pesquisar em outros livros se eles também utilizam aquela palavra.


O PDF: Eu não consegui ler em PDF. Como todo mundo sabe, ele foi feito para ser uma maneira mais simples de transportar documentos finalizados. Então não dá para alterar eles depois de prontos, o que impede que o Kobo altere o tamanho da fonte. Só é possível aumentá-la usando o zoom, coisa que eu detesto fazer. Então eu converto os arquivos para epub quando quero ler algo que só é vendido em PDF.


O Mobi: Eu até consegui ler em Mobi, mas eu não gostei muito do resultado. Eu conseguia mover as imagens sem dificuldades, mas quando eu tentei utilizar as funções do Kobo o resultado não foi muito bom.


O RTF: Apesar de o site dizer que o Kobo abra arquivos RTF eu não consegui fazer o meu identificar esse formato. Tentei de tudo e ele não leu nenhum dos arquivos que eu coloquei no cartão quando eles foram salvos em formatos RTF.


O TXT: Eu não gostei do resultado em TXT. Não sei qual foi o problema da codificação do conteúdo, mas o arquivo que eu testei não conseguiu identificar os acentos, o "ç" ou os travessões do texto. Testei outros arquivos cujos originais estavam em português e todos eles apresentaram o mesmo defeito.


Saiu um novo software para o Kobo que corrigiu esse problema do TXT. Agora os arquivos abrem normalmente, sem qualquer bug na configuração.
Eu ainda não consigo abrir RTF, mas espero que no próximo isso seja corrigido. XD


O HTML: Ele funciona quase melhor que o PDF e o MOBI, mas bem pior que o Epub. Tem a vantagem de ser mais leve e a desvantagem de não carregar junto com o texto as imagens associadas ao livro e nem me permitir pesquisar as palavras nos dicionários.


Nos formatos de texto eu não consegui testar o XHTML. Se alguém tiver algum ebook neste formato e quiser que eu faça os testes para por aqui os resultados é só me enviar.


Os Quadrinhos: Eu testei o formato CBR, um dos padrões utilizados para quadrinhos. Gostei bastante do resultado e meu receio de que os balões das conversas ficassem estranhos não se confirmou. Mesmo os textos nas fontes mais claras tinham


As Imagens: O Kobo exibe imagens em preto e branco, com uma qualidade boa, desde que o original da imagem seja colorido. Mapas são complicados de ler, já que eles tem muitos detalhes pequenos e a tela de 7" não foi projetada para isso.
Eu consegui abrir todos os formatos que ele informa no site e não tive dificuldades para girar imagens, aumentar e reduzir o zoom para ver os detalhes.


Se as imagens forem pequenas ele perde qualidade nos detalhes. Testei capas de livros entre 60 x 24 pxls até 500 x 600. Ele abriu todos, mas quanto maior a imagem, melhor a exibição dos detalhes.


O único formato que não pude testar foi o TIFF, porque não tenho nada no computador nele.


A Iluminação: Essa é uma característica perfeita do Kobo. Seja para ler durante a noite ou em um ambiente mal iluminado, eu a achei na medida certa de claridade para não me incomodar.


Os Dicionários: Uma das funções que eu adorei no Kobo são os dicionários e os tradutores. Sempre tem uma palavra ou outra em outro idioma que me deixa confusa e o significado ou a tradução dela estavam a um clique de distância.


Pouquíssimas palavras eu não encontrei nos dicionários, e, em sua maioria, elas eram aquelas "invencionices" estranhas feitas na língua inglesa.


A Bateria: Gente, preciso dizer que nunca vi uma bateria tão boa. Na primeira vez que carreguei o Kobo, utilizando ele todos os dias, em uma média de 6 horas por dia, ela durou 12 dias sem o Kobo descarregar.
A segunda, usando uma média de 4 horas por dia, com ele conectado durante algumas dessas horas, durou 15 dias. A terceira (e última vez que carreguei meu Kobo) já está durando desde então (o Kobo chegou dia 11 de Abril, se não me falha a memória). Então vocês podem ver o quanto essa bateria é boa. XD


A Conexão: O Kobo tem uma navegador de WEB que consegue se conectar à wireless aqui de casa em uma velocidade aceitável. O problema dele é o sistema de uso de links. Da um trabalhão conseguir abrir um link nele e é preciso usar o zoom para que você consiga aumentar o tamanho da fonte e, só assim, conseguir clicar. Foi uma das poucas funções do Kobo que eu não gostei e realmente merece uma atualização.


Você pode se perguntar em que isso vai atrapalhar sua leitura. A resposta é que atrapalha a compra de novos ebooks. Tentei comprar uns livros na Book Strand e como ela usa links diretos para o download, tive uma trabalheira enorme. Acabei desistindo, fazendo a compra pelo celular e baixando o arquivo direto no computador. Aí conectei o cartão SD no pc e transferi o arquivo.


O Touch: Eu adorei o touchscreen do Kobo. Ele é supersensível, não dá qualquer trabalho para mudar as páginas. Basta que você aprenda que parte da tela deve tocar para abrir determinada função, para sentir totalmente confortável com ele.


Os Arquivos: Eu testei arquivos de todos os tamanhos. O mais leve pesava cerca de 24 Kb e o mais pesado 5,12 Mb e todos eles abriram normalmente, sem travar o Kobo de maneira nenhuma.


Os Bugs: O único bug que eu tive com o Kobo foi ao tentar modificar o tamanho da fonte de um arquivo Mobi. Ele travou no meio do processo e eu ainda não tive oportunidade de testar com outro arquivo.


As Prateleiras: O Kobo permite que você classifique seus livros em prateleiras que você mesmo cria, o que facilita e muito a navegação dentro da sua biblioteca.


Espero ter tirado algumas das dúvidas de vocês e qualquer outra informação que precisem é só deixar a pergunta nos comentários!


Beijos!